A inteligência artificial também entrou em campo para responder a uma das perguntas mais debatidas do esporte: quem são as maiores jogadoras da história do futebol feminino? A partir da análise de dados como desempenho individual, títulos, impacto coletivo, protagonismo em grandes decisões e longevidade em alto nível, a IA montou uma seleção histórica no esquema tático 4-3-3.
O resultado reflete a evolução técnica e tática do futebol feminino, reunindo atletas que marcaram época em Copas do Mundo, Jogos Olímpicos e grandes ligas internacionais.
Defesa de referência mundial
No gol, a escolhida foi Hope Solo, destaque pela regularidade, reflexos e papel decisivo em conquistas mundiais e olímpicas.
A linha defensiva conta com Lucy Bronze na lateral-direita, símbolo de intensidade e presença ofensiva; Wendie Renard, líder defensiva e dominante no jogo aéreo; Saki Kumagai, referência pela inteligência tática e versatilidade; e Nilla Fischer pela esquerda, reconhecida pela consistência e leitura de jogo.
Meio-campo de personalidade e criatividade
No setor central, a IA apostou em experiência, técnica e protagonismo. Formiga surge como o pilar do meio-campo, unindo marcação, regularidade e longevidade histórica. Megan Rapinoe aparece como a jogadora de criatividade e liderança, destacando-se pela visão de jogo, bolas paradas decisivas e influência em partidas de alto nível. Aitana Bonmatí completa o trio, representando a nova geração, com intensidade, controle de jogo e protagonismo recente no futebol europeu.
Ataque histórico
No ataque, os critérios foram impacto direto em gols e títulos. Marta, pela esquerda, é apontada como a maior jogadora da história, combinando técnica, criatividade e liderança. Birgit Prinz, centralizada, foi escolhida pela eficiência e domínio físico, enquanto Christine Sinclair, pela direita, entra como referência em gols decisivos e longevidade em alto nível.
A técnica escolhida
Para comandar a equipe, a IA apontou Sarina Wiegman como a treinadora ideal, considerando títulos mundiais, consistência tática e capacidade de extrair o máximo de elencos estrelados.
Mesmo sem uma resposta definitiva para o “melhor time da história”, a análise mostra como a inteligência artificial transforma dados e contexto histórico em debates que seguem movimentando o futebol mundial.
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