Categoria: Resumos de dicas de saúde

  • Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (agosto de 2025)?

    Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (agosto de 2025)?

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    Categoria: Resumo de Dicas de Saúde

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  • Alongamento em Idosos: Benefícios, Cuidados e Impactos na Qualidade de Vida

    Alongamento em Idosos: Benefícios, Cuidados e Impactos na Qualidade de Vida


    A importância de se manter ativo na terceira idade

    O processo de envelhecimento traz mudanças naturais no corpo humano: perda de massa muscular, redução da flexibilidade, diminuição da força e maior risco de quedas. Nesse contexto, o alongamento surge como uma prática simples, acessível e extremamente eficaz para ajudar os idosos a manterem sua independência e qualidade de vida. Muito além de ser apenas um exercício complementar, ele pode se transformar em uma estratégia de saúde pública para reduzir problemas associados à inatividade física.

    O que é o alongamento?

    O alongamento consiste em exercícios que promovem a elasticidade muscular e a amplitude de movimento das articulações. Ele pode ser realizado de forma estática — quando o idoso mantém determinada posição por alguns segundos — ou de forma dinâmica, com movimentos controlados que ativam diferentes grupos musculares.

    Ao contrário do que muitos pensam, o alongamento não serve apenas para atletas ou pessoas que praticam exercícios intensos. Para os idosos, ele representa uma ferramenta preventiva e terapêutica, ajudando a reduzir dores, evitar lesões e melhorar a mobilidade.

    Benefícios do alongamento para idosos

    Prevenção de dores e lesões

    Com o avanço da idade, músculos e tendões tornam-se mais rígidos. O alongamento atua diretamente na redução da tensão muscular, prevenindo dores crônicas, principalmente na região lombar e nas articulações mais exigidas, como ombros e quadris.

    Melhora da mobilidade e do equilíbrio

    Uma das principais causas de acidentes domésticos em idosos são as quedas. O alongamento contribui para a manutenção da mobilidade articular e melhora o equilíbrio corporal, reduzindo esse risco e garantindo maior autonomia no dia a dia.

    Impacto no bem-estar mental

    Estudos apontam que práticas de alongamento associadas à respiração controlada também promovem relaxamento e alívio do estresse, fatores que influenciam diretamente na saúde mental dos idosos. A prática regular pode até mesmo ajudar no combate à insônia.

    Apoio no tratamento de doenças crônicas

    Idosos que sofrem de artrite, artrose ou problemas cardiovasculares encontram no alongamento uma forma segura de manter o corpo ativo, sem sobrecarga excessiva. Além disso, pode complementar tratamentos de fisioterapia e programas de reabilitação.

    Como inserir o alongamento na rotina do idoso

    Frequência e duração

    Especialistas recomendam que os idosos pratiquem alongamentos pelo menos duas a três vezes por semana, em sessões que podem variar entre 10 e 30 minutos. O ideal é realizá-los de forma progressiva, respeitando os limites individuais.

    Exercícios simples e eficazes

    Entre os alongamentos mais indicados para essa faixa etária estão:

    • Alongamento de braços e ombros, para facilitar atividades do dia a dia.
    • Alongamento de panturrilhas e coxas, que contribuem para a melhora da marcha.
    • Exercícios para coluna lombar, ajudando na postura e redução de dores.

    Orientação profissional é essencial

    Embora seja uma prática segura, a orientação de fisioterapeutas ou profissional de educação física é importante, especialmente para idosos com limitações físicas ou doenças crônicas. O acompanhamento garante a execução correta dos movimentos e evita sobrecargas.

    Alongamento em grupo: socialização e motivação

    Um aspecto muitas vezes esquecido é o poder social da atividade física. Quando realizado em grupo, o alongamento não apenas estimula o corpo, mas também promove interação social e combate à solidão, problemas comuns entre os idosos. Essa prática pode ser organizada em clubes, centros comunitários ou programas de saúde pública, ampliando os benefícios para além da esfera individual.

    Um hábito que transforma vidas

    O alongamento em idosos vai muito além da simples flexibilidade. Ele é um instrumento de promoção de saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida. Ao incluir essa prática na rotina, o idoso ganha em mobilidade, autonomia e bem-estar mental.

    Diante de uma população mundial cada vez mais envelhecida, incentivar o alongamento como hábito regular não é apenas uma questão de saúde individual, mas também de política pública. Afinal, envelhecer com independência e vitalidade é um direito que pode começar com gestos simples — e poucos são tão acessíveis quanto se alongar diariamente.


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  • HIIT and Hypertension: Can Short, Intense Workouts Help Lower High Blood Pressure?

    HIIT and Hypertension: Can Short, Intense Workouts Help Lower High Blood Pressure?

    High‑Intensity Interval Training (HIIT) — whether on a stationary bike, treadmill, running track or via functional body‑weight drills — is gaining traction as a potentially powerful tool for managing hypertension. But does pushing your heart through bursts of intensity really benefit people with high blood pressure? Recent research suggests the answer is promising, with caveats.


    The Rise of HIIT for Hypertension Management

    What Is HIIT?

    HIIT alternates brief spells of high‐effort exercise (typically at 80–95% max heart rate) with short recovery intervals of low intensity or rest. Sessions are concise — usually under 20–30 minutes — yet trigger strong physiological adaptations via anaerobic and cardiovascular demand .

    Traditional Recommendations vs. HIIT

    For decades, public health guidelines have advocated moderate‑intensity continuous training (e.g. 30+ minutes per session of brisk walking or cycling) to control blood pressure . However, HIIT is now viewed as a time‑efficient alternative with comparable or superior benefits for cardiometabolic health .


    Evidence: Effectiveness of HIIT in Hypertensive Individuals

    Blood Pressure Outcomes: Mixed But Notable

    A 2024 meta‑analysis focusing specifically on hypertensive populations found that HIIT produced a small but statistically significant reduction in systolic blood pressure (around –3 mmHg), though diastolic reductions were minimal and not clinically significant. While the decrease is modest, it may still contribute to overall cardiovascular risk reduction.

    By comparison, broader reviews show that aerobic exercise generally lowers systolic by 2–5 mmHg and diastolic by 1–4 mmHg with sufficient training volume.

    More Than Just Numbers: Cardiovascular Adaptations

    Evidence indicates HIIT improves cardiorespiratory fitness (VO₂ max), arterial stiffness, endothelial function, and insulin sensitivity more rapidly than moderate training, all of which play key roles in hypertension pathophysiology.

    In stroke survivors, a 12‑week HIIT program (on treadmill or bike) doubled the gain in VO₂ peak compared to continuous training, with sustained benefits even after the program ended.


    HIIT Modalities: Bike, Treadmill, Running & Functional Training

    Cycling and Treadmill HIIT

    Stationary bike and treadmill HIIT have been widely studied and are considered safe for many hypertensive individuals—particularly those already active or cleared by a physician. Intervals may range from 1–4 minutes at high intensity, with recovery between efforts .

    Running and Outdoor Intervals

    Outdoor HIIT, such as sprint‑rest cycles or hill repeats, can deliver similar benefits. A systematic review found that running‑based HIIT led to greater fat mass reduction compared to cycling, but cycling produced better body composition improvements overall .

    Functional HIIT

    Body‑weight circuits, stair sprints, kettlebells, jump rope or Tabata‑style routines can also constitute HIIT. These versatile formats allow easy adaptation for people with mobility limitations or joint issues.


    Who Benefits Most — and Who Should Proceed with Caution?

    Ideal Candidates

    Adults with stage‑1 hypertension or prehypertension who already engage in some moderate exercise may derive cardiovascular benefits and modest blood pressure reductions from HIIT. Improvements in VO₂ max and vascular function tend to be greater versus continuous routines .

    Individuals citing lack of time as a barrier find HIIT especially appealing — even five to ten minutes per day of vigorous effort can help reduce blood pressure and cardiovascular risk .

    Cautions and Contraindications

    HIIT can elicit rapid blood pressure surges during exercise and may increase injury risk, especially in older adults or sedentary individuals. Joint stress, overtraining, or inadequate recovery pose safety issues .

    A specific 2024 study in hypertensive women suggested that moderate‑vigorous aerobic training sometimes led to greater reductions in systolic BP than HIIT, while HIIT was better at normalizing diastolic BP. This highlights the need for personalized programming.


    Practical Recommendations

    Getting Started Safely

    • Medical Clearance: Anyone with hypertension—or at risk—should consult a healthcare provider before beginning HIIT.
    • Progression Strategy: Begin with once or twice weekly sessions of 10‑20 minutes, gradually increasing frequency and intensity as fitness improves .
    • Warm‑up and Cool‑down: Always include gentle warm‑up (e.g. light cycling or walking) and a cooldown to minimize cardiovascular stress.
    • Mode Selection: Choose low‑impact options (e.g. bike, elliptical, body‑weight circuits) if joint pain or mobility issues are present .

    Smart Integration

    Combining HIIT with moderate aerobic work and isometric/static exercises (like wall squats, planks), which recently have shown strong blood pressure lowering effects, may provide optimized benefits.


    HIIT for hypertensive people

    HIIT protocols — whether performed on a bike, treadmill, running track or through functional circuits — offer a time‑efficient approach to improving cardiovascular fitness, insulin sensitivity, and modestly lowering systolic blood pressure in people with hypertension. While its impact on diastolic pressure may be limited, HIIT’s broader benefits on vessel health and cardiorespiratory capacity are compelling.

    Still, HIIT is not a one‑size‑fits‑all solution. Individuals with low baseline fitness, joint issues, or medical conditions should begin gently, consider complementary moderate exercise, and seek professional guidance. When tailored properly, high‑intensity interval protocols can become a valuable part of an overall strategy to manage hypertension and enhance heart health.

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  • Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Julho de 2025)?

    Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Julho de 2025)?

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  • ✨ Esporte em foco: da definição às transformações – esporte para saúde?

    ✨ Esporte em foco: da definição às transformações – esporte para saúde?


    O que é esporte?

    Conceito técnico e institucional

    O esporte pode ter muitas definições a depender do autor. Porém, resumidamente, pode ser definido como uma atividade física competitiva com regras claras e objetivos bem estabelecidos, normalmente organizadas por federações ou órgãos oficiais. Obviamente, há diferenças do esporte como instrumento social, educacional, competitivo, saúde/aumento de nível de atividade física e outros.

    Elementos centrais

    A institucionalização – cheio de normas, árbitros e regulamentos – e a competição – medições de desempenho, classificações e prêmios – são os pilares que caracterizam o esporte como tal.


    Origens e evolução

    Desde a antiguidade, civilizações como a chinesa, egípcia e grega já praticavam atividades físicas organizadas: corridas, lutas e ginásticas são atividades ancestrais que deram origem ao esporte moderno.

    O esporte moderno, como o conhecemos, emergiu com o surgimento de competições formais no século XVIII e foi internacionalizado a partir da criação dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 1896 .


    Para que serve o esporte?

    Saúde física e mental

    O esporte melhora a aptidão cardiovascular, fortalece músculos e ossos, regula o peso e ajuda na prevenção de doenças crônicas como diabetes e hipertensão . Além disso, contribui ao bem-estar mental ao liberar endorfina e melhorar autoestima e concentração. Obviamente aumenta o nível de atividade física de pessoas que não gostam de exercícios tradicionais como os realizados na academia.

    Socialização e valores humanos

    Nas práticas coletivas, o esporte impulsiona cooperação, liderança, disciplina, empatia, respeito a limites e regras — habilidades essenciais para conviver em sociedade. Nos jovens, contribui ao desenvolvimento da responsabilidade, autorregulação emocional e respeito .

    Valores como fair play, aceitação de regras e tolerância são aprendidos no esporte universitário, educacional e recreativo.

    Educação integral e desenvolvimento

    Nas escolas, o esporte educacional funciona como ferramenta pedagógica para desenvolver autonomia, pensamento crítico, trabalho em grupo e cidadania.

    Inclusão social e qualidade de vida

    Em comunidades vulneráveis, o esporte pode afastar jovens do crime, promover saúde pública e inclusão. No Brasil, medidas governamentais visam levar esporte às escolas como forma de combate ao sedentarismo.

    .


    Diferenças entre esporte e atividade física

    Enquanto a atividade física geral inclui caminhadas, dança ou recreação, o esporte implica competição estruturada, regulamentos, árbitros e recompensas. Atividades físicas visam saúde e bem-estar geral, mas o esporte agrega metas, disciplina, métricas comparativas e espírito competitivo. Porém, o esporte pode ser usado como forma de aumentar nosso nível de atividade física e assim, nossa saúde.


    O esporte é…

    O esporte é muito mais do que exercício: é cultura, educação, saúde e coesão social. Estruturado por regras e competições, transcende gerações. Age como agente de desenvolvimento humano: potencializa corpos, mente e coletividades. Em escolas, facilita ensino de cidadania; em comunidades, promove inclusão; na vida adulta, protege a saúde; no envelhecimento, reforça autonomia.

    Resumindo: o esporte, institucional e competitivo, molda indivíduos e sociedades – transformando desafios em superação, regras em ética e vitórias em inclusão. Por isso, ele é essencial para o desenvolvimento integral do ser humano e sua saúde.

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  • HIIT revoluciona suporte ao tratamento do diabetes tipo 2: meta-análises indicam melhora expressiva

    HIIT revoluciona suporte ao tratamento do diabetes tipo 2: meta-análises indicam melhora expressiva


    🩺 O que é HIIT e por que mobiliza atenção da equipe de saúde?

    O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) consiste em séries curtas de exercícios anaeróbicos intensos, seguidos por momentos de recuperação ativa . Normalmente com duração total inferior a 30 minutos com um formato que cabe na rotina atribulada de muitos pacientes .

    Evidências científicas no diabetes tipo 2

    Controle glicêmico aprimorado

    • Uma meta-análise com 13 ensaios clínicos, envolvendo centemas de participantes com diabetes tipo 2, mostrou que o HIIT reduziu significativamente o HbA1c, insulina em jejum e gordura corporal mais do que o treinamento contínuo de intensidade moderada (MICT).
    • Outro estudo mais recente apontou melhora no perfil glicêmico, mesmo em protocolos de baixo volume, evidenciada pela redução de glicemia de jejum e resistência à insulina .

    Composição corporal e perfil metabólico

    • O HIIT promoveu diminuição moderada, porém significativa, do peso corporal (média de –1,22 kg) e IMC (–0,4 kg/m²), além de diminuição de gordura e aumento de HDL .
    • Foi constatada também melhora do perfil lipídico — redução de colesterol total, LDL, triglicerídeos e aumento do colesterol bom .

    Capacidade cardiorrespiratória e saúde cardiovascular

    • Algumas revisões sistemáticas confirmam que o HIIT aumenta a VO₂max em cerca de 3 mL/kg/min comparado ao MICT, beneficiando diretamente a capacidade funcional de quem vive com diabetes tipo 2 .
    • O treinamento rápido (ex.: 10 séries de 1 min a ~90% da capacidade máxima) reduziu a glicemia média de 24 h em apenas duas semanas .

    Influência de protocolos mais longos ou intensos

    • Meta-análises recentes indicam que protocolos HIIT com maior duração de sessão, volume de treino e extensão do programa (long‑term) produzem melhores resultados em redução de peso, circunferência abdominal e capacidade cardiorrespiratória .
    • No entanto, comparado ao MICT, a melhora no controle metabólico (glicemia e HOMA‑IR) foi similar, sugerindo que o principal diferencial do HIIT pode estar na conveniência e ganho de tempo, sem perda de eficácia .

    Vantagens e precauções do HIIT

    Eficiência de tempo e adesão

    Para pacientes com rotinas apertadas, HIIT oferece uma alternativa eficiente — sessões típicas duram de 4 a 30 minutos, mas rendem benefícios equivalentes ao treino aeróbico convencional de 30-60 minutos .

    Riscos e perfil seguro

    Por ser intenso, recomenda-se iniciar com protocolos de baixo volume para minimizar riscos de lesão ou sobrecarga cardiovascular .Estudos também validam a segurança do HIIT em pacientes com diabetes tipo 2, desde que seja feita adaptação adequada e supervisão do profissional de Educação física e médico .

    Sugerimos leitura dos artigos:

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36686490

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29329778

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39358495


    Treino de alta intensidade para DM2

    HIIT mostra-se um importante coadjuvante no manejo do diabetes tipo 2, entregando resultados robustos como:

    • Controle glicêmico aprimorado (redução de HbA1c e glicemia de jejum);
    • Melhora da composição corporal e perfil lipídico;
    • Aumento expressivo na capacidade cardiorrespiratória (VO₂max);
    • Menor tempo de treino, facilitando adesão.

    Embora protocolos de maior volume tragam vantagens extras, mesmo versões compactas de HIIT já promovem ganhos significativos. O segredo parece residir no equilíbrio entre intensidade e segurança — iniciando com intensidades adaptadas e, se possível, com ajuda profissional.
    Para profissionais de saúde e pacientes, o HIIT pode ser uma adição estratégica ao plano de atividade física, potencializando a eficácia do tratamento sem demandar longas horas de treino. A combinação de baixo tempo de execução e grande impacto torna o HIIT uma “estratégia-expressa” de sucesso.

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  • HIIT no Controle do Diabetes Tipo 1: A Revolução dos Treinos Intensos para a Saúde Metabólica

    HIIT no Controle do Diabetes Tipo 1: A Revolução dos Treinos Intensos para a Saúde Metabólica

    Um novo aliado para quem vive com diabetes tipo 1

    O diabetes tipo 1, uma condição crônica caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas e consequente deficiência de insulina, exige cuidados contínuos com alimentação, insulina e, claro, atividade física. Nos últimos anos, o Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) tem chamado atenção não apenas por sua eficiência em queimar calorias em curto tempo, mas também por seus impactos metabólicos profundos. Para pessoas com diabetes tipo 1 (DM1), o HIIT surge como uma estratégia promissora — com benefícios que vão além da estética.

    O que é o HIIT e por que ele se destaca?

    O HIIT consiste em alternar períodos curtos de esforço intenso (como corrida, ciclismo ou exercícios funcionais) com intervalos de descanso ou esforço leve. Esse modelo, diferente dos treinos aeróbicos contínuos, promove adaptações fisiológicas rápidas e intensas.

    Pesquisas recentes indicam que o HIIT pode melhorar a sensibilidade à insulina, a capacidade cardiorrespiratória e a regulação glicêmica — três pontos-chave para quem convive com o DM1. Além disso, por demandar menos tempo (em média 15 a 30 minutos por sessão), é mais acessível para pessoas com rotinas apertadas ou pouca tolerância a treinos longos.

    HIIT e o Diabetes Tipo 1: O que dizem os estudos?

    Controle glicêmico e variabilidade

    Estudos clínicos têm mostrado que o HIIT pode ajudar a reduzir as oscilações da glicemia durante e após o exercício, diminuindo o risco de hipoglicemia — um dos principais medos dos diabéticos durante o treino. Diferente de exercícios aeróbicos prolongados, que podem induzir quedas bruscas de glicose, o HIIT, por envolver estímulos anaeróbicos, ativa hormônios contrarreguladores como o glucagon e a adrenalina, que ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue mais estáveis.

    Além disso, o HIIT também promove aumento da captação de glicose pelos músculos, independentemente da insulina, contribuindo para um melhor controle pós-prandial (após as refeições).

    Impactos cardiovasculares e inflamatórios

    Outro benefício relevante é a melhora na saúde cardiovascular. Pessoas com diabetes tipo 1 têm risco aumentado de doenças cardíacas, e o HIIT demonstrou melhorar a função endotelial (saúde das artérias), a pressão arterial e a frequência cardíaca de repouso. Há também indícios de que o HIIT pode reduzir marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa, fortalecendo ainda mais o sistema imunológico e a proteção vascular.

    Composição corporal e bem-estar psicológico

    Muitos praticantes de HIIT relatam não apenas redução da gordura corporal, mas também maior disposição, melhora no humor e na autoestima — aspectos essenciais para quem lida com uma doença crônica. A liberação de endorfinas durante treinos de alta intensidade pode ser uma aliada poderosa contra o estresse e a ansiedade, que são comuns entre pessoas com DM1.

    Precauções e recomendações para diabéticos tipo 1

    Apesar dos benefícios, é fundamental que pessoas com diabetes tipo 1 façam ajustes e monitoramentos específicos ao adotar o HIIT. Abaixo, algumas recomendações básicas para uma prática segura:

    • Monitoramento glicêmico: sempre medir a glicose antes, durante (quando possível) e após os treinos. É possível ter hiperglicemia de forma aguda e ter hipoglicemias tardias, principalmente noturna.
    • Ajuste de insulina: pode ser necessário reduzir doses de insulina rápida antes do exercício, conforme orientação médica.
    • Alimentação pré-treino: consumir um lanche com carboidratos de digestão lenta pode prevenir hipoglicemias tardias.
    • Equipamentos e supervisão: é recomendável começar o HIIT com supervisão de um profissional de educação físca e equipe de saúde, principalmente nas primeiras semanas.

    Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35714884/

    Sugestão de leitura 2: https://www.nature.com/articles/s41574-022-00756-6

    Sugestão de leitura das Diretrizes Brasileiras para pessoa com diabetes: https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-fisico-no-diabetes-mellitus-tipo-1/

    HIIT é seguro e eficaz — com planejamento

    O HIIT representa uma abordagem moderna, eficiente e adaptável para o cuidado com o diabetes tipo 1. Quando realizado com o devido acompanhamento, pode melhorar o controle glicêmico, reduzir riscos cardiovasculares e promover uma melhor qualidade de vida.

    Para muitos, ele deixa de ser apenas um método de treino e se torna uma ferramenta estratégica no combate às complicações do DM1. Como toda mudança, exige atenção e personalização — mas seus resultados podem ser verdadeiramente transformadores.

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    SAÚDEhttps://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-health-briefs-junho-de-2025/
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    FINANÇAhttps://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-finance-briefs-junho-de-2025/
    CIENTÍFICOhttps://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-scientific-briefs-junho-de-2025/
    NOTÍCIAShttps://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-news-briefs-junho-de-2025/
  • Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Junho de 2025)?

    Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Junho de 2025)?

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    Categoria: Resumo de Dicas de Saúde

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  • HIIT no Mundo dos Atletas: Estratégia Inteligente ou Risco Oculto?

    HIIT no Mundo dos Atletas: Estratégia Inteligente ou Risco Oculto?



    O Que É HIIT e Por Que Está em Alta

    O Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, mais conhecido como HIIT (High-Intensity Interval Training), tem ganhado cada vez mais espaço nos programas de preparação física – não apenas entre praticantes recreacionais, mas também no meio profissional. O método se caracteriza por breves explosões de esforço máximo, intercaladas com períodos curtos de recuperação.

    Estudos recentes apontam que o HIIT pode gerar adaptações fisiológicas semelhantes (ou até superiores) ao treino contínuo de longa duração, em menos tempo. Mas a pergunta que surge é: atletas de alto rendimento se beneficiam do HIIT da mesma forma que o público geral?


    HIIT e o Desempenho Atlético: Um Casamento Potencialmente Poderoso?

    Pesquisas conduzidas em laboratórios de fisiologia do exercício mostram que o HIIT pode melhorar:

    • VO₂máx (consumo máximo de oxigênio)
    • Capacidade anaeróbica
    • Sensibilidade à insulina e metabolismo de glicose
    • Composição corporal

    Para atletas, essas adaptações são desejáveis, especialmente em modalidades que exigem explosão, agilidade e recuperação rápida – como futebol, tênis, basquete, atletismo e esportes de combate. Além disso, o HIIT é uma alternativa eficiente em fases de pré-temporada ou de manutenção física, quando o tempo é um recurso escasso.


    Quando o HIIT Pode Ser um Erro Estratégico?

    Apesar dos benefícios, o uso indiscriminado do HIIT pode ser prejudicial para atletas, principalmente em fases de pico competitivo. Isso ocorre por vários motivos:

    1. Estresse Fisiológico Excessivo

    Treinos de alta intensidade geram maior resposta inflamatória e necessidade de recuperação muscular. Em atletas já expostos a volumes elevados de treino técnico e tático, o acréscimo de HIIT pode levar ao overtraining e à redução de performance.

    2. Risco de Lesão

    Movimentos de explosão, sprints e mudanças bruscas de direção – comuns no HIIT – aumentam o risco de lesões musculares, especialmente em atletas que já estão sob carga de treino intensa.

    3. Incompatibilidade com Fases da Periodização

    O HIIT deve ser estrategicamente inserido dentro de uma periodização bem planejada. Em momentos de transição, base ou regeneração, seu uso deve ser moderado ou substituído por atividades aeróbicas leves, com foco em recuperação.


    O Que Dizem os Especialistas?

    O HIIT é excelente para melhorar componentes aeróbicos e anaeróbicos de forma rápida, mas precisa ser adaptado à realidade do esporte e ao momento da temporada. Ele destaca que o método é útil em esportes intermitentes, desde que bem monitorado. O HIIT pode ser uma faca de dois gumes: melhora a performance em alguns contextos, mas pode derrubar o rendimento se mal dosado.


    Casos de Sucesso no Uso do HIIT

    Equipes de elite do futebol europeu, como o Manchester City e o Bayern de Munique, têm usado o HIIT como complemento ao treino tático. Os resultados têm sido positivos em termos de resistência e recuperação pós-jogo.

    No atletismo, velocistas e corredores de meio fundo utilizam o HIIT como forma de estímulo anaeróbico controlado, especialmente fora da temporada competitiva. Em esportes como o MMA, o HIIT se encaixa bem na preparação física geral.


    HIIT Para Atletas, Sim – Mas Com Sabedoria

    O treinamento HIIT tem grande potencial para melhorar o desempenho esportivo quando usado com inteligência. Para atletas, ele pode ser um aliado poderoso, desde que aplicado com base em critérios fisiológicos, respeitando o volume total de carga e as necessidades específicas da modalidade.

    Não se trata de substituir o treino tradicional, mas sim de integrar o HIIT como ferramenta complementar, respeitando a individualidade biológica do atleta e os princípios da periodização esportiva.

    Em resumo: o HIIT é bom para atletas? Sim — quando bem planejado, monitorado e ajustado ao momento certo. Afinal, mais importante do que treinar intensamente, é treinar com propósito.

    Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30100881/

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  • Exercício Aeróbico é Arma Poderosa Contra a Hipertensão

    Exercício Aeróbico é Arma Poderosa Contra a Hipertensão

    Uma ameaça silenciosa e crescente

    A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma das principais causas de morte no mundo. Milhares de pessoas sofrem com essa condição pelo mundo, responsável por aumentar o risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e insuficiência renal. Embora os medicamentos antihipertensivos sejam amplamente utilizados no tratamento, especialistas em saúde têm reforçado que o exercício aeróbico regular pode ser um poderoso aliado — e em muitos casos, até mais eficaz que os remédios.

    O que é o exercício aeróbico?

    Exercício aeróbico é qualquer atividade física que aumenta a frequência cardíaca e a respiração de forma sustentada, utilizando o oxigênio como principal fonte de energia. Caminhada rápida, corrida leve, pedalada, natação e dança são exemplos clássicos.

    Redução significativa da pressão arterial

    O impacto direto no sistema cardiovascular

    Diversos estudos clínicos demonstram que praticar exercício aeróbico regularmente — pelo menos 150 minutos por semana — pode reduzir de 5 a 8 mmHg a pressão arterial sistólica (o número mais alto na leitura da pressão). Essa queda, apesar de parecer modesta, reduz significativamente o risco de eventos cardiovasculares fatais.

    A explicação está nos efeitos diretos do exercício sobre o sistema vascular. A prática aeróbica melhora a função endotelial (a capacidade dos vasos sanguíneos de se dilatarem), reduz a rigidez arterial e promove maior vasodilatação. Além disso, ela diminui a resistência periférica dos vasos e promove uma redistribuição do fluxo sanguíneo, facilitando o trabalho do coração.

    Benefícios além da pressão

    Além do efeito hipotensor, o exercício aeróbico ajuda no controle de outras comorbidades associadas à hipertensão, como obesidade, diabetes tipo 2 e colesterol elevado. Também reduz os níveis de estresse e ansiedade — fatores que agravam o quadro hipertensivo —, promovendo uma melhora geral na saúde mental e emocional do indivíduo.

    Quem pode praticar?

    Adaptação à realidade do paciente hipertenso

    Um dos grandes trunfos do exercício aeróbico como terapia é sua acessibilidade. Praticamente qualquer pessoa, em qualquer idade, pode se beneficiar, mesmo os sedentários. O ideal é começar de forma progressiva, com orientação médica e de um profissional de educação física, especialmente se houver outras doenças associadas.

    As diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) recomendam caminhadas diárias de 30 minutos, cinco vezes por semana, como uma intervenção inicial eficaz. Com o tempo, pode-se evoluir para outras modalidades, respeitando os limites individuais.

    Evidências científicas robustas

    Em uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine, pesquisadores analisaram centenas de ensaios clínicos envolvendo milhares de pacientes. A conclusão foi clara: o exercício físico, especialmente o aeróbico, tem eficácia comparável ou superior a muitos medicamentos no controle da pressão arterial, sobretudo nos estágios iniciais da hipertensão.

    Sugestão de leitura: https://bjsm.bmj.com/content/57/20/1317

    Barreiras e soluções

    Por que muitos ainda não praticam?

    Apesar das evidências, milhões de hipertensos ainda não adotam o exercício como parte do tratamento. Os motivos vão desde a falta de tempo até a desinformação sobre os benefícios e o medo de complicações. Há ainda uma falsa crença de que só o medicamento basta.

    Como superar?

    Campanhas públicas, prescrição médica formal de atividade física e incentivo por parte da equipe multiprofissional de saúde são caminhos fundamentais. Academias públicas, parques com sinalização de trajetos e programas comunitários de caminhada também têm mostrado resultados positivos em várias cidades brasileiras.

    Movimente-se para viver mais e melhor

    O exercício aeróbico deixou de ser apenas uma recomendação genérica para tornar-se uma das estratégias centrais no combate à hipertensão. Simples, acessível e com benefícios que ultrapassam a queda da pressão, a atividade física regular deve ser encarada como um verdadeiro “remédio natural”. Em um mundo cada vez mais sedentário, colocar o corpo em movimento pode ser a decisão mais importante para viver mais — e com mais saúde.

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  • HIIT: Treino de alta intensidade que transforma o corpo e a saúde em pouco tempo

    HIIT: Treino de alta intensidade que transforma o corpo e a saúde em pouco tempo


    Um método rápido, eficiente e cientificamente comprovado para todos os públicos

    Você já se sentiu sem tempo para treinar, mas com vontade de melhorar sua saúde, ganhar condicionamento ou queimar gordura? O HIIT (High-Intensity Interval Training), ou treino intervalado de alta intensidade, tem se destacado nos últimos anos como uma das estratégias mais eficazes para quem busca resultados expressivos em menos tempo — e o melhor: acessível para pessoas de diferentes perfis, idades e níveis de condicionamento.


    O que é o HIIT e como ele funciona

    O HIIT é um método de treinamento que alterna períodos curtos de exercício em alta intensidade de esforço físico com períodos de recuperação ativa ou descanso passivo (sem fazer esforço físico). Diferente dos treinos tradicionais de resistência (como caminhadas longas ou sessões contínuas de bicicleta), o HIIT exige que você dê “o máximo” de esforço durante os intervalos de alta intensidade — por exemplo, sprints de corrida, pedaladas vigorosas, saltos ou exercícios de peso corporal.

    Um protocolo típico de HIIT pode durar entre 10 e 30 minutos, dependendo do nível do praticante e dos objetivos. A simplicidade do método é uma de suas maiores vantagens: ele pode ser aplicado em treinos de corrida, ciclismo, natação, musculação, exercícios funcionais ou até mesmo em casa, sem equipamentos.


    Por que o HIIT é tão eficiente? A ciência explica

    Gasto calórico elevado e queima de gordura acelerada

    Um dos grandes atrativos do HIIT é seu impacto sobre o metabolismo. Pesquisas mostram que, mesmo com sessões curtas, o HIIT gera um alto gasto energético — e mais: o corpo continua queimando calorias durante horas após o treino devido ao efeito EPOC (Excess Post-exercise Oxygen Consumption), conhecido como “afterburn”.

    Isso faz do HIIT uma ferramenta poderosa para a redução da gordura corporal, especialmente da gordura visceral, que está associada a maior risco cardiovascular.

    Economia de tempo: a grande vantagem moderna

    Em um mundo cada vez mais corrido, o HIIT oferece uma resposta à falta de tempo. Uma sessão de 15 a 20 minutos bem executada pode oferecer os mesmos ou até melhores benefícios metabólicos e cardiovasculares do que uma hora de exercício contínuo moderado.

    Essa eficiência torna o HIIT ideal para quem tem agenda apertada, como profissionais, estudantes ou pais com pouco tempo livre.


    Benefícios do HIIT para a população em geral

    Manutenção e ganho de massa muscular

    Ao contrário de treinos aeróbicos prolongados, o HIIT tende a preservar ou até estimular a hipertrofia muscular, especialmente quando combinado com exercícios de resistência (como agachamentos, saltos ou kettlebell swings).

    Isso é fundamental para a população geral, já que a manutenção de massa muscular é um dos principais fatores de proteção contra perda funcional com o envelhecimento.

    Melhora do condicionamento cardiorrespiratório

    Estudos apontam que o HIIT melhora a capacidade aeróbica de forma igual ou superior a treinos contínuos de longa duração. O coração se torna mais eficiente, a circulação melhora e a capacidade pulmonar aumenta.

    Isso significa que mesmo pessoas com baixo condicionamento inicial conseguem, com treinos regulares, sentir melhora significativa em poucos meses — um impacto direto na qualidade de vida e no bem-estar.

    Impacto psicológico e adesão

    Outro aspecto positivo do HIIT é seu impacto sobre a motivação e a adesão ao programa de exercícios. Por ser variado, dinâmico e de curta duração, o HIIT é percebido como mais “divertido” e menos monótono que treinos longos e repetitivos.

    Além disso, estudos indicam que a prática regular de HIIT está associada a melhora do humor, redução de sintomas de ansiedade e depressão e aumento da sensação de autoeficácia.


    O HIIT é para todos? Cuidados e recomendações

    Embora o HIIT seja adaptável a diferentes perfis, ele exige atenção individualizada. Pessoas sedentárias, com sobrepeso, idosos ou com condições médicas específicas devem ser avaliadas antes de iniciar o método, de preferência com acompanhamento profissional.

    Começar com intensidades e volumes adequados, respeitar os limites do corpo e progredir gradualmente são estratégias fundamentais para evitar lesões ou sobrecarga excessiva.


    Um aliado moderno para uma vida mais ativa e saudável

    O HIIT se consolida como um dos métodos mais versáteis e cientificamente respaldados da atualidade. Seus benefícios — que vão da melhora da saúde metabólica ao aumento da performance, passando pela otimização do tempo e impacto positivo no bem-estar mental — fazem dele uma excelente opção para a população em geral.

    Em um mundo onde tempo e saúde são recursos valiosos, o HIIT surge como um convite acessível: com poucos minutos por semana, é possível transformar a saúde, o corpo e a qualidade de vida.


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  • Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Maio de 2025)?

    Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Maio de 2025)?

    Vamos apresentar as postagens mais vistas desse mês, aqui no nosso JustBriefit, por categorias. Então, venha rever conosco!

    Categoria: Resumo de Dicas de Saúde

    Sugerimos rever as demais postagens.

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  • Treino Combinado: Saiba Por Que Unir Musculação e Cardio Pode Transformar Seus Resultados

    Treino Combinado: Saiba Por Que Unir Musculação e Cardio Pode Transformar Seus Resultados

    A união que transforma o corpo e a saúde

    Nos últimos anos, o debate entre praticantes de atividades físicas girava em torno de uma dúvida comum: afinal, o que é melhor — musculação ou aeróbico? Agora, uma nova abordagem ganha força entre profissionais de saúde e entusiastas do fitness: o treino combinado, que une o melhor dos dois mundos. A tendência não só está se popularizando nas academias, como também vem sendo respaldada por estudos científicos que comprovam sua eficácia para diversos objetivos — desde emagrecimento até ganho de massa muscular e melhora da saúde cardiovascular.

    O que é o treino combinado?

    O treino combinado, também chamado de “combined ou concurrent training” na literatura científica, é a integração de exercícios aeróbicos e de força em uma mesma rotina de treinamento. Ele pode ser feito em dias alternados ou, com cuidado estratégico, até mesmo na mesma sessão.

    Esse tipo de treino desafia o corpo de maneira ampla, promovendo adaptações musculares e cardiorrespiratórias simultaneamente. Isso significa que você pode perder gordura, manter/ganhar músculo e melhorar o condicionamento físico geral ao mesmo tempo — algo que, até pouco tempo atrás, muitos acreditavam ser impossível.

    Benefícios do treino combinado

    1. Melhora da composição corporal

    Para quem busca emagrecer sem perder massa magra, o treino combinado é um verdadeiro aliado. A musculação ajuda a preservar e aumentar a massa muscular, enquanto o aeróbico acelera o gasto calórico, otimizando a queima de gordura.

    Estudos mostram que, em programas bem estruturados, a combinação de musculação e aeróbico tende a ser mais eficaz para redução do percentual de gordura corporal do que qualquer um dos métodos isoladamente.

    2. Potencialização da saúde metabólica

    Esse tipo de treino também favorece o controle da glicemia, melhora os níveis de colesterol e reduz a pressão arterial. Para pessoas com síndrome metabólica, pré-diabetes ou obesidade, o efeito conjunto das duas modalidades se mostra mais eficiente do que treinos isolados.

    3. Aumento do condicionamento físico geral

    Enquanto a musculação melhora a força, a resistência muscular e a densidade óssea, o treino aeróbico atua diretamente sobre o sistema cardiovascular e a capacidade pulmonar. O treino combinado promove uma melhora mais abrangente da aptidão física, tornando o indivíduo mais resiliente, resistente e funcional no dia a dia.

    Sugestão de leitura

    https://www.researchgate.net/publication/318085422_Efetividade_de_um_programa_de_exercicios_combinados_sobre_as_variaveis_antropometricas_composicao_corporal_e_testes_neuromotores_em_mulheres_idosas

    4. Versatilidade e motivação

    Treinos combinados podem ser mais dinâmicos, variados e menos monótonos. Essa diversidade tende a aumentar a adesão ao programa de exercícios, especialmente para pessoas que têm dificuldade em manter a regularidade com apenas uma modalidade.

    Como combinar musculação e aeróbico corretamente?

    Ordem dos exercícios importa

    Se o objetivo principal for ganho de massa muscular, o ideal é começar pela musculação e deixar o cardio para o final. Já se a meta for melhora do condicionamento cardiovascular ou emagrecimento, começar com o aeróbico pode fazer mais sentido.

    Porém, vale lembrar: fazer os dois na mesma sessão exige planejamento. O ideal é evitar treinos muito longos, que possam elevar o risco de fadiga e comprometer o desempenho.

    Separação por turnos ou dias diferentes

    Outra estratégia eficaz é realizar os treinos em horários diferentes no mesmo dia (por exemplo, musculação de manhã e aeróbico à tarde), ou até em dias alternados. Essa divisão reduz a interferência entre os estímulos e permite uma recuperação mais eficiente.

    A importância da individualização

    Cada pessoa responde de maneira diferente ao treino combinado, por isso a orientação de um profissional de educação física é essencial para ajustar volume, intensidade e frequência de acordo com o objetivo, o nível de condicionamento e possíveis limitações.

    Menos disputa, mais sinergia

    A velha rivalidade entre musculação e cardio está com os dias contados. O treino combinado surge como uma abordagem inteligente, eficiente e equilibrada, capaz de entregar o que muitos consideravam paradoxal: hipertrofia com queima de gordura, resistência com força, saúde com estética.

    Seja você um atleta, iniciante ou praticante regular, combinar musculação e aeróbico pode ser a chave para superar platôs, turbinar os resultados e manter a saúde em dia. Em tempos de rotinas apertadas, a integração entre essas duas vertentes do exercício físico se mostra uma solução prática, versátil e poderosa para quem busca o melhor desempenho — dentro e fora da academia.

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  • Exercícios com o Peso do Corpo Ganham Espaço no Controle do Diabetes

    Exercícios com o Peso do Corpo Ganham Espaço no Controle do Diabetes

    Uma alternativa simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular e o controle glicêmico

    Atividade física: uma aliada indispensável no tratamento do diabetes

    O diabetes é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas no mundo e se caracteriza por níveis elevados de glicose no sangue. Embora o uso de medicamentos, incluindo a insulina em muitos casos, seja essencial para o controle da doença, a prática regular de exercícios físicos é amplamente reconhecida como parte fundamental do tratamento.

    Incorporar atividades físicas à rotina ajuda a controlar os níveis de glicose, melhora a sensibilidade à insulina e reduz o risco de complicações cardiovasculares — uma das principais causas de mortalidade entre pessoas com diabetes. Além disso, o exercício físico contribui para a redução da pressão arterial, melhora a frequência cardíaca e fortalece o sistema cardiovascular.

    Aeróbico ou força? Ambos são eficazes — e funcionais

    Tanto os exercícios aeróbicos (como caminhada, bicicleta e corrida) quanto os exercícios de força (como musculação) são recomendados para pessoas com diabetes. Quando realizados com intensidade moderada por pelo menos 30 minutos, essas atividades oferecem benefícios semelhantes em termos de controle glicêmico e saúde geral.

    Pesquisas têm comparado diferentes tipos de exercício quanto à sua eficácia na redução da glicemia. A conclusão é clara: se feitos com intensidade e duração semelhantes, os exercícios aeróbicos e de força têm efeitos importantes sobre os níveis de açúcar no sangue e os indicadores cardiovasculares.

    Exercícios com o peso do corpo: praticidade e benefícios comprovados

    Com o crescimento do interesse por práticas mais acessíveis, os exercícios funcionais com o peso do corpo (BWFE — Body-Weight Functional Exercises) estão ganhando destaque como estratégia complementar no tratamento do diabetes. Esses exercícios incluem agachamentos, flexões, pranchas e outros movimentos que utilizam o próprio peso corporal como resistência. São práticos, não requerem equipamentos e podem ser feitos em casa.

    O conceito de exercício funcional vai além da estética: ele busca melhorar a capacidade de realizar tarefas do dia a dia com mais eficiência e segurança. Para pessoas com diabetes, isso se traduz em maior autonomia, melhora na circulação, controle da glicose e até apoio na perda de peso.

    Um estudo notável avaliou os efeitos de um programa de 12 semanas que combinava calistenia, exercícios aeróbicos e de força em adolescentes com diabetes. Os resultados mostraram melhorias significativas na resistência cardiorrespiratória, força muscular, perfil lipídico e controle glicêmico. Em outro estudo, uma sessão de 30 minutos com videogames ativos — uma forma divertida de treino com o peso do corpo — melhorou a função endotelial, a glicemia e a pressão arterial.

    Citações:

    https://www.researchgate.net/publication/381378128_Is_a_12-week_home-based_functional_teletraining_for_individuals_with_type_2_diabetes_an_alternative_for_blood_glucose_control

    https://www.researchgate.net/publication/354153466_Cardiovascular_and_Enjoyment_Comparisons_after_Active_Videogame_and_Running_in_Type-1_Diabetics_A_Randomized_Crossover_Trial

    Nova evidência reforça o potencial dos exercícios funcionais

    Um estudo recente comparou os efeitos de três modalidades de exercício — funcional com peso corporal (BWFE), exercício aeróbico intervalado e treino de força — em adultos com diabetes. Os participantes passaram por sessões semelhantes em intensidade e duração, e os pesquisadores mediram os efeitos imediatos no nível de glicose e na função cardiovascular.

    O resultado? Os exercícios com peso corporal produziram efeitos comparáveis aos das modalidades tradicionais. Além disso, os praticantes relataram altos níveis de prazer durante a sessão — um fator-chave para a adesão ao exercício a longo prazo.

    Citação

    https://www.researchgate.net/publication/390941809_Body-weight_functional_exercise_promotes_greater_and_safer_blood_glucose_reduction_compared_to_aerobic_and_strength_exercises_in_type_1_diabetics_a_randomised_crossover_study

    A importância do prazer e da acessibilidade no exercício

    Para muitas pessoas, iniciar e manter uma rotina de exercícios pode ser desafiador. Falta de tempo, de motivação ou de acesso a academias são barreiras comuns. Os exercícios com o peso do corpo, no entanto, oferecem uma solução prática: podem ser realizados em casa, em qualquer horário e com zero custo.

    Mais importante ainda, a sensação de prazer durante o exercício tem um papel decisivo na continuidade da prática. Se a atividade for agradável, é mais provável que ela se torne um hábito duradouro — e, nesse contexto, o efeito no controle do diabetes será ainda mais significativo.

    Um caminho acessível para controlar o diabetes

    Diante das evidências, uma mensagem se destaca: o controle do diabetes não depende apenas de medicamentos. Práticas simples, como exercícios com o próprio peso corporal, podem oferecer grandes benefícios — melhorando a glicemia, protegendo o coração e promovendo qualidade de vida.

    A boa notícia? Para começar a cuidar melhor da saúde, tudo o que você precisa pode ser um espaço na sala e 30 minutos do seu dia. É possível controlar o diabetes com movimentos simples, consistência e prazer.

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    https://justbriefit.com/avaliacao-da-flexibilidade-comparacao-entre-ambientes-real-e-virtual
  • Exercício Físico Funcional: O Segredo para um Corpo Forte, Ágil e Saudável

    Exercício Físico Funcional: O Segredo para um Corpo Forte, Ágil e Saudável


    O que é o Treinamento Funcional?

    O treinamento funcional é uma modalidade de exercício físico que simula movimentos naturais do cotidiano, como agachar, empurrar, puxar e levantar objetos. Diferente da musculação tradicional, que isola grupos musculares, o funcional trabalha o corpo de forma integrada, promovendo força, equilíbrio e coordenação.


    Benefícios do Treinamento Funcional

    Melhora do Condicionamento Físico

    O treinamento funcional aumenta a resistência cardiorrespiratória, permitindo que o praticante realize atividades diárias com mais disposição e menor fadiga.

    Fortalecimento Muscular

    Ao envolver múltiplos grupos musculares em cada exercício, o funcional promove um fortalecimento equilibrado, essencial para a estabilidade corporal.

    Emagrecimento e Definição Muscular

    Por ser uma atividade de alta intensidade, o treinamento funcional acelera o metabolismo, favorecendo a queima de gordura e a definição muscular.

    Melhora da Postura e Equilíbrio

    Exercícios que fortalecem o core (músculos abdominais, lombares e pélvicos) ajudam a manter a coluna alinhada e melhoram o equilíbrio, reduzindo o risco de quedas.

    Aumento da Flexibilidade e Mobilidade

    Movimentos dinâmicos e variados aumentam a amplitude de movimento das articulações, melhorando a flexibilidade e facilitando tarefas cotidianas.

    Prevenção de Lesões

    Ao fortalecer músculos e articulações, o treinamento funcional reduz o risco de lesões, especialmente aquelas causadas por movimentos repetitivos ou postura inadequada.

    Redução do Estresse e Ansiedade

    A prática regular libera endorfinas, hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar, ajudando a combater o estresse e a ansiedade.

    Sugestão de leitura de artigo científico: https://www.researchgate.net/publication/390941809_Body-weight_functional_exercise_promotes_greater_and_safer_blood_glucose_reduction_compared_to_aerobic_and_strength_exercises_in_type_1_diabetics_a_randomised_crossover_study?_tp=eyJjb250ZXh0Ijp7InBhZ2UiOiJwcm9maWxlIiwicHJldmlvdXNQYWdlIjpudWxsLCJwb3NpdGlvbiI6InBhZ2VDb250ZW50In19


    Para Quem é Indicado?

    O treinamento funcional é adaptável a todas as idades e níveis de condicionamento físico. Desde atletas buscando melhorar o desempenho até idosos visando manter a mobilidade, todos podem se beneficiar dessa prática.


    Como Começar?

    Antes de iniciar, é recomendável consultar um profissional de educação física para avaliar a aptidão física e saúde em geral e encaminhar para um médico ou outro profissional especializado para as necessidades individuais.


    Exercício físico eficaz

    O treinamento funcional é uma abordagem eficaz e versátil para melhorar a saúde física e mental. Com exercícios que imitam movimentos do dia a dia, promove força, equilíbrio, flexibilidade e bem-estar geral. Seja para melhorar o desempenho esportivo ou simplesmente para viver com mais qualidade, o funcional é uma excelente escolha

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  • Alongamento: Um Aliado Surpreendente no Controle do Diabetes Mellitus​

    Alongamento: Um Aliado Surpreendente no Controle do Diabetes Mellitus​


    Descubra como o alongamento pode transformar a saúde de quem convive com diabetes

    O alongamento, muitas vezes subestimado, é uma ferramenta poderosa no manejo do Diabetes Mellitus (DM). Mais do que apenas um preparo para atividades físicas, ele traz benefícios significativos para o controle glicêmico, a flexibilidade e a qualidade de vida de pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2.

    O que é o alongamento e por que é essencial para pessoas com diabetes?

    O alongamento consiste em exercícios que têm como objetivo aumentar a flexibilidade muscular e a amplitude de movimento das articulações. Para as pessoas com diabetes, essa prática é especialmente benéfica, pois auxilia no combate a complicações musculoesqueléticas comuns, como rigidez articular e perda de mobilidade. Além disso, o alongamento melhora a circulação sanguínea, um fator crucial para prevenir problemas como neuropatia periférica e dificuldades na cicatrização de feridas.

    Benefícios do alongamento para quem tem Diabetes Mellitus

    1. Melhora no controle glicêmico
      Estudos mostram que a prática regular de alongamento pode contribuir para a redução dos níveis de glicose no sangue. Isso acontece porque o alongamento ativa os músculos, o que aumenta a captação de glicose pelas células musculares, mesmo sem a presença da insulina. Esse efeito é particularmente benéfico para pessoas com resistência à insulina, como aquelas com diabetes tipo 2.
    2. Prevenção de complicações musculoesqueléticas
      O diabetes pode ocasionar complicações como a síndrome do túnel do carpo e capsulite adesiva (ombro congelado). O alongamento regular ajuda a manter a flexibilidade e a mobilidade das articulações, o que reduz o risco dessas condições.
    3. Melhora na circulação sanguínea
      O alongamento estimula a circulação sanguínea, um aspecto fundamental para pessoas com diabetes, pois ajuda a prevenir úlceras nos pés e outras complicações relacionadas à má circulação.
    4. Redução do estresse e melhoria do bem-estar
      Além dos benefícios físicos, o alongamento tem efeitos positivos na saúde mental, ajudando a reduzir o estresse e a ansiedade. Isso é importante porque o estresse pode afetar negativamente o controle glicêmico.

    Como incorporar o alongamento na rotina diária

    Para aproveitar os benefícios do alongamento, recomenda-se:

    • Realizar sessões de alongamento de 5 a 10 minutos antes e após atividades físicas.
    • Focar nos principais grandes grupos musculares, especialmente membros inferiores e superiores.
    • Manter cada alongamento por pelo menos 10 a 15 segundos, sem movimentos bruscos.
    • Praticar alongamento todas as semanas, mesmo nos dias em que não se realiza outras atividades físicas.
    • Procure um profissional de Educação Física de confiança.

    O alongamento como parte essencial do cuidado com o diabetes

    Incorporar o alongamento à rotina semanal é uma estratégia simples e eficaz para melhorar o controle do diabetes e prevenir complicações. Além dos benefícios físicos, o alongamento contribui para o bem-estar geral, tornando-se um aliado valioso na gestão do Diabetes Mellitus.

    Sugestão de leituras acadêmicas:

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26265997

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21244749

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    https://justbriefit.com/alongamento-o-segredo-simples-para-uma-vida-mais-saudavel-e-equilibrada
    https://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-health-briefs-abril-de-2025/
    https://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-sports-briefs-abril-de-2025/
    https://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-finance-briefs-abril-de-2025/
    https://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-scientific-briefs-abril-de-2025/
    https://justbriefit.com/quais-as-postagens-mais-vistas-no-justbriefit-news-briefs-abril-de-2025/

  • Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Abril de 2025)?

    Quais as postagens mais vistas no JustBriefit – Health Briefs (Abril de 2025)?

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    Categoria: Resumo de Dicas de Saúde

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  • Alongamento: O segredo simples para uma vida mais saudável e equilibrada

    Alongamento: O segredo simples para uma vida mais saudável e equilibrada


    Em meio à correria do dia a dia, muitas vezes negligenciamos práticas simples que podem trazer grandes benefícios à nossa saúde. O alongamento é uma dessas práticas, frequentemente subestimada, mas que desempenha um papel crucial no bem-estar físico e mental.


    O que é o alongamento?

    O alongamento consiste em exercícios que visam aumentar a flexibilidade muscular/amplitude de movimento das articulações. Esses exercícios podem ser realizados de forma estática, mantendo uma posição por determinado tempo, ou dinâmica, com movimentos controlados que levam os músculos até seus limites de alongamento. Ou até mesmo combinando as duas ações.


    Benefícios do Alongamento para a Saúde

    1. Melhora da Flexibilidade e Mobilidade

    A prática regular de alongamentos aumenta a flexibilidade muscular, permitindo movimentos mais amplos e eficientes. Isso é especialmente importante com o avanço da idade, quando a tendência é a perda de mobilidade. O que dificulta na realização das atividades diárias como se agachar, pegar um objeto no alto das gavetas, por e retirar uma camisa, calçar um sapato e entre outros.

    2. Prevenção de Lesões

    Apesar de controvérsias científicas, a depender de como for realizado, alongar os músculos antes e depois de atividades físicas pode preparar o corpo para o esforço, reduzindo o risco de lesões.

    3. Melhoria da Postura

    Músculos encurtados e tensos podem levar a uma postura inadequada, resultando em dores e desconfortos. O alongamento regular ajuda a manter o equilíbrio muscular, promovendo uma postura mais correta e saudável.

    4. Alívio de Tensão e Estresse

    O alongamento proporciona uma sensação imediata de relaxamento, aliviando a tensão muscular acumulada. Essa prática também contribui para a redução do estresse e da ansiedade, promovendo o bem-estar mental.

    5. Estímulo à Circulação Sanguínea

    Ao alongar os músculos, há um aumento no fluxo sanguíneo, o que melhora a oxigenação dos tecidos e auxilia na eliminação de toxinas. Isso é benéfico para a saúde cardiovascular e para a recuperação muscular.


    Incorporando o Alongamento na Rotina Diária

    Para obter os benefícios do alongamento, é importante incorporá-lo à rotina diária. Algumas dicas incluem:

    • Atividades físicas: Realizar alongamentos pode preparar o corpo para o exercício.
    • Durante o trabalho: Pausas para alongar os músculos, especialmente dos braços, pernas e tronco, ajudam a reduzir a tensão acumulada.
    • Antes de dormir ou ao acordar: Alongamentos leves podem promover o relaxamento e melhorar a qualidade do sono.
    • Ajuda profissional: Procure um profissional de Educação Física para te ajudar.

    Alongamento é vida!

    O alongamento é uma prática simples, acessível e eficaz para melhorar a saúde física e mental. Seja para aumentar a flexibilidade, prevenir lesões, melhorar a postura ou aliviar o estresse, os benefícios são inúmeros. Incorporar o alongamento à rotina diária é um investimento valioso no bem-estar e na qualidade de vida.

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    https://justbriefit.com/exercicio-aerobico-um-aliado-poderoso-no-controle-do-diabetes-e-da-hipertensao
    https://justbriefit.com/boxe-real-ou-virtual-qual-a-melhor-opcao-para-a-saude-e-motivacao
  • Exercício Aeróbico: Um aliado poderoso no controle do Diabetes e da Hipertensão

    Exercício Aeróbico: Um aliado poderoso no controle do Diabetes e da Hipertensão


    Introdução

    O exercício aeróbico é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde cardiovascular. Para indivíduos com diabetes tipo 2 e tipo 1 e hipertensos, sua prática regular pode ser uma ferramenta eficaz no controle dessas condições crônicas.


    Benefícios do exercício aeróbico para pessoas com diabetes

    Melhora da Sensibilidade à Insulina

    A atividade física aeróbica aumenta a sensibilidade dos tecidos à insulina, facilitando a absorção da glicose pelas células e contribuindo para a redução dos níveis de glicemia no sangue em pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2

    Redução da Hemoglobina Glicada (HbA1c)

    Estudos indicam que o exercício aeróbico regular pode levar à diminuição dos níveis de HbA1c, um marcador importante no controle do diabetes tipo 2. Em pessoas com diabetes tipo 1, apesar de controvérsias sobre a redução desta variável é importante realizar exercícios aeróbicos, pois, com certeza baixa os valores da glicemia após exercícios, como correr na esteira.

    Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39094945/

    Sex-Related Glycemic and Cardiovascular Responses After Continuous and Interval Aerobic Sessions in Patients With Type 1 Diabetes: A Randomized Crossover Study


    Benefícios do Exercício Aeróbico para pessoas com Hipertensão

    Redução da Pressão Arterial

    A prática regular de exercícios aeróbicos está associada à redução da pressão arterial sistólica e diastólica, sendo uma estratégia eficaz no controle da hipertensão.

    Melhoria da Saúde Cardiovascular

    Além de controlar a pressão arterial, o exercício aeróbico contribui para a saúde do coração, melhorando a função endotelial (capacidade de relaxar e contrair os vasos) e reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.


    Recomendações para a prática segura

    • Frequência: Pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana.
    • Tipo de Exercício: Caminhada rápida, ciclismo, natação ou dança podem ser opções recomendadas.
    • Monitoramento: É essencial monitorar os níveis de glicemia antes e após o exercício, especialmente para diabéticos e pressão arterial para pessoas com diabetes e hipertensos.
    • Profissional: Consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer programa de exercícios é fundamental para garantir a segurança e eficácia da prática. Sugere-se um profissional de Educação Física especialista na área.

    Exercício aeróbico, nosso aliado!

    Por fim, o exercício aeróbico é uma intervenção não farmacológica eficaz no controle do diabetes tipo 2 e tipo 1 e da hipertensão. Sua prática regular, aliada a um estilo de vida saudável, pode melhorar significativamente a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações associadas a essas condições crônicas.


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  • Exercício aeróbico: Entenda esse tipo de exercício físico e seus benefícios

    Exercício aeróbico: Entenda esse tipo de exercício físico e seus benefícios

    Os exercícios aeróbicos têm ganhado destaque como uma das formas mais eficazes de promover a saúde e o bem-estar. Seja para melhorar a resistência física, auxiliar na perda de peso ou fortalecer o sistema cardiovascular, essas atividades oferecem uma gama de benefícios que impactam positivamente a qualidade de vida.

    O que são Exercícios Aeróbicos?

    Exercícios aeróbicos são atividades físicas que envolvem grandes grupos musculares de forma rítmica e contínua, aumentando a frequência cardíaca e a respiração. Eles dependem do uso de oxigênio para gerar energia (predominantemente), o que melhora a eficiência do sistema cardiovascular e respiratório. Exemplos comuns incluem caminhada, corrida, natação, ciclismo e dança.​

    Benefícios dos Exercícios Aeróbicos

    Melhora da Saúde Cardiovascular

    A prática regular de exercícios aeróbicos fortalece o coração, permitindo que ele bombeie sangue de maneira mais eficiente. Isso reduz a pressão arterial, melhora a função dos vasos sanguíneos e diminui o risco de doenças cardiovasculares. ​

    Controle do Peso Corporal

    Atividades aeróbicas são eficazes na queima de calorias, auxiliando na perda de peso e na manutenção de um índice de massa corporal saudável. Quando combinadas com uma alimentação equilibrada, sono e gerenciamento de estresse, potencializam os resultados relacionados ao emagrecimento.

    Melhora da Saúde Mental

    A prática regular libera endorfinas, neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar. Isso ajuda a reduzir o estresse, a ansiedade e os sintomas de depressão, promovendo uma melhor qualidade de vida.

    Aumento da Capacidade Pulmonar

    Ao exigir maior consumo de oxigênio, os exercícios aeróbicos melhoram a eficiência bioenergética, aumentando a capacidade respiratória e a resistência física. ​

    Controle da Glicemia

    Essas atividades ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, sendo benéficas para a prevenção e controle do diabetes tipo 2. ​

    Melhora da Qualidade do Sono

    Indivíduos que praticam exercícios aeróbicos regularmente tendem a ter um sono mais reparador, o que contribui para a recuperação muscular e o bem-estar geral.​

    Dicas para Iniciar a Prática de Exercícios Aeróbicos

    Escolha uma Atividade que Você Goste

    Optar por uma modalidade que seja prazerosa aumenta as chances de manter a regularidade na prática (exemplo: Corrida, bicicleta, natação e entre outros)

    Comece Gradualmente

    Inicie com sessões de menor duração e intensidade, aumentando progressivamente conforme seu condicionamento melhora.​

    Utilize Equipamentos Adequados

    O uso de calçados e roupas apropriados proporciona conforto e previne lesões durante a prática.​

    Mantenha a Regularidade

    Para obter os benefícios, é importante praticar exercícios aeróbicos de forma consistente, preferencialmente em dias alternados ou conforme orientação do profissional de Educação Física.

    Consulte um Profissional de Saúde

    Antes de iniciar qualquer programa de exercícios, procure seu profissional de Educação Física de confiança. Além disso, é possível passar por uma avaliação médica para assegurar que está apto para a prática.

    Por fim, os exercícios aeróbicos são aliados poderosos na promoção da saúde física e mental. Com uma variedade de modalidades disponíveis, é possível encontrar uma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e preferências. Ao incorporá-los à rotina, você investe em uma vida mais longa, saudável e equilibrada.

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  • Musculação: Aliada poderosa no controle do diabetes

    Musculação: Aliada poderosa no controle do diabetes

    O diabetes é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracteriza-se por níveis elevados de glicose no sangue devido à produção insuficiente e/ou à má utilização de insulina pelo organismo. Embora a alimentação balanceada e a medicação sejam pilares no manejo da doença, estudos recentes destacam a musculação como uma ferramenta eficaz no controle glicêmico e na melhoria da qualidade de vida de pessoas com diabetes.​

    Benefícios da musculação para pessoas com diabetes

    Melhora da Sensibilidade à Insulina

    A prática regular de exercícios de resistência/força, como a musculação, aumenta a sensibilidade das células à insulina. Isso significa que o corpo passa a utilizar a glicose de forma mais eficiente, reduzindo os níveis de açúcar no sangue. Durante o treinamento, os músculos consomem glicose como fonte de energia, o que contribui para a diminuição da glicemia. ​

    Controle do Peso Corporal

    O excesso de peso é um fator de risco significativo para o desenvolvimento e agravamento do diabetes tipo 2. A musculação ajuda na construção de massa muscular magra, o que, por sua vez, eleva o metabolismo basal. Isso significa que o corpo passa a queimar mais calorias em repouso, facilitando a manutenção ou a perda de peso.

    Redução da Gordura Visceral

    Estudos indicam que o treinamento em intensidade moderada pode diminuir o acúmulo de gordura no fígado e tornar o órgão mais sensível à insulina, mesmo antes que ocorra perda de peso corporal significativa. ​

    Melhoria da Composição Corporal

    Além de auxiliar na redução da gordura corporal, a musculação promove o aumento da massa muscular. Essa mudança na composição corporal não só melhora a estética, mas também contribui para a saúde metabólica, tornando o organismo mais eficiente no uso da glicose. ​

    Benefícios Cardiovasculares

    A prática regular de musculação está associada à melhoria da capacidade cardiorrespiratória e à redução dos riscos de doenças coronárias, comuns nessa população. O fortalecimento do coração e dos vasos sanguíneos contribui para uma circulação mais eficiente e para a diminuição da pressão arterial. ​

    Cuidados Essenciais ao praticar musculação

    Monitoramento da Glicemia

    É fundamental que indivíduos com diabetes monitorem seus níveis de glicemia antes, durante e após os treinos. Caso a glicemia esteja acima de 250 mg/dl em jejum, é aconselhável evitar a prática de exercícios. Se estiver abaixo de 100 mg/dl, recomenda-se ingerir um alimento rico em carboidratos para prevenir a hipoglicemia. ​

    Ajustes na Medicação e Alimentação

    A introdução ou intensificação da musculação pode exigir ajustes na medicação ou na dieta. É imprescindível consultar um médico e nutricionista para orientações personalizadas, garantindo que o regime de exercícios seja seguro e eficaz. ​

    Escolha de Exercícios Adequados

    Embora a musculação seja benéfica, é importante selecionar exercícios que sejam apropriados para a condição física e o perfil de saúde do indivíduo. Um profissional de educação física com experiência em atender pessoas com diabetes pode elaborar um programa de treinamento personalizado, focado em segurança e eficácia.​ Muitos pacientes com diabetes tipo 1 tem medo de hipoglicemia durante ou após a musculação, mas os estudos atuais apontam que a musculação atenua a queda glicêmica em comparação com outros exercícios (Sugestão de leitura adicional para pessoas com diabetes tipo 1: Leia 1 e Leia 2).

    Por fim, percebe-se que musculação emerge como uma estratégia eficaz no controle e prevenção do diabetes, oferecendo múltiplos benefícios que vão além da melhora do controle glicêmico. Ao aumentar a sensibilidade à insulina, auxiliar no controle do peso, reduzir a gordura visceral e promover a saúde cardiovascular, os treinos de resistência se consolidam como aliados indispensáveis para pessoas com diabetes que buscam qualidade de vida. Contudo, é essencial que a prática seja acompanhada por profissionais de saúde e que o indivíduo esteja atento aos sinais do seu corpo, garantindo uma abordagem segura e personalizada.

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  • O que é a “Musculação” e quais os seus benefícios?

    O que é a “Musculação” e quais os seus benefícios?

    A musculação, é uma modalidade de exercício físico que utiliza resistência para promover o fortalecimento e o desenvolvimento dos músculos esqueléticos. Praticada em geralmente em academias ou em casa, essa atividade envolve o uso de pesos livres, máquinas específicas, elásticos ou até mesmo o peso do próprio corpo para gerar tensão muscular. Além de aprimorar a força, a musculação oferece uma série de benefícios para a saúde e é indicada para diversos perfis de praticantes.

    O que é musculação?

    A musculação é um tipo de treinamento que desafia os músculos a se desenvolverem por meio de uma força contrária, como levantar pesos ou utilizar elásticos. Esse estímulo incentiva o corpo a recrutar mais fibras musculares para superar a resistência imposta pelos exercícios. Diferentemente de outras formas de exercício físico, a musculação foca no fortalecimento muscular e pode ser adaptada para trabalhar diferentes grupos musculares de forma isolada ou composta.​

    Exercícios comuns na musculação

    • Exercícios Compostos: Envolvem múltiplas articulações e grupos musculares, como o agachamento, que trabalha coxas, pernas, glúteos e core simultaneamente.​
    • Exercícios isolados: Focam em um único grupo muscular e articulação, como a rosca direta para os bíceps.​

    Benefícios da Musculação

    A prática regular da musculação proporciona diversos benefícios à saúde, entre os quais se destacam:​

    1. Aumento da força e resistência muscular

    Ao submeter os músculos a cargas progressivas, a musculação promove adaptações que resultam no aumento da força e da resistência muscular, facilitando a realização de atividades cotidianas e esportivas.​

    2. Melhora da composição corporal

    O treinamento regular contribui para o aumento da massa muscular e a redução da gordura corporal, favorecendo um metabolismo mais acelerado e auxiliando no controle do peso corporal.​

    3. Aumento da densidade óssea

    A musculação estimula a formação de tecido ósseo, aumentando a densidade mineral dos ossos e ajudando na prevenção de doenças como a osteoporose.​

    4. Melhora da postura e equilíbrio

    O fortalecimento dos músculos responsáveis pela sustentação da coluna vertebral e do core contribui para uma postura mais adequada e melhora o equilíbrio corporal.​

    5. Benefícios para a saúde mental

    A prática regular também está associada à redução dos sintomas de ansiedade e depressão, além de promover a sensação de bem-estar devido à liberação de endorfinas.​

    Para quem a musculação é indicada?

    A musculação é versátil e pode ser adaptada para atender a diferentes objetivos e perfis:

    • Iniciantes: Pessoas que estão começando a praticar atividades físicas podem iniciar com cargas leves e progredir gradualmente, sempre com orientação do profissional de educação física. Para iniciantes é recomendado que as cargas correspondam a uma faixa de repetições de 8-12 repetições. Sugere-se dois ou três treinos por semana.
    • Atletas: Esportistas de diversas modalidades utilizam a musculação para melhorar o desempenho, prevenir lesões e aprimorar habilidades específicas. Para pessoas pessoas com experiância intermerdiária na musculação é recomendado que os indivíduos usem uma faixa de carga mais ampla de 1 a 12 repetições de forma periodizada com ênfase eventual em carga externa pesada (1-6 RM) usando períodos de descanso de 3 a 5 minutos entre as séries realizadas em uma velocidade de contração moderada (1-2 s concêntrica; 1-2 s excêntrica). Sugere-se pelo menos três ou quatro treinos por semana.
    • Idosos: A musculação é especialmente benéfica para idosos, pois ajuda a prevenir a sarcopenia (perda de massa muscular relacionada à idade), melhora a densidade óssea e contribui para a manutenção da independência funcional.​ Sugere-se pelo menos 2 vezes por semana.
    • Pessoas em Reabilitação: Indivíduos em processo de recuperação de lesões podem se beneficiar de programas de musculação adaptados, que auxiliam no fortalecimento muscular e na retomada das funções.​

    Como iniciar na musculação?

    Para iniciar na musculação de forma segura e eficaz, é importante considerar:​

    • Avaliação prévia: Realizar uma avaliação com um profissional de saúde para identificar condições pré-existentes e estabelecer um programa adequado.​
    • Orientação profissional: Contar com a supervisão de um profissional de educação física para aprender a técnica correta dos exercícios e receber um plano de treinamento personalizado.​
    • Progressão gradual: Começar com cargas leves e aumentar a intensidade conforme o condicionamento físico melhora, respeitando os limites do corpo.​
    • Atenção ao descanso: Respeitar os intervalos entre as séries e os dias de descanso é fundamental para a recuperação muscular e a prevenção de lesões.​

    Por fim, a musculação é uma prática eficaz para o desenvolvimento neuromuscular e oferece inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Adaptável a diferentes perfis e objetivos, é uma atividade recomendada para diversas faixas etárias que buscam melhorar sua qualidade de vida. Com a orientação adequada e um programa bem estruturado, a musculação pode ser uma aliada poderosa na promoção da saúde e do bem-estar.

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    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19204579

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21694556

  • Recomendações de Exercício Físico: O caminho para uma vida saudável

    Recomendações de Exercício Físico: O caminho para uma vida saudável

    A prática regular de atividades físicas é essencial para manter a saúde e prevenir diversas doenças. Estudos comprovam que exercitar-se regularmente ajuda a regular a pressão arterial, controlar a ansiedade e a depressão, e evitar o ganho excessivo de peso. Com base nas pesquisas mais recentes, o American College of Sports Medicine (ACSM) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estabeleceram diretrizes claras para a prática de exercícios físicos, garantindo uma melhor qualidade de vida para todas as faixas etárias.

    Os Benefícios da Atividade Física

    A atividade física regular traz uma série de vantagens para a saúde física e mental. Entre os principais benefícios, destacam-se:

    • Regulação da Pressão Arterial: A prática contínua de exercícios aeróbicos pode reduzir a hipertensão, prevenindo doenças cardiovasculares.
    • Controle da Ansiedade e Depressão: A atividade física libera endorfinas, substâncias que promovem bem-estar e ajudam no tratamento da saúde mental.
    • Manutenção do Peso Corporal: Exercícios ajudam a evitar o acúmulo de gordura e contribuem para um metabolismo mais eficiente.
    • Melhora da Resistência Muscular e da Mobilidade: A prática de atividades que estimulam a força e a flexibilidade melhora a qualidade de vida e previne lesões.

    Diretrizes do ACSM: O Padrão Ouro para Exercícios

    O ACSM é uma das principais referências globais quando o assunto é recomendação de exercícios. Ssuas diretrizes são amplamente adotadas por profissionais de saúde e bem-estar. O manual Guidelines for Exercise Testing and Prescription reforça a importância da prática regular de atividade física e propõe metas adequadas para cada grupo populacional. As diretrizes são embasadas nas Physical Activity Guidelines for Americans, 2nd Edition, publicadas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. Essas orientações estabelecem metas claras para a população adulta e faixas etárias específicas.

    Recomendações Práticas para Adultos

    As diretrizes do ACSM e CDC recomendam que todos os adultos saudáveis entre 18 e 65 anos realizem:

    Exercício Aeróbico

    • Pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada, distribuídos em cinco dias, ou 75 minutos de atividade vigorosa, divididos em três dias.

    Exercícios de Força

    • Atividades que aumentem a força e a resistência muscular devem ser realizadas pelo menos duas vezes por semana.

    Essa combinação garante benefícios expressivos para o corpo, promovendo uma melhora significativa na saúde geral e prevenindo doenças crônicas.

    O Poder do Movimento

    A ciência é clara: praticar exercícios regularmente é uma das melhores formas de cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida. Seguir as recomendações do ACSM e do CDC pode ser um primeiro passo para garantir um futuro mais saudável e ativo. Independentemente da idade ou da condição física, inserir atividades no dia a dia é fundamental para colher os benefícios a longo prazo.

    Portanto, mexa-se e aproveite os benefícios de um estilo de vida ativo!

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link

    https://www.acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines

    https://justbriefit.com/Impacto-do-exercicio-Funcional-na-pressao-arterial-de-jovens-e-idosos

    https://justbriefit.com/exercicio-fisico-em-circuito-de-praia-e-similar-ao-tradicional-aerobico-e-resistido/

    https://justbriefit.com/exercicios-multicomponentes-em-idosas-e-importate-para-reabilitacao-fisica/

    https://justbriefit.com/pilates-e-seguro-e-eficiente/

    https://justbriefit.com/videogames-uma-alternativa-de-exercicio-fisico/

  • Pessoas com diabetes praticam menos exercícios que o recomendado?

    Pessoas com diabetes praticam menos exercícios que o recomendado?

    A prática regular de atividades físicas é um dos pilares do controle do diabetes, mas estudos recentes mostram que muitas pessoas com a doença não atingem os níveis recomendados de exercícios. A falta de movimentação pode agravar complicações relacionadas ao diabetes e impactar negativamente a qualidade de vida.

    A Importância da Atividade Física no Controle do Diabetes

    O diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Entre os principais desafios para seu controle está a adoção de hábitos saudáveis, especialmente a prática de atividades físicas regulares. Exercícios físicos ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina, controlar os níveis de glicose no sangue e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. No entanto, estudos revelam que muitas pessoas com diabetes estão longe de atingir essas metas.

    Números Preocupantes Sobre a Inatividade Física

    Pesquisas indicam que indivíduos com diabetes são menos ativos fisicamente do que a população geral. Entre os principais fatores que explicam essa tendência estão a falta de orientação, dificuldades de locomoção, medo de hipoglicemia durante o exercício físico e barreiras psicológicas, como a falta de motivação intrínseca.

    Estudos realizados por instituições de saúde mostram que menos da metade das pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 praticam a quantidade mínima recomendada de atividade física. Entre as pessoas de diabetes tipo 1, o índice de práticas sedentárias também é elevado, especialmente entre os mais jovens.

    Barreiras Para a Prática de Exercícios

    Medo de Complicações

    Muitas pessoas com diabetes evitam atividades físicas por receio de episódios de hipoglicemia. Esse medo pode levar à inatividade, mesmo sabendo dos benefícios do exercício para o controle da doença. Estratégias como monitoramento glicêmico antes e depois do treino e ajustes na alimentação podem minimizar esses riscos.

    Falta de Informação e Acompanhamento

    A ausência de orientações claras por parte de profissionais de saúde também contribui para hábitos sedentários. Algumas pessoas simplesmente não sabem quais exercícios físicos são mais seguros e eficazes para sua condição. Contar com a orientação de profissionais de educação física pode fazer toda a diferença.

    Rotina e Estilo de Vida

    O cotidiano acelerado e a falta de tempo também são barreiras frequentes. Para muitas pessoas, encaixar uma rotina de exercícios físicos entre as atividades do dia a dia pode ser um desafio. No entanto, pequenas mudanças, como elevar o nível de atividade (ex.: como caminhar mais, usar escadas em vez de elevadores, se transportar ativamente ao trabalho/lazer e evitar muito tempo sentado) já contribui para um estilo de vida mais ativo.

    Como Incentivar a Prática de Exercícios Físicos regulares?

    Especialistas recomendam algumas estratégias para aumentar a adesão de pessoas com diabetes à atividade física:

    • Exercícios Personalizados: Cada pessoa tem necessidades e limitações diferentes. Criar um plano de exercícios adequado à condição e ao estilo de vida do paciente é fundamental.
    • Acompanhamento Profissional: Contar com a orientação de profissionais de educação física treinados e especializados sobre o tema pode aumentar a segurança e a confiança para a prática de atividades físicas.
    • Atividades Prazerosas: Escolher exercícios que tragam prazer e satisfação. Pode ser dança, natação ou caminhadas ao ar livre e ou qualquer um estímulo para manter a regularidade.
    • Pequenas Mudanças no Dia a Dia: Incorporar mais movimento na rotina, como caminhar durante ligações telefônicas ou fazer pausas para alongamentos, ajuda a reduzir o tempo sedentário.

    Vamos aumentar a prática de exercícios físicos e nível de atividade física

    A inatividade física entre pessoas com diabetes é um problema preocupante que pode impactar diretamente a saúde e a qualidade de vida. Superar barreiras e encontrar formas acessíveis e prazerosas de se movimentar é essencial para o controle da doença e a prevenção de complicações. Com apoio adequado e pequenas mudanças no dia a dia, é possível transformar a atividade física em um hábito e colher os benefícios de um estilo de vida mais saudável.

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://www.scielo.br/j/ramb/a/W4HRJ4xRLWgLw7gGsB7ZpZP/#:~:text=A%20pr%C3%A1tica%20de%20pelo%20menos,aos%20pacientes%20com%20DM3.

    https://www.researchgate.net/publication/356919043_The_Level_of_Physical_Activity_among_the_Middle_Age_and_Older_Adult_with_type_1_and_2_Diabetes_during_the_COVID-19_Pandemic

    https://justbriefit.com/sociedade-brasileira-de-diabetes-alerta-para-rastreamento-da-doenca/

    https://justbriefit.com/como-e-possivel-medir-o-nivel-de-atividade-fisica/

    https://justbriefit.com/medir-nivel-de-atividade-fisica-com-aplicativos/

    https://justbriefit.com/todos-podem-fazer-exercicios-fisicos-sem-a-necessidade-de-exames-previos/

    https://justbriefit.com/diabetes-mellitus-ja-ouviu-falar/

    https://justbriefit.com/qual-importancia-do-exercicio-fisico-para-pessoas-com-diabetes/

  • Qual Importância do Exercício Físico para pessoas com diabetes?

    Qual Importância do Exercício Físico para pessoas com diabetes?

    A prática de exercícios físicos tem se mostrado essencial tanto para o tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) quanto para a prevenção de complicações do Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2). Apesar de algumas controvérsias (necessita de mais estudos) sobre o impacto exclusivo e direto no controle glicêmico de pessoas com DM1, os benefícios adicionais dessa prática justificam sua inclusão como parte fundamental do tratamento da diabetes. Sendo coadjuvante não medicamentos importantes para essa população.

    Benefícios do Exercício para Diabéticos

    Melhora da Qualidade de Vida e Controle Metabólico

    O exercício físcio promove o bem-estar e melhora o condicionamento físico geral (força, flexiblidade, resistência muscular, composição corporal, aptidão cardiorrespiratória). Para indivíduos com DM1 e DM2, ajuda no controle do peso, na redução dos níveis de colesterol LDL e triglicerídeos, melhora na Hemoglobina glicada (%) e na diminuição do risco cardiovascular futuro.

    Redução de Complicações Cardiovasculares

    O DM1 e o DM2 estão associados a diversos fatores de risco, como hipertensão, dislipidemia, resistência à insulina e sedentarismo. O exercício físico regular auxilia na prevenção e no controle dessas condições, reduzindo as chances de complicações micro e macrovasculares, que podem levar a doenças graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

    Importância da Avaliação Individualizada

    Cada paciente com diabetes tem necessidades específicas, e a prescrição do exercício deve levar em conta a condição física, individualidade biológica, plano insulínico, risco cardiovascular e entre outros. Para indivíduos com DM1, é fundamental avaliar a intensidade do exercício, horário, sexo, tipo do exercício, duração, insulina ativa, local da aplicação da insulina, tempo de diagnótico, alimentação pré-exercício, glicemia pré, durante e pós exercício e entre outras condições que possam gerar riscos adicionais, como hipoglicemia.

    Como Iniciar um Programa de Exercícios com Segurança

    Avaliação Médica e Risco Cardiovascular

    Antes de iniciar um programa de exercício físico, é recomendável que pessoas com diabetes passem por uma avaliação médica detalhada, incluindo exames como eletrocardiograma e outros solicitados pelo médico. Essa análise é essencial para identificar possíveis riscos e prevenir eventos adversos.

    Tipos de Exercícios Recomendados

    Os exercícios físicos mais indicados para pessoas com diabetes incluem:

    • Aeróbicos: como caminhadas, corridas leves, ciclismo e videogames ativos, que ajudam a melhorar a saúde cardiovascular.
    • Resistência Muscular: como musculação e pilates, que promovem ganho de força e ajudam no controle glicêmico.
    • Flexibilidade e Equilíbrio: como alongamentos e ioga, que são importantes para prevenção de quedas e melhoria da mobilidade.

    Aliado poderoso!

    O exercício físico é um aliado poderoso na gestão do diabetes, contribuindo para um melhor controle metabólico e prevenção de complicações. No entanto, sua prática deve ser segura e adaptada às necessidades individuais de cada paciente. Com a devida avaliação médica, orientação do profissional de educação física e nutricionista. Os benefícios são amplos, promovendo mais qualidade de vida para quem convive com a doença.

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-fisico-no-diabetes-mellitus-tipo-1/

    https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-no-pre-diabetes-e-dm2/

  • Sociedade Brasileira de diabetes alerta para rastreamento da doença

    Sociedade Brasileira de diabetes alerta para rastreamento da doença

    A Importância do Rastreamento para Diabetes Tipo 2

    Um estudo recente realizado nos Estados Unidos, por meio do National Health and Nutrition Examination Survey, demonstrou a importância do rastreamento precoce do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). De acordo com a pesquisa, o número necessário de pessoas para rastreamento é significativamente maior em indivíduos com menos de 35 anos, tornando o rastreamento mais eficaz a partir dessa idade.*

    Diabetes no Brasil: Uma Realidade Preocupante

    Os dados do VIGITEL 2023, sistema de monitoramento do Ministério da Saúde, revelam um crescimento significativo da prevalência do DM2 com a idade. A incidência da doença é de apenas 0,5% entre 18 e 24 anos, mas sobe para 2,4% entre 25 e 34 anos, 5,5% entre 35 e 44 anos e atinge 30,3% em indivíduos com 65 anos ou mais. Esses números reforçam a necessidade de um rastreamento eficiente para prevenir complicações graves da doença.*

    Além disso, estudos também apontam uma relação entre pré-diabetes e risco cardiovascular. Esse dado reforça a necessidade de identificação precoce para a intervenção preventiva.

    O Custo-Benefício do Rastreamento

    Outro ponto relevante levantado pelos pesquisadores é o impacto econômico do rastreamento e da intervenção precoce. Nos Estados Unidos, um estudo indicou que o custo do rastreamento seguido de tratamento com metformina e modificações no estilo de vida é menor do que os gastos associados ao não rastreamento e ao tratamento de complicações do diabetes em longo prazo. Isso sugere que estratégias preventivas podem reduzir significativamente os custos para os sistemas de saúde.

    Ferramentas de Diagnóstico e Critérios de Rastreamento

    Para auxiliar na identificação de indivíduos em risco, o Ministério da Saúde do Brasil recomenda o uso do questionário FINDRISC. Esse questionário atribui uma pontuação baseada em fatores como idade, índice de massa corporal (IMC), histórico familiar e hábitos de vida. Indivíduos com pontuações elevadas podem se beneficiar do rastreamento precoce e de medidas preventivas.

    As diretrizes atuais indicam que o rastreamento universal para DM2 deve ser realizado em adultos a partir dos 35 anos. Para indivíduos com menos de 35 anos, o rastreamento é recomendado em casos de sobrepeso ou obesidade aliados a um fator de risco adicional, como histórico familiar, doença cardiovascular, hipertensão arterial, síndrome dos ovários policísticos, sedentarismo, entre outros.

    O FINDRISC tem pontuação máxima de 26 e classifica os indivíduos em níveis de risco: baixo (< 7 pontos); levemente elevado (entre 7 e 11 pontos); moderado (12-14 pontos); alto (15-20 pontos) e muito alto (mais de 20 pontos). O escore FINDRISC está pormenorizado na Figura 1, e pode ser encontrado no site da SBD através do link https://diabetes.org.br/calculadoras/findrisc.

    Vamos rastrear pessoas com diabetes!

    O rastreamento precoce do Diabetes Mellitus tipo 2 é essencial para a detecção precoce e a prevenção de complicações graves. Os estudos mostram que iniciar a triagem a partir dos 35 anos é mais eficaz e econômico, além de permitir uma intervenção precoce em indivíduos com pré-diabetes e alto risco cardiovascular.

    Com a utilização de ferramentas como o FINDRISC e a definição de critérios claros para o rastreamento, os sistemas de saúde podem otimizar recursos e oferecer melhores condições de tratamento para a população, reduzindo os impactos da doença em longo prazo. Você já procurou seu profissional de saúde?

    Referências

    *Chung S, Azar KM, Baek M, Lauderdale DS, Palaniappan LP. Reconsidering the age thresholds for type II diabetes screening in the U.S. Am J Prev Med. 2014 Oct;47(4):375-81. doi: 10.1016/j.amepre.2014.05.012.

    *Brasil. Vigitel Brasil 2023: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2023. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. 131 p. Disponível: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2023.pdf.

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/diagnostico-de-diabetes-mellitus/

    https://justbriefit.com/controle-da-glicemia-desafio-de-pacientes-e-profissionais

    https://justbriefit.com/diabetes-mellitus-ja-ouviu-falar/

  • Controle da glicemia: Desafio de Pacientes e Profissionais

    Controle da glicemia: Desafio de Pacientes e Profissionais

    Manter a glicemia dentro da faixa recomendada é um dos principais desafios para quem convive com o diabetes. Novas diretrizes e estudos reforçam a importância de um controle individualizado para evitar complicações a longo prazo e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    O Que São Metas Glicêmicas e Por Que São Importantes?

    As metas glicêmicas representam os valores recomendados de glicose no sangue que devem ser mantidos para minimizar os riscos de complicações associadas ao diabetes. Essas metas variam de acordo com o perfil do paciente, seu histórico clínico e outros fatores, como idade e presença de comorbidades. O objetivo é garantir que os níveis de glicose permaneçam dentro de um intervalo seguro, reduzindo o risco de hipoglicemia e complicações cardiovasculares.

    Novos Parâmetros para o Controle da Glicemia

    Pesquisas recentes indicam que a personalização do tratamento pode trazer melhores resultados no controle do diabetes. Em vez de um valor fixo para todos os pacientes, especialistas agora recomendam metas ajustadas com base em fatores individuais.

    Seguindo essas orientações diárias da glicemia existe a possibilidade de atingir a META. Resumidamente, temos:

    • Glicose: deve estar >70% do tempo com valores entre 70 e 180 mg/dL, evitando o máximo de tempo os valores abaixo de 70 (hipoglicemias) e acima de 180 mg/dL (hiperglicemias).
    • Exame de sangue laboratorial: Hemoglobina glicada (HbA1c) < 7% para a maioria dos adultos com diabetes tipo 2 e tipo 1;
    • Exame de sangue laboratorial: HbA1c < 8%, para idosos e pessoas com múltiplas comorbidades.

    Tecnologia e Monitoramento Contínuo: Aliados no Tratamento

    O avanço das tecnologias de monitoramento contínuo da glicose tem sido um divisor de águas no tratamento do diabetes. Dispositivos que permitem acompanhar os níveis de glicose em tempo real ajudam os pacientes a tomarem decisões mais informadas sobre alimentação, atividade física e uso de medicamentos.

    Além disso, os sistemas de inteligência artificial começam a ser incorporados ao tratamento, fornecendo alertas personalizados e previsões sobre tendências glicêmicas. Isso ajuda a prevenir oscilações perigosas nos níveis de glicose, tornando o manejo da doença mais eficiente.

    Impacto das Novas Diretrizes na Vida dos Pacientes

    A adoção dessas novas diretrizes tem um impacto direto na qualidade de vida dos pacientes. Ao permitir um controle mais flexível e adequado à realidade de cada indivíduo, os riscos de complicações graves são reduzidos sem comprometer a segurança do tratamento.

    Os especialistas destacam que a chave para o sucesso está na educação e no acompanhamento médico contínuo. O uso de tecnologias inovadoras, aliado a um plano alimentar e à prática de atividades físicas, contribui significativamente para o alcance das metas glicêmicas estabelecidas.

    Um Novo Olhar Sobre o Controle do Diabetes

    O conceito de metas glicêmicas está evoluindo para se tornar mais individualizado e acessível. Com novas diretrizes, tecnologias avançadas e uma abordagem mais centrada no paciente, as expectativas para o controle do diabetes são cada vez mais promissoras. O fundamental é que pacientes e profissionais de saúde trabalhem juntos para encontrar o equilíbrio ideal, garantindo um tratamento eficaz e uma vida com mais qualidade.

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/metas-no-tratamento-do-diabetes/

  • Diabetes Mellitus: Já ouviu falar?

    Diabetes Mellitus: Já ouviu falar?

    O que é Diabetes?

    O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica, resultante de defeitos na secreção, na ação da insulina ou ambas. Essa condição pode levar a diversas complicações, afetando múltiplos órgãos e sistemas. Existem diferentes tipos de diabetes, incluindo o pré-diabetes, diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.

    Tipos de Diabetes Mellitus

    Pré-Diabetes

    O pré-diabetes é uma condição intermediária entre a normoglicemia e o diabetes mellitus, caracterizada por glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL. Embora ainda não seja considerado diabetes, o pré-diabetes aumenta significativamente o risco de evoluir para a forma definitiva da doença, além de estar associado a doenças cardiovasculares.

    Diabetes Tipo 1

    O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune na qual o sistema imunológico ataca as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Isso leva à deficiência total do hormônio, necessitando de reposição exógena de insulina para a sobrevivência. Esse tipo de diabetes geralmente se manifesta na infância ou adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. Os sintomas incluem poliúria (excesso de urina), polidipsia (sede excessiva), polifagia (fome excessiva) e perda de peso inexplicada.

    Diabetes Tipo 2

    O diabetes tipo 2 é a forma mais comum da doença (~90% dos cados de diabetes) e está relacionado à resistência à insulina e à disfunção progressiva das células beta pancreáticas. Fatores genéticos e ambientais, como obesidade, práticas sedentárias e alimentação inadequada, desempenham um papel crucial no seu desenvolvimento. Inicialmente, o pâncreas compensa a resistência à insulina aumentando sua produção (hiperinsulinemia), mas com o tempo essa capacidade se esgota, resultando em hiperglicemia persistente.

    Diabetes Gestacional

    O diabetes gestacional ocorre durante a gravidez, quando, por exemplo, a produção de hormônios placentários causa resistência à insulina. Mulheres com fatores de risco, como histórico familiar de diabetes, obesidade e idade avançada, têm maior propensão a desenvolver essa condição. Embora geralmente desapareça após o parto, mulheres que tiveram diabetes gestacional têm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro

    Fisiopatologia

    A fisiopatologia do diabetes mellitus envolve alterações na produção e na ação da insulina. No diabetes tipo 1, ocorre destruição autoimune das células beta pancreáticas, levando à deficiência absoluta de insulina. No diabetes tipo 2, a resistência à insulina impede que o hormônio atue de forma eficaz, exigindo um aumento na sua secreção. Pode haver deficiência parcial da sua produção também, e assim, levar à hiperglicemia. Porém, a hiperglicemia crônica causa danos a vasos sanguíneos e nervos, resultando em complicações como neuropatia, nefropatia e retinopatia diabética.

    Quais os sinais e sintomas de hiperglicemia?

    Increased thirst (sede excessiva) Frequent urination (urinar com frequência) Fatigue (fadiga) Blurred vision (visão embaçada) Headache (dor de cabeça) Slow-healing wounds (feridas de cicatrização lenta) Unexplained weight loss (perda de peso inexplicável)

    *Quais os novos critérios Laboratoriais para diagnóstico de DM no Brasil

    Prevenção/Tratamento

    A prevenção do diabetes, especialmente do tipo 2 e do diabetes gestacional envolve mudanças no estilo de vida. O Diabetes tipo 1 tem início muitas vezes por diversas causas não relacionadas as causas citadas a seguir. Porém, seu tratamento também envolve mudanças no estilo de vida, tais como:

    – Alimentação balanceada: Redução do consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas, priorizando fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis (procure um nutricionista).

    – Atividade física regular: A prática de exercícios melhora a sensibilidade à insulina e auxilia no controle do peso corporal (procure um profissional de educação física).

    – Manutenção do peso corporal: O excesso de peso é um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2.

    – Monitoramento regular: Exames periódicos de glicemia são essenciais para o diagnóstico precoce do pré-diabetes e do diabetes (procure um médico).

    Condições específicas ao tipo de doença

    O tratamento do diabetes depende do tipo da doença e da condição clínica do paciente:

    – Diabetes Tipo 1: Requer administração diária de insulina, seja por múltiplas aplicações de injeção ou bomba de insulina, além do monitoramento contínuo da glicemia.

    – Diabetes Tipo 2: Pode ser controlado com mudanças no estilo de vida, medicamentos orais (como metformina) e, em alguns casos, insulina.

    – Diabetes Gestacional: Pode ser controlado com dieta e exercício, mas alguns casos necessitam de insulina para manter a glicemia dentro dos limites recomendados.

    Doença crônica que necessita de bom manejo

    O Diabetes Mellitus é uma doença crônica que exige acompanhamento e manejo adequado para evitar complicações graves. A prevenção e o tratamento eficazes dependem da adesão a um estilo de vida saudável e do acompanhamento médico regular.

    Aviso: Se você sentiu ou alguma pessoa próxima sentiu um ou mais sintomas, procure ou indique um médico de confiança para investigar.

    Gostou da informação? Comenta aqui e compartilha com seu amigo(a). Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesses links:

    Classificação do diabetes

    https://diretriz.diabetes.org.br/classificacao-do-diabetes/

    Diagnóstico de diabetes mellitus

    https://diretriz.diabetes.org.br/diagnostico-de-diabetes-mellitus/

    https://justbriefit.com/voce-sabe-o-conceito-de-saude/

    https://justbriefit.com/todos-podem-fazer-exercicios-fisicos-sem-a-necessidade-de-exames-previos/

    https://justbriefit.com/passos-da-avaliacao-e-triagem-pre-exercicio-fisico/
  • Eu estou apto para fazer exercício físico? Passos para a avaliação prévia.

    Eu estou apto para fazer exercício físico? Passos para a avaliação prévia.

    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre as ferramentas que o profissional de educação física e de saúde pode usar para auxiliar a população antes iniciar a prática de exercício físico. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe a real necessidade de exame prévio?

    Atividade fisica é essencial!

    A prática regular de atividade física é um dos pilares essenciais para a manutenção de uma boa saúde. No entanto, antes de iniciar qualquer exercício, é fundamental garantir que a pessoa esteja apta para a prática, minimizando riscos e prevenindo complicações. Para isso, organizações como o American College of Sports Medicine (ACSM) recomendam uma série de procedimentos de triagem, que visam avaliar o estado de saúde do indivíduo, identificar possíveis fatores de risco e determinar se é necessário encaminhar para um médico. Este processo pode ser dividido em três níveis de avaliação, e cada um deles desempenha um papel importante para garantir a segurança durante a prática de exercícios físicos.

    Níveis da Triagem de Saúde: Um Processo em Três Etapas

    1. Autoavaliação: Triagem ACSM-AHA ou PAR-Q

    O primeiro passo na triagem de saúde para atividades físicas é a autoavaliação, que pode ser realizada por meio de ferramentas básicas como o *Physical Activity Readiness Questionnaire* (PAR-Q) e/ou a triagem detalhada proposta pelo ACSM em parceria com a American Heart Association (AHA). O PAR-Q consiste em um questionário com sete perguntas simples que o indivíduo deve responder com “sim” ou “não”. Este questionário tem como objetivo identificar se há algum risco evidente associado à prática de atividade física, como histórico de doenças cardíacas, pressão arterial elevada, problemas articulares ou respiratórios.

    Em português

    Caso seja respondido apenas 1 sim, a orientação é que seja encaminhado para o acompanhamento de um médico específico. Cabe salientar que muitas academias tem utilizado esse tipo de auto avaliação para liberar a prática de exercícios físicos.

    Ex.: EXAME PRÉ-PARTICIPAÇÃO ESPORTIVA E O PAR-Q, EM PRATICANTES DE ACADEMIAS

    https://www.scielo.br/j/rbme/a/vWDzvVprXJ8fRgJf6dFGJWB/?format=pdf&lang=pt

    Por outro lado, a triagem mais detalhada ACSM-AHA inclui uma série de perguntas sobre a saúde do indivíduo, que vão além de sintomas visíveis ou auto-relatados. Ela avalia diversos fatores relacionados ao histórico médico e comportamental do praticante, incluindo:

    – **Histórico familiar:** identificação de doenças hereditárias ou predisposições a condições como doenças cardiovasculares.

    – **Histórico de doenças:** informações sobre condições médicas passadas ou atuais, como diabetes, hipertensão ou doenças pulmonares.

    – **Histórico cirúrgico:** se a pessoa já passou por algum procedimento cirúrgico relevante.

    – **Comportamentos e hábitos de saúde:** questionamento sobre tabagismo, consumo de álcool e atividade física anterior.

    – **Uso de medicamentos:** informações sobre o uso de medicações, que podem influenciar o desempenho ou a segurança durante o exercício.

    – **Sinais e sintomas:** detecção de sintomas sugestivos de doenças cardiovasculares, como falta de ar, dor no peito ou tonturas.

    2. Avaliação de Fatores de Risco Cardiovascular (DCV)

    Após a autoavaliação inicial, pode ser realizado a avaliação dos fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCV). O ACSM recomenda a avaliação de uma série de fatores, divididos em duas categorias principais: fatores de risco modificáveis e não modificáveis.

    – **Fatores de risco não modificáveis:** idade, histórico familiar de doenças cardiovasculares e sexo.

    – **Fatores de risco modificáveis:** tabagismo, sedentarismo, obesidade, hipertensão, dislipidemia (níveis anormais de colesterol), e pré-diabetes.

    De acordo com a quantidade de fatores de risco identificados, o indivíduo pode ser classificado em três grupos:

    – **Baixo risco:** Quando o indivíduo apresenta menos de dois fatores de risco. Nesse caso, a recomendação é iniciar a prática de atividades físicas sem a necessidade de ida prévia ao médico. Mas não descarta o encaminhamento pra o médico para acompanhamento da saúde.

    – **Risco moderado:** Quando há dois ou mais fatores de risco. Neste caso, é recomendado o encaminhamento ao médico para uma avaliação mais aprofundada.

    – **Alto risco:** Quando o indivíduo já possui doenças cardiovasculares conhecidas, doenças pulmonares, renais ou metabólicas. Nesses casos, o encaminhamento para um médico especialista é essencial, e é possível que o exercício seja contraindicado sem uma avaliação mais profunda.

    3. Avaliação Médica: Exame Físico e Teste de Esforço

    A terceira etapa do processo de triagem é a avaliação médica, realizada por um médico qualificado. O exame físico é essencial para avaliar o estado geral de saúde do indivíduo, identificar possíveis limitações físicas e realizar testes laboratoriais que possam fornecer mais informações sobre o funcionamento do organismo. Além disso, o teste de esforço, que consiste em monitorar a resposta do corpo durante o exercício, pode ser solicitado para pessoas com alto risco de complicações cardiovasculares. Esses testes são fundamentais para garantir que o indivíduo esteja apto para realizar atividades físicas sem prejudicar sua saúde.

    Benefícios da Atividade Física para a Saúde

    Após a triagem completa e a liberação para a prática de atividades físicas, os benefícios começam a ser visíveis em diversos aspectos da saúde, tanto mental quanto física. A atividade física regular traz inúmeras vantagens, como:

    – Saúde mental: A prática de exercícios reduz os níveis de ansiedade, melhora a função cognitiva e proporciona uma sensação geral de bem-estar. Isso ocorre devido à liberação de endorfinas, que atuam como “hormônios da felicidade”.

    – Saúde endócrina: A atividade física é crucial para o controle de peso, redução da gordura corporal e prevenção de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2. Além disso, pode melhorar os níveis de colesterol, aumentando o HDL (colesterol bom) e diminuindo o LDL (colesterol ruim).

    – Saúde músculoesquelética: O exercício regular fortalece os músculos, melhora a flexibilidade e aumenta a densidade óssea, prevenindo condições como osteoporose e diminuindo o risco de quedas em idosos.

    – Saúde cardiovascular: A atividade física tem um impacto positivo sobre a saúde do coração, reduzindo o risco de doenças coronárias, controle da pressão arterial e melhoria da função cardíaca, além de diminuir a mortalidade precoce.

    – Saúde oncológica: Estudos demonstram que a prática regular de exercícios pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer, como o câncer de cólon e mama.

    Portanto, é evidente que a atividade física não só melhora a qualidade de vida, mas também tem um papel fundamental na prevenção de diversas doenças e na promoção da saúde geral.

    Referências

    ACSM – ACSM’S GUIDELINES FOR EXERCISE TESTING AND PRESCRIPTION, NINTH EDITION Copyright © 2014, 2010, 2006, 2001 American College of Sports Medicine All rights reserved. 2001 Market Street Philadelphia, PA 19103 USA LWW.com Published by arrangement with Lippincott Williams & Wilkins, Inc., USA. Lippincott Williams & Wilkins/Wolters Kluwer Health did not participate in the translation of this title. ■ Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2014 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.

    Link PARQ & YOU: http://chp.gov.hk/archive/epp/files/PAR-Q_eng.pdf

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    Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesses links.

    https://justbriefit.com/voce-sabe-a-diferenca-de-atividade-fisica-e-exercicio-fisico/  

    https://justbriefit.com/voce-sabe-o-conceito-de-saude/
     
    https://justbriefit.com/como-e-possivel-medir-o-nivel-de-atividade-fisica/  

    https://justbriefit.com/medir-nivel-de-atividade-fisica-com-aplicativos/  

    https://justbriefit.com/todos-podem-fazer-exercicios-fisicos-sem-a-necessidade-de-exames-previos/
  • Todos podem fazer exercícios físicos sem a necessidade de exames prévios?

    Todos podem fazer exercícios físicos sem a necessidade de exames prévios?

    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre a possibilidade de iniciar a prática de exercício físico sem a necessidade de exames prévios. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe a real necessidade de exame prévio?

    Exercício físico é fundamental

    A prática de exercícios físicos é fundamental para manter a saúde e o bem-estar, mas a questão de realizar exames antes de iniciar atividades físicas é um tema que gera bastante debate. A necessidade de exames médicos antes de começar a praticar atividades físicas sistematizada depende de vários fatores, como a idade, o histórico de saúde, o tipo de exercício que se pretende realizar e o nível de condicionamento físico da pessoa. Em termos gerais, embora nem todas as pessoas precisem de exames obrigatórios, existem situações em que se deve consultar um médico, outro profissional de saúde ou fazer exames é essencial para garantir a segurança e evitar complicações.

    O Colégio Americano de Medicina Esportiva recomenda realizar uma anamnese que pode conter 3 passos.

    Níveis da anamnese/ triagem de saúde

    1. AUTO AVALIAÇÃO (PARQ E/OU TRIAGEM ACSM-AHA)
    2. AVALIAÇÃO DE FATORES DE RISCO DCV
    3. AVALIAÇÃO MÉDICA (EXAME FÍSICO E TESTE DE ESFORÇO)

    De forma geral, além do auto avaliação, é possível realizar uma triagem e avaliação de fatores de risco.

    Se uma pessoa tem condições de saúde preexistentes, como doenças cardíacas, hipertensão, diabetes ou problemas respiratórios, é altamente recomendado realizar exames médicos antes de iniciar qualquer programa de exercícios (passo 3). Essas condições podem interferir na resposta do corpo ao exercício e, em alguns casos, colocar a pessoa em risco durante a atividade física.

    Por exemplo, pessoas com histórico de doenças cardíacas podem precisar de exames como o eletrocardiograma (ECG) para avaliar a função do coração. Caso o médico identifique anomalias, ele pode recomendar exames mais detalhados, como testes de esforço ou ecocardiogramas, para avaliar como o coração reage ao exercício. O exame de pressão arterial também é essencial para pessoas com hipertensão, já que o exercício pode aumentar temporariamente a pressão arterial, o que pode ser arriscado se não for controlado.

    Além disso, pessoas com diabetes precisam monitorar seus níveis de glicose antes, durante e após o exercício, para evitar quedas bruscas de açúcar no sangue (hipoglicemia) ou elevações excessivas (hiperglicemia). O médico pode orientar sobre a melhor forma de integrar a atividade física ao controle da doença, além de sugerir exames que monitorem a função renal e outros aspectos da saúde.

    O fator idade também é importante para determinar a necessidade de exames antes de começar a prática de exercícios. À medida que envelhecemos, o corpo passa por mudanças naturais que podem afetar a capacidade de realizar atividades físicas. Para pessoas acima de 40 anos, ou que estão começando a praticar exercícios após um longo período de sedentarismo, é aconselhável passar por uma avaliação médica.

    Mesmo em indivíduos mais jovens, se houver histórico familiar de doenças cardiovasculares ou outras condições graves, é prudente realizar exames preventivos. Por exemplo, um exame de sangue pode identificar níveis elevados de colesterol, o que pode indicar um risco aumentado de doenças cardíacas. A avaliação médica inicial pode ajudar a identificar qualquer risco potencial que possa ser agravado pela prática de exercícios.

    A natureza da atividade física que será praticada também deve influenciar a decisão de realizar exames. Exercícios mais intensos, como levantamento de peso pesado, treinamento de alta intensidade (HIIT) ou atividades que envolvem risco de impacto, como corrida em terrenos irregulares, podem exigir uma avaliação médica mais cuidadosa, especialmente em pessoas com histórico de lesões ou condições preexistentes.

    Exercícios aeróbicos moderados, como caminhadas, natação e ciclismo em baixa intensidade, são geralmente mais seguros e podem ser praticados por uma maior variedade de pessoas sem a necessidade de exames médicos prévios. No entanto, é importante ressaltar que cada pessoa é única, e mesmo exercícios leves podem apresentar riscos em situações específicas.

    Para aqueles que desejam realizar exercícios de alta performance ou que buscam resultados significativos, é importante passar por uma avaliação de condicionamento físico. Esse exame pode incluir testes de capacidade cardiorrespiratória, flexibilidade, força muscular e resistência. Embora não seja necessário para todos, esses exames podem ajudar a personalizar um plano de treino que maximize os benefícios e minimize o risco de lesões.

    O teste de esforço, por exemplo, é um exame que monitora a resposta do coração e vasos sanguíneos ao exercício e pode ser recomendado para indivíduos que planejam realizar atividades de alta intensidade. Durante o teste, o paciente pode ser submetido a um esforço físico progressivo enquanto é monitorado por eletrocardiograma para detectar possíveis anomalias.

    Mas qual o Papel do Profissional de Saúde?

    A recomendação de exames não deve ser vista como uma barreira para a prática de exercício físico, mas sim como uma maneira de garantir que a pessoa possa se exercitar de forma segura e eficaz. O médico ou outro profissional de saúde pode orientar sobre a necessidade de exames específicos com base nas condições individuais de saúde.

    Em alguns casos, o acompanhamento médico contínuo pode ser necessário, especialmente se a pessoa estiver realizando exercícios de alta intensidade ou se tiver uma condição de saúde que exija monitoramento constante. Além disso, o profissional de educação física pode fornecer orientações sobre como adaptar o programa de exercícios a qualquer limitação física, o que pode ser crucial para evitar lesões.

    Qual a importância de exame físico pré exercício físico?

    Realizar exames antes de iniciar a prática de exercícios também está relacionado à prevenção de problemas de saúde futuros. A atividade física regular (exercício físico) pode melhorar significativamente a saúde, mas também impõe desafios ao corpo, como estresse nas articulações e no sistema cardiovascular. Monitorar a saúde e a condição física antes de iniciar a prática pode ajudar a identificar possíveis problemas precocemente e evitar complicações ao longo do tempo. Além disso, é fundamental lembrar que a avaliação médica inicial não é uma medida única. O monitoramento contínuo da saúde deve ser incentivado durante toda a vida, especialmente à medida que a pessoa envelhece ou altera sua rotina de exercícios.

    Fazer exame ou não fazer antes da prática de exercícios físicos

    Embora nem todas as pessoas precisem de exames antes de iniciar a prática de exercícios, a avaliação de saúde é altamente recomendada, especialmente para aqueles com condições preexistentes, pessoas mais velhas ou indivíduos que planejam realizar atividades intensas. A realização de exames médicos pode ser vista como uma medida preventiva, ajudando a garantir que o exercício seja realizado de forma segura, eficaz e benéfica para a saúde a longo prazo. A consulta com um médico ou especialista em saúde é uma excelente maneira de personalizar a abordagem do exercício, maximizando os benefícios enquanto minimiza os riscos associados.

    Citação principal

    2. ACSM – ACSM’S GUIDELINES FOR EXERCISE TESTING AND PRESCRIPTION, NINTH EDITION Copyright © 2014, 2010, 2006, 2001 American College of Sports Medicine All rights reserved. 2001 Market Street Philadelphia, PA 19103 USA LWW.com Published by arrangement with Lippincott Williams & Wilkins, Inc., USA. Lippincott Williams & Wilkins/Wolters Kluwer Health did not participate in the translation of this title. ■ Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2014 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.

    LINK DISPONÍVEL NA INTERNET: https://azdoc.tips/documents/as-diretrizes-do-acsm-5c16e80dad9cd

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    https://justbriefit.com/voce-sabe-a-diferenca-de-atividade-fisica-e-exercicio-fisico/

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  • Posso medir meu nível de atividade física com aplicativos?

    Posso medir meu nível de atividade física com aplicativos?

    Vamos aumentar sua atividade física hoje!


    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre as formas mais tecnológicas para realizar a medida de atividade física de uma pessoa. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe as formas disponíveis para essa medida?

    O Uso de Aplicativos de Celular para Medir Passos Diários

    Com o avanço da tecnologia móvel, medir a quantidade de passos dados ao longo do dia tornou-se uma tarefa simples e acessível para qualquer pessoa. Os smartphones modernos, independentemente da marca, como iPhone, Motorola, Samsung e outras, contam com sensores de movimento capazes de monitorar a atividade física do usuário por meio de aplicativos específicos. Essas ferramentas auxiliam na manutenção de um estilo de vida mais ativo e saudável, permitindo que as pessoas acompanhem seu progresso e estabeleçam metas diárias.

    Como Funcionam os Aplicativos de Contagem de Passos?

    Os aplicativos de contagem de passos utilizam sensores embutidos nos próprios smartphones, como acelerômetros e giroscópios, para detectar movimentos e convertê-los em passos. A precisão desses sensores pode variar de acordo com a marca e o modelo do dispositivo, mas, em geral, fornecem uma estimativa confiável na medida da atividade física diária.

    Entre os aplicativos mais populares para essa função estão:

    • Apple Health (iPhone): Aplicativo dos dispositivos da Apple, que registra a contagem de passos automaticamente e permite integração com outros apps de saúde.
    • Google Fit (Android – disponível para diversas marcas como Motorola e Samsung): Plataforma do Google que monitora passos, calorias gastas e tempo de atividade.
    • Samsung Health (Samsung): App para dispositivos Samsung, com funcionalidades adicionais como monitoramento do sono e frequência cardíaca.
    • Fitbit e Garmin Connect: Embora sejam voltados para dispositivos vestíveis, também possuem versões para smartphones e podem registrar passos usando os sensores do aparelho.

    Benefícios de Acompanhar a Contagem de Passos

    Monitorar a quantidade de passos diários pode trazer diversas vantagens para a saúde, incluindo:

    • Incentivo à Atividade Física: O simples ato de acompanhar os passos pode motivar o usuário a se movimentar mais e atingir metas diárias.
    • Controle do Sedentarismo: Muitas pessoas subestimam o tempo que passam sentadas ou inativas. A contagem de passos ajuda a identificar padrões e encoraja mudanças de hábito. Inclusive, dentro dos aplicativos é possível ver uma média de passos das pessoas da sua faixa etária e assim, se estimular mais.
    • Auxílio na Perda de Peso: Aumento na quantidade de passos está diretamente ligado ao gasto calórico, auxiliando no emagrecimento de pessoas, principalmente, com baixo nível de atividade física.
    • Melhoria da Saúde Cardiovascular: Estudos indicam que a atividade física regular reduz o risco de doenças cardíacas e melhora a circulação sanguínea.

    Como Melhorar a Precisão da Contagem de Passos?

    Embora os aplicativos sejam bastante eficazes, alguns fatores podem comprometer a precisão dos dados. Para obter medições mais exatas, recomenda-se:

    • Manter o celular no bolso ou preso ao corpo, pois segurá-lo na mão pode alterar os registros.
    • Ativar a sincronização com smartwatches ou pulseiras fitness, que geralmente possuem sensores mais precisos.
    • Ajustar as configurações do aplicativo para garantir a melhor calibração de acordo com a altura e o tipo de caminhada do usuário.

    Quantos Passos São Ideais por Dia?

    A recomendação popular de 10.000 passos por dia ganhou força ao longo dos anos, mas estudos recentes sugerem que quantidades menores já proporcionam benefícios significativos. Pesquisas atuais indicam que ao realizar 4.400 passos por dia há uma chance de reduzir em mais de 40% o risco de morte prematura comparado com pessoas que realizam apenas 2.700 passos por dia. Vale salientar que a redução de risco é acentuada comparando pessoas com 7.500 passos por dia.


    Assim, monitorar passos diários por meio de aplicativos móveis é uma estratégia simples e eficaz para incentivar hábitos saudáveis. Com o auxílio da tecnologia, é possível acompanhar o progresso e fazer ajustes na rotina para garantir um estilo de vida mais ativo e equilibrado. E você, já deu quantos passos por dia hoje? Vamos subir a meta atual? Boa atividade física a todos!

    Citação principal
    The Physical Activity Guidelines for Americans provides evidence-based guidance to help Americans maintain or improve their health through physical activity.

    https://odphp.health.gov/sites/default/files/2019-09/Physical_Activity_Guidelines_2nd_edition.pdf

    How many steps for better health?
    https://www.nih.gov/news-events/nih-research-matters/how-many-steps-better-health

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    https://justbriefit.com/como-e-possivel-medir-o-nivel-de-atividade-fisica/
  • Formas de medir o nível de atividade física

    Formas de medir o nível de atividade física

    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre as formas realizar a medida de atividade física de uma pessoa. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe as formas disponíveis para essa medida?

    Como pode ser feita?

    A medição do nível de atividade física (AF) pode ser feita por diferentes métodos, cada um com suas características e especificidades. A precisão e a validade das medições dependem da abordagem utilizada, com destaque para dispositivos objetivos que são mais confiáveis em comparação com métodos subjetivos.

    Formas de Medição de Nível de Atividade Física:

    Questionários e Entrevistas: Questionários são frequentemente usados em estudos populacionais devido à sua facilidade de aplicação e custo reduzido. No entanto, eles dependem da memória e da percepção do indivíduo, o que pode gerar viés, levando a uma subestimação ou superestimação da atividade. Exemplos comuns incluem o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e o Global Physical Activity Questionnaire (GPAQ).

    Dispositivos de Medição Objetiva:

    Acelerômetros: São dispositivos que registram a intensidade, duração e frequência da atividade física através de movimentos corporais. Eles são considerados mais precisos do que questionários, pois fornecem dados objetivos e contínuos sobre os movimentos. A precisão desses dispositivos pode variar com base na calibração e no tipo de atividade que está sendo realizada. A grande vantagem é que eles podem medir a intensidade da atividade em tempo real e em ambientes naturais.

    Pedômetros: Registram o número de passos dados por uma pessoa ao longo do dia, oferecendo uma forma simples e prática de medir a atividade física. Embora sejam mais baratos que os acelerômetros, sua precisão pode ser limitada a tipos específicos de movimento, como caminhar ou correr.

    Monitores de Frequência Cardíaca: Monitoram a resposta cardiovascular durante o exercício, fornecendo informações sobre a intensidade da atividade. No entanto, este método pode ser influenciado por diversos fatores, como a hidratação ou o nível de estresse.

    Actígrafos: São dispositivos semelhantes aos acelerômetros, mas com maior capacidade de registrar a atividade física durante longos períodos, como semanas ou meses, sem a necessidade de carregar dispositivos volumosos. Eles são amplamente usados em estudos de longa duração.

    Observação Direta: Esse método envolve a observação direta da atividade física de um indivíduo, geralmente realizada por treinadores ou pesquisadores. Embora seja preciso em ambientes controlados, como uma academia, esse método é difícil de aplicar em grande escala ou em ambientes naturais devido ao custo e ao tempo envolvidos.

    Cálculos Baseados em Energia (Metabolismo de Repouso): Métodos como a análise de gases expelidos durante a atividade física podem fornecer uma estimativa da intensidade da atividade com base no consumo de oxigênio e na produção de dióxido de carbono, oferecendo dados muito precisos, mas são caros e exigem equipamentos sofisticados.

    Importância da Validade e Precisão nas Medições

    Para garantir que os dados de atividade física sejam confiáveis, os métodos escolhidos devem ter alta validade (capacidade de medir o que se propõe a medir) e precisão (consistência dos resultados). Dispositivos como acelerômetros e actígrafos são muitas vezes considerados mais válidos e precisos do que questionários devido à sua capacidade de fornecer dados objetivos, independentemente das percepções do indivíduo.

    Exemplo de medido fácil e direta.

    É possível realizar a estimativa da medida do nível de atividade física de forma fácil e direta e com baixo custo. Existe um questionário que possibilita a classificação dos níveis de atividade e depende da frequência e duração da realização das atividades físicas ao longo dos dias da semana. São basicamente 6 perguntas. A seguir.

    Abaixo é possível identificar a classificação das pessoas a depender do seu nível de atividade física.

    CONCLUSÃO

    Realizar a medida do nível de atividade física pode ser uma tarefa um pouco dispendiosa, mas com o uso de questionários é possível estimar e tem uma avaliação inicial da quantidade de movimento que o paciente tem ao longo da sua semana de forma direta, simples e baixo custo.

    Citação principal

     “Validação de questionário internacional de atividade física (IPAQ-Versão curta) para estimar nível de atividade física em adultos.”
    LINK: http://www.uel.br/grupo-estudo/cemidefel/tccs/bacharelado/2012/2012-tccedfbach057.pdf

    LINK do documento para classificação do nível de atividade física: https://drive.google.com/file/d/1NzsuzzqAvFAVct78oGLHi5SQQv_S5fUd/view?usp=drive_link

    Trost, S. G., McIver, K. L., & Pate, R. R. (2005). Conducting the valid measurement of physical activity. American Journal of Lifestyle Medicine, 1(1), 21–34. doi:10.1177/1559827604271932

    https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3915355

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  • Você sabe o conceito de saúde?

    INÍCIO

    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre o conceito de saúde. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe o real conceito e importância da saúde?

    O Conceito de Saúde: Uma Visão Ampliada do Bem-Estar Humano

    Saúde é um dos aspectos mais fundamentais da vida, influenciando diretamente a qualidade de vida e o bem-estar geral. No entanto, o conceito de saúde vai muito além da ausência de doenças. Ele engloba dimensões físicas, mentais, sociais e até ambientais. Uma compreensão mais profunda e holística do que significa estar saudável é essencial para promover estilos de vida equilibrados e sustentáveis.

    Definição da Organização Mundial da Saúde (OMS)

    A definição mais amplamente aceita de saúde vem da Organização Mundial da Saúde (OMS), que descreveu saúde como:

    “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades.”

    Essa definição foi revolucionária porque expandiu a visão tradicional, que via a saúde apenas como a ausência de doenças, para uma abordagem mais ampla e integrada. No entanto, essa ideia tem sido debatida ao longo dos anos, principalmente devido ao uso do termo “completo”, que sugere uma condição ideal muitas vezes difícil de alcançar. Apesar disso, ela continua a ser uma referência importante para a compreensão do conceito de saúde.

    Os Três Pilares da Saúde?

    A saúde é pode ser dividida em três pilares principais: saúde física, saúde mental e saúde social. Sobre elas três, que, juntas, fornecem uma estrutura abrangente para entender e promover o bem-estar.

    1. Saúde Física

    A saúde física está relacionada ao funcionamento adequado do corpo. Ela envolve a ausência de doenças, lesões ou condições que comprometam a funcionalidade, bem como a presença de práticas saudáveis que promovam a longevidade e a qualidade de vida. Alguns aspectos fundamentais da saúde física incluem:

    • Atividade física regular: Exercícios contribuem para a manutenção de um peso saudável, fortalecimento muscular e saúde cardiovascular.
    • Nutrição equilibrada: Uma dieta rica em nutrientes fornece ao corpo a energia necessária para funcionar adequadamente.
    • Sono de qualidade: O descanso adequado permite a recuperação física e mental.
    • Prevenção e tratamento de doenças: Vacinas, exames regulares e acesso a cuidados médicos desempenham um papel vital.

    2. Saúde Mental

    A saúde mental diz respeito ao bem-estar emocional, psicológico e cognitivo. É a capacidade de lidar com o estresse, enfrentar desafios da vida e manter relações interpessoais saudáveis. Com a crescente conscientização sobre transtornos como depressão, ansiedade e burnout, a saúde mental tem ganhado destaque como um elemento essencial da saúde global. Alguns fatores que influenciam a saúde mental incluem:

    • Gerenciamento de estresse: Técnicas como meditação, respiração profunda e terapia ajudam a reduzir os impactos do estresse.
    • Apoio emocional: Contar com uma rede de suporte, como amigos, família ou grupos de apoio, pode ser crucial.
    • Autoconhecimento: Reconhecer e compreender as próprias emoções e limites favorece a resiliência emocional.

    3. Saúde Social

    A saúde social refere-se à capacidade de manter relacionamentos saudáveis e satisfatórios com outras pessoas e de se integrar à sociedade. Conexões sociais positivas são fundamentais para o bem-estar emocional e podem até mesmo impactar a saúde física. Os aspectos-chave incluem:

    • Relações interpessoais: Laços fortes e saudáveis com amigos e familiares promovem felicidade e segurança emocional.
    • Comunidade: Participar de atividades coletivas, como voluntariado ou grupos sociais, reforça o senso de pertencimento.
    • Comunicação: Habilidades de escuta e empatia ajudam a construir conexões duradouras.

    Outras Dimensões da Saúde

    Além dos três pilares principais, outras dimensões vêm sendo incorporadas ao conceito de saúde, refletindo as complexidades da vida moderna:

    4. Saúde Espiritual

    A saúde espiritual está relacionada ao sentido de propósito e significado na vida. Ela pode envolver práticas religiosas, mas também está ligada a valores pessoais, gratidão e conexão com algo maior que o indivíduo.

    5. Saúde Ambiental

    O ambiente em que vivemos influencia diretamente a nossa saúde. A exposição a poluição, falta de saneamento básico e mudanças climáticas são fatores que impactam negativamente a saúde física e mental. Promover a sustentabilidade ambiental beneficia tanto a saúde individual quanto coletiva.

    6. Saúde Econômica e Ocupacional

    O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, a satisfação com o emprego e a estabilidade financeira também são elementos críticos de uma vida saudável. Condições de trabalho inadequadas podem levar a estresse, esgotamento e até problemas físicos.

    Fatores Determinantes da Saúde

    Asim, de fato, a saúde não é apenas uma questão individual, mas também depende de uma série de fatores externos, chamados de determinantes sociais da saúde. Esses incluem:

    • Condições socioeconômicas: Acesso à educação, emprego e moradia adequada influenciam diretamente a saúde.
    • Acesso à saúde: Sistemas de saúde inclusivos e acessíveis garantem a prevenção e tratamento de doenças.
    • Estilo de vida: Hábitos como alimentação, atividade física, consumo de álcool e tabaco têm impacto direto.
    • Genética: A herança genética também desempenha um papel significativo na predisposição a certas condições.

    Uma Visão Holística da Saúde

    Hoje, a saúde é vista de maneira holística, integrando todas as dimensões que afetam o bem-estar humano. O equilíbrio entre essas áreas é fundamental para garantir uma vida plena e satisfatória. Essa abordagem reconhece que o bem-estar é dinâmico e multifacetado, variando de pessoa para pessoa.

    Conclusão

    Por fim, o conceito de saúde é amplo e vai muito além da simples ausência de doenças. Ele abrange o bem-estar físico, mental, social e ambiental, sendo influenciado por fatores internos e externos. Para promover a saúde, é essencial adotar uma abordagem holística, considerando todas as dimensões e buscando um equilíbrio entre elas.

    Saúde é, portanto, um processo contínuo que requer cuidado, atenção e adaptações ao longo da vida. Incorporar práticas saudáveis, manter conexões sociais positivas e buscar propósito são passos fundamentais para alcançar e sustentar uma vida equilibrada e plena.

    Citação principal

    Organização Mundial da Saúde (OMS). “Constitution of the World Health Organization.” Basic Documents, 45ª edição, Suplemento, Genebra, 2006. Disponível em: https://www.who.int.

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  • Tem diferença entre atividade física e exercício físico?

    Tem diferença entre atividade física e exercício físico?

    INÍCIO

    Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre a diferença de atividade física e exercício físico. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe a real diferença entre eles?

    DIFERENÇA ENTRE Atividade Física vs. Exercício Físico

    Entenda a Diferença e Seus Benefícios

    Quando se trata de cuidar da saúde e manter o corpo em movimento, dois termos frequentemente aparecem: atividade física e exercício físico. Embora muitas vezes usados como sinônimos, eles têm diferenças importantes. Entender essas distinções pode ajudar você a criar uma rotina mais eficaz para atingir seus objetivos de bem-estar e qualidade de vida.

    O que é Atividade Física?

    De maneira simples, atividade física refere-se a qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que resulte em gasto energético acima do nível de repouso. Em outras palavras, é tudo aquilo que você faz no seu dia a dia que envolve movimentar o corpo e consumir energia.

    Exemplos de Atividade Física:

    • Caminhar até o trabalho ou ponto de ônibus.
    • Subir escadas em vez de usar o elevador.
    • Lavar o carro ou limpar a casa.
    • Brincar com crianças ou animais de estimação.
    • Trabalhos de jardinagem, como plantar ou capinar.

    Essas atividades, apesar de simples, contribuem para a saúde de forma significativa, especialmente quando realizadas de forma regular. Elas ajudam a reduzir a prática de atividade sedentárias e melhorar o bem-estar geral.

    O que é Exercício Físico?

    O exercício físico, por outro lado, é uma forma específica de atividade física. Ele é planejado, estruturado, repetitivo e realizado com um objetivo específico, como melhorar a aptidão física, ganhar massa muscular, perder peso ou melhorar o condicionamento cardiorrespiratório.

    Exemplos de Exercício Físico:

    • Musculação para ganho de força ou hipertrofia.
    • Corrida ou ciclismo para melhorar o condicionamento cardiorrespiratório.
    • Práticas como pilates ou ioga para aumentar a flexibilidade e o equilíbrio.
    • Treinos funcionais ou de alta intensidade (HIIT) para emagrecimento.
    • Natação como uma atividade de baixo impacto para todo o corpo.

    O exercício físico costuma ser realizado com maior regularidade e intenção, muitas vezes em ambientes específicos como academias, estúdios ou ao ar livre, seguindo orientações de profissionais de educação física (profissional específico para prescrição desses exercícios físicos).

    Diferenças Chave entre Atividade Física e Exercício Físico

    CaracterísticaAtividade FísicaExercício Físico
    DefiniçãoMovimentos do dia a dia que consomem energia.Atividade planejada, estruturada e repetitiva.
    ObjetivoGeralmente sem intenção específica.Melhorar a aptidão física ou saúde.
    ExemplosCaminhar, subir escadas, limpar a casa.Correr, nadar, musculação.
    PlanejamentoNão requer planejamento.Exige planejamento e regularidade.
    IntensidadeGeralmente moderada ou leve.Pode ser moderada a intensa.
       

    Quais os benefícios para a Saúde?

    Tanto a atividade física quanto o exercício físico trazem benefícios à saúde, mas de formas diferentes e complementares. Aqui estão alguns dos principais:

    Benefícios da Atividade Física:

    1. Redução de práticas sedentárias: Movimentos simples ajudam a combater os efeitos nocivos de ficar muito tempo parado (ex.: vendo televisão, no computador, celulares ou videogames).
    2. Melhoria da saúde mental: Pequenas doses de atividade física podem reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão.
    3. Prevenção de doenças crônicas: Atividades leves contribuem para a prevenção e redução de possibilidade de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e obesidade.
    4. Facilidade de adesão: Por não exigir um planejamento rigoroso, a atividade física é mais fácil de incorporar no dia a dia.

    Benefícios do Exercício Físico:

    1. Melhoria da aptidão cardiorrespiratória e muscular: O treino regular aumenta a capacidade pulmonar, a força e a resistência.
    2. Controle do peso: O exercício é mais eficaz para queimar calorias e acelerar o metabolismo.
    3. Aumento da densidade óssea: Práticas como musculação ajudam a prevenir a osteoporose.
    4. Objetivos específicos: Permite focar em metas como ganho de massa, emagrecimento ou preparação para competições.
    5. Disciplina e foco: O planejamento do exercício promove uma rotina organizada, contribuindo para a consistência.

    Qual é Melhor: Atividade Física ou Exercício?

    Na verdade, não se trata de escolher um ou outro. Ambos são importantes e complementares para uma vida saudável. Incorporar atividades físicas no dia a dia ajuda a reduzir o tempo sedentário, enquanto o exercício físico oferece benefícios específicos e mais profundos para a saúde.

    Por exemplo, você pode optar por:

    • Ser mais ativo diariamente: Estacionar o carro mais longe, usar as escadas, fazer pequenas pausas no trabalho para caminhar.
    • Adotar uma rotina de exercício:  Corridas, Musculação, Pilates, Bicicletas e entre outros de forma repetida ao longo das semanas.

    Como Começar?

    1. Aumente sua atividade física: Identifique oportunidades no dia a dia para se movimentar mais. Pequenas mudanças, como caminhar ou se alongar, fazem diferença.
    2. Planeje seus exercícios: Defina metas claras e realistas. Pode ser frequentar uma academia, fazer aulas online ou praticar esportes.
    3. Conte com profissionais: Um profissional de educação física pode ajudar a criar um programa adaptado às suas necessidades e condições atuais.
    4. Ouça seu corpo: Respeite seus limites e evite exageros. A consistência é mais importante que a intensidade inicial.

    Conclusão

    Atividade física e exercício físico são pilares fundamentais para uma vida equilibrada e saudável. Enquanto a atividade física pode ser integrada naturalmente ao cotidiano, o exercício físico exige dedicação e planejamento ao longo das semanas. Ambos oferecem benefícios únicos e complementares para o corpo e a mente.

    Então, mexa-se! Seja subindo escadas e/ou praticando seu esporte favorito, o importante é manter o corpo em movimento e cultivar hábitos saudáveis para uma vida longa e ativa.

    Citação principal:

    CASPERSEN et al., 1985, Public Health Rep, 100: 126-131

    https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3920711

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