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Categoria: Resumo de Dicas de Saúde
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O abdominal Superman com movimento ou Kneeling Superman With Cross-Body Crunch é um exercício realizado no solo que tem como foco o fortalecimento da musculatura posterior do tronco. Utilizando apenas o peso do corpo, ele contribui para a estabilidade da coluna e para o equilíbrio muscular entre abdômen e lombar.
O equilíbrio entre músculos anteriores e posteriores do core é essencial para a saúde da coluna. O Superman ajuda a compensar o excesso de exercícios de flexão, promovendo um tronco mais estável e funcional.
👉 O abdominal Superman com movimento é um exercício simples, eficaz e funcional para fortalecer a região lombar e melhorar a estabilidade do tronco.
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O “ombro circular no solo” com o peso do corpo é um exercício voltado para mobilidade e estabilidade da articulação do ombro, utilizando movimentos circulares controlados. Ele é especialmente útil para preparar a articulação para esforços maiores e para prevenir lesões.
O ombro é uma articulação altamente móvel e, por isso, mais suscetível a instabilidades. Exercícios circulares no solo ajudam a equilibrar mobilidade e controle, fundamentais para movimentos seguros no dia a dia e no esporte.
👉 O exercício “ombro circular no solo” com o peso do corpo é simples, funcional e essencial para manter a saúde, mobilidade e estabilidade dos ombros.
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A adução no solo com o peso do corpo é um exercício simples e eficiente para fortalecer a musculatura interna das coxas. Apesar de muitas vezes ser negligenciado, esse grupo muscular é fundamental para a estabilidade do quadril, alinhamento dos joelhos e prevenção de lesões.
Os músculos adutores têm papel importante em movimentos de caminhada, corrida e mudanças de direção. Trabalhá-los ajuda a equilibrar a força entre a parte interna e externa das pernas.
👉 A adução no solo com o peso do corpo é um exercício funcional, acessível e essencial para quem busca equilíbrio muscular, estabilidade e saúde das articulações.
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O avanço em deslocamento, também conhecido como lunge caminhando, é um exercício funcional que trabalha os membros inferiores, além de desafiar o equilíbrio e a coordenação. Por utilizar apenas o peso do corpo, pode ser realizado em diversos ambientes.
Ao alternar as pernas enquanto se move para frente, o exercício exige maior controle corporal e ativação do core, tornando o treino mais dinâmico e funcional.
👉 O avanço em deslocamento com o peso do corpo é um exercício completo, funcional e acessível, ideal para quem busca força, equilíbrio e desempenho físico.
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O tríceps banco com o peso do corpo é um exercício clássico para fortalecimento dos membros superiores, especialmente do tríceps. Utilizando apenas um banco, cadeira ou superfície estável, ele é uma ótima opção para treinos em casa ou na academia.
👉 O tríceps banco com o peso do corpo é um exercício prático, eficiente e versátil para fortalecer os braços, desde iniciantes até praticantes mais avançados.
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O agachamento profundo com o peso do corpo é um exercício fundamental do movimento humano. Simples na execução e extremamente eficiente, ele trabalha força, mobilidade e estabilidade ao mesmo tempo — tudo sem a necessidade de equipamentos.
Ao descer além da linha dos joelhos, o agachamento profundo ativa mais os glúteos, melhora a amplitude de movimento e ajuda na eficiência dos movimentos do dia a dia, como sentar e levantar.
👉 O agachamento profundo com o peso do corpo é um exercício completo, funcional e acessível, essencial para quem busca força, mobilidade e saúde a longo prazo.
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O apoio de frente, popularmente conhecido como flexão de braço ou marinheiro, é um dos exercícios mais clássicos do treinamento físico — e não é à toa. Ele utiliza o peso do próprio corpo e trabalha vários grupos musculares ao mesmo tempo.
Manter o corpo alinhado, abdômen contraído e evitar sobrecarregar ombros e lombar são pontos-chave para segurança e bons resultados.
👉 Simples, eficiente e versátil, o apoio de frente é um exercício indispensável em qualquer rotina de treino, seja para saúde, condicionamento físico ou desempenho esportivo.
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Durante o verão, o corpo passa por mudanças importantes devido ao calor intenso, ao aumento da transpiração e ao ritmo mais acelerado das atividades físicas. Um dos minerais que mais sofre nesse período é o sódio, essencial para hidratação, equilíbrio dos líquidos e bom funcionamento muscular.
Com a transpiração elevada, perdemos não apenas água, mas também eletrólitos — especialmente o sódio. Quando esse mineral cai demais, o corpo perde a capacidade de regular hidratação e pressão arterial, gerando mal-estar e até riscos mais sérios.
Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso exagerar no sal. Boas formas de reposição incluem:
A ideia é manter o equilíbrio — nem falta, nem excesso.
Fique atento se, durante o calor ou atividades físicas prolongadas, surgirem sintomas como:
Esses sinais indicam que o corpo pode estar perdendo mais minerais do que consegue repor.
No verão, é comum consumir alimentos mais práticos, industrializados e salgadinhos — aumentando muito o sódio sem perceber. Isso pode causar:
Por isso, é importante manter um meio-termo: hidratação equilibrada e consumo consciente.
O sódio é fundamental, mas precisa ser ajustado conforme a rotina dessas férias. Monitorar exercícios, hidratação e alimentação ajuda a manter energia, disposição e segurança — sem prejudicar o descanso.
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Com as altas temperaturas, mudanças na rotina e aumento da prática de atividades ao ar livre, o corpo tende a gastar mais nutrientes — e um dos mais importantes é o magnésio. Essencial para músculos, energia, sono e equilíbrio metabólico, ele pode cair sem que a pessoa perceba.
Durante o calor, transpiramos mais, praticamos mais exercícios e mudamos a alimentação. Isso aumenta a perda de minerais, incluindo o magnésio. A deficiência pode gerar sintomas que facilmente passam despercebidos, mas afetam bastante o bem-estar.
É possível repor o mineral com uma alimentação simples, prática e fácil de manter mesmo nas férias. Boas fontes incluem:
Incluir esses alimentos ao longo do dia ajuda a manter o equilíbrio mineral mesmo fora da rotina.
Fique atento a sintomas comuns que podem surgir nas férias, mas que muitas vezes são atribuídos ao cansaço ou ao calor:
Caso esses sinais apareçam com frequência, vale considerar ajustar a alimentação ou buscar orientação profissional.
Suplementos podem ser úteis para pessoas com grande desgaste físico, dietas restritivas ou sintomas persistentes. Mas a recomendação ideal deve vir de um médico ou nutricionista — especialmente para escolher o tipo e a dose certa.
Manter os níveis de magnésio adequados melhora energia, sono e disposição. Pequenas escolhas ao longo do dia fazem diferença e ajudam você a aproveitar o verão com mais saúde e menos incômodos.
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Com o calor intenso do verão, o corpo perde mais líquidos e minerais — e um dos mais importantes deles é o potássio. Essencial para o funcionamento dos músculos, do coração e do equilíbrio hídrico, ele pode cair rapidamente em períodos de transpiração excessiva, prática esportiva ou baixa ingestão alimentar.
Esse mineral atua na contração muscular, na regulação da pressão arterial e no funcionamento adequado das células. Quando seus níveis ficam abaixo do ideal, o corpo reage — e os sinais podem ser perigosos.
No verão, esses sinais passam facilmente despercebidos, porque muitos se confundem com cansaço, calor ou desidratação.
A reposição não precisa — e muitas vezes não deve — depender apenas de suplementos. O ideal é priorizar alimentos ricos no mineral:
Para quem treina sob calor intenso, a água de coco e frutas são estratégias práticas e rápidas.
Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental — tanto para dosar o potássio quanto para orientar a reposição correta.
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Todo fim de ano vem acompanhado daquela vontade de “agora vai”. Mas transformar desejos em hábitos reais exige estratégia, realismo e constância. Aqui vão dicas práticas para realmente cuidar da sua saúde no próximo ano — sem promessas vazias.
Troque “vou cuidar da saúde” por “vou caminhar 20 minutos, 3 vezes por semana”. Metas vagas não sobrevivem à rotina, mas metas claras viram compromissos reais.
O segredo é criar vitórias rápidas. Pequenos passos frequentes geram motivação. Com o tempo, você pode aumentar intensidade, tempo ou frequência.
Não tente reinventar sua vida. Encaixe o comportamento saudável onde já existe espaço: antes do banho, depois do almoço, ao acordar. Hábitos prosperam quando fazem sentido no dia a dia.
Você não precisa ser perfeito — precisa ser constante. Perdeu um dia? Retome. Erros fazem parte. O que não pode é desistir.
Acompanhar o que você faz ajuda a manter motivação e ajustar o percurso. Pode ser um aplicativo, bloco de notas ou calendário.
Conte com amigos, familiares ou profissionais. Compartilhar metas aumenta a chance de seguir com elas.
Reconhecer progresso é combustível psicológico. Cada meta cumprida reforça seu compromisso com você mesmo.
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As comemorações de Natal e Ano Novo costumam vir acompanhadas de mesas fartas, encontros sociais e mudanças na rotina. Esse conjunto facilita excessos alimentares e a diminuição da atividade física — duas combinações clássicas para quem tenta manter o peso. Mas é possível aproveitar sem culpa e sem sair totalmente do eixo.
Você não precisa restringir tudo. Foque em comer de forma equilibrada na maior parte do dia e permita-se aproveitar alguns pratos festivos nos momentos sociais. O controle está na quantidade, não na proibição.
Café da manhã com ovos, iogurte, aveia, frutas e sementes ajuda a controlar a fome ao longo do dia. Isso evita chegar nas festas exagerando logo de início.
Beber água antes de cada refeição ajuda a moderar o apetite. Além disso, intercalar água com bebidas alcoólicas reduz calorias e previne o consumo excessivo.
Monte metade do prato com saladas e legumes, um quarto com proteínas e um quarto com carboidratos. Assim você come de tudo, mas com equilíbrio visual e calórico.
Prefira porções pequenas. Experimente uma colher de cada doce para matar a vontade sem acumular calorias.
Caminhadas, treinos curtos e pequenas sessões de movimento ao longo do dia já ajudam a compensar parte dos excessos. Não espere “passar a festa” para retomar a rotina.
Sobras são perigosas. Leve apenas o necessário — ou divida com mais pessoas — para não transformar um dia de festa em uma semana de exageros.
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As comemorações de fim de ano são repletas de encontros, jantares e brindes. No entanto, o consumo frequente e elevado de álcool nesse período pode trazer impactos diretos — e muitas vezes subestimados — sobre seu planejamento de saúde alimentar e o desempenho conquistado ao longo do ano na academia.
O álcool é altamente calórico (7 kcal por grama) e não oferece micronutrientes relevantes. Na prática, isso significa que uma única noite de celebração pode adicionar centenas de calorias à dieta, sem saciedade real.
Além disso, o álcool reduz a capacidade de controle de escolha alimentar, levando ao consumo excessivo de petiscos gordurosos, doces e refeições maiores do que o planejado.
O consumo exagerado pode gerar:
Esses fatores comprometem não apenas o peso, mas também a qualidade do treino nos dias seguintes.
Treinar após noites de consumo alcoólico tende a ser menos eficiente devido a:
Até mesmo treinos regulares podem perder intensidade, atrasando avanços em hipertrofia, resistência e condicionamento.
As festas são concentradas em poucas semanas, mas o prejuízo pode se estender por meses. Entre ressacas, refeições calóricas e treinos menos produtivos, é comum entrar janeiro com:
Uma abordagem consciente permite participar das celebrações sem anular o esforço do ano inteiro.
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A busca por suplementos cresce cada vez mais — e, junto com ela, a dúvida: “Será que eu preciso mesmo?”
A resposta quase nunca é simples, porque suplementar sem necessidade pode não trazer benefícios e, em alguns casos, até gerar riscos.
Suplementos fazem sentido quando há deficiências confirmadas, demanda aumentada por algum motivo específico (gestão de treinamento, doenças, desgaste físico) ou limitações alimentares. O que não vale é suplementar “porque todo mundo usa” ou por promessas milagrosas de energia, emagrecimento ou imunidade.
Para decidir com segurança, existe uma ordem simples:
Por mais interessante que um suplemento pareça, nada substitui o papel da alimentação.
Vitaminas, minerais e nutrientes funcionam melhor quando vêm de alimentos variados, coloridos e naturais. Uma boa dieta reduz inflamações, melhora o sono, fortalece a imunidade e garante energia contínua — exatamente o que nenhum comprimido entrega sozinho.
Suplementar pode ser útil, sim. Mas deve ser individualizado, orientado e nunca tratado como atalho.
Antes de pensar em cápsulas, pense no básico: rotina alimentar, hidratação, sono e equilíbrio. Esses são os verdadeiros pilares da saúde.
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A conexão entre atividade física e saúde mental tem ganhado destaque na literatura científica contemporânea. Evidências atuais mostram que mover o corpo é uma das estratégias mais eficazes, acessíveis e seguras para melhorar o bem-estar emocional e cognitivo.
Pesquisas indicam que exercícios aeróbicos, musculação e até caminhadas leves estimulam a liberação de endorfina, dopamina e serotonina — neurotransmissores fundamentais para a sensação de prazer, motivação e estabilidade emocional. Esse conjunto bioquímico é um dos principais motivos pelos quais a prática reduz sintomas de ansiedade e depressão.
Além dos efeitos imediatos, a prática regular de exercícios promove adaptações neurofisiológicas importantes. Regiões relacionadas à memória, tomada de decisão e regulação emocional tornam-se mais ativas e protegidas contra declínio cognitivo.
Em jovens e adultos, isso se traduz em maior foco e produtividade; em idosos, contribui para a prevenção de quadros como demência leve.
O exercício também atua na regulação do ritmo circadiano, favorecendo noites mais profundas e restauradoras. Um sono adequado é essencial para funções psicológicas como controle emocional, clareza mental e estabilidade do humor.
Atividades em grupo — esportes coletivos, corridas ao ar livre ou aulas em academia — estimulam interação social, melhoram a autoestima e reduzem a sensação de isolamento, fatores essenciais para a saúde mental.
Diante do aumento global de ansiedade, depressão e estresse, o exercício físico se destaca como um recurso simples, de baixo custo e altamente eficaz, sendo cada vez mais recomendado como complemento terapêutico por profissionais da saúde.
Seja caminhar, correr, pedalar ou treinar em casa: o essencial é dar o primeiro passo. O corpo agradece — e a mente também.
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A simples ação de beber água pode ter um impacto muito mais profundo no organismo do que muitos imaginam. Além de essencial para a sobrevivência, a hidratação adequada está diretamente ligada ao bom funcionamento do metabolismo e, segundo estudos recentes, pode ser uma aliada poderosa na queima de gordura corporal.
O corpo humano depende da água para praticamente todos os seus processos vitais. Quando bem hidratado, o metabolismo funciona de forma mais eficiente, facilitando a transformação de gordura em energia. Esse efeito termogênico — o aumento temporário do gasto calórico após o consumo de água — ocorre porque o organismo precisa trabalhar para equilibrar a temperatura interna do líquido ingerido com a do corpo.
De acordo com especialistas em nutrição e fisiologia, beber de 2 a 3 litros de água por dia pode contribuir para uma melhora significativa na oxigenação celular e na eliminação de toxinas, dois fatores que impactam diretamente o metabolismo energético.
Outro benefício da água está ligado ao controle do apetite. Pesquisas mostram que beber um copo de água cerca de 30 minutos antes das refeições pode ajudar a reduzir a fome e, consequentemente, o consumo calórico total. A sensação de saciedade proporcionada pela hidratação adequada é uma estratégia simples, mas eficaz, para quem busca controlar o peso corporal sem recorrer a dietas restritivas.
Além disso, a água auxilia na digestão, contribuindo para o bom funcionamento do intestino e para a absorção equilibrada de nutrientes — processos essenciais para quem busca um corpo mais saudável e com menor acúmulo de gordura.
Apesar dos benefícios, especialistas reforçam que apenas beber água não é suficiente para perder peso. A hidratação deve estar associada a uma alimentação equilibrada e à prática regular de exercícios físicos. O corpo precisa de estímulos constantes para utilizar a gordura como fonte de energia, e o papel da água é potencializar esse processo natural.
Em resumo, beber água na quantidade certa pode ser um hábito simples, mas estratégico, para quem busca mais saúde, energia e um metabolismo ativo. Pequenas atitudes diárias, como manter uma garrafa por perto e hidratar-se ao longo do dia, podem representar grandes mudanças no longo prazo.
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O consenso científico mostra que períodos prolongados de calor intenso elevam a incidência de desidratação, falência cardiovascular, insuficiência renal, distúrbios metabólicos e exacerbação de doenças respiratórias.
Estimativas recentes sugerem que um terço das mortes por calor pode ser atribuído às mudanças climáticas antropogênicas. Em 2022, por exemplo, mais de 60 mil mortes por calor foram registradas na Europa durante uma onda térmica recorde.
Além disso, o calor extremo compromete o sono, reduz tolerância ao esforço e limita a capacidade de adaptação fisiológica, gerando um círculo vicioso para a saúde humana.
Nem todos são igualmente expostos. Idosos, pessoas com doenças pré-existentes (como hipertensão, diabetes, problemas renais ou pulmonares), gestantes e indivíduos em situação de pobreza enfrentam risco muito maior.
Em regiões quentes tropicais, onde o ar-condicionado e infraestrutura adequada são menos acessíveis, o impacto do calor mortal pode ser ainda mais severo.
Para frear essa escalada mortal, é urgente investir em sistemas de alerta precoce, planejamento urbano com sombreamento e ventilação, redes de proteção social e educação pública sobre os riscos do calor.
Ações preventivas específicas — como abrigos climatizados para idosos, hidratação pública e restrições de atividades ao ar livre nos picos de calor — podem reduzir significativamente mortes evitáveis.
Nenhuma adaptação será suficiente se continuarmos a emitir carbono em níveis insustentáveis. O relatório também alerta que continuar investindo em combustíveis fósseis é, de fato, “alimentar o fogo” que mata pessoas.
Reduzir emissões, priorizar energias limpas, repensar uso do solo e mobilidade urbana são estratégias que não apenas freiam o calor futuro, mas geram benefícios diretos à saúde coletiva — menos poluição, cidades mais habitáveis e menor estresse térmico.
Documento para leitura complementar: The Lancet+3Lancet Countdown+3Lancet Countdown+3
O calor extremo deixa de ser mera incógnita climática e se torna um inimigo tangível da saúde humana. Os números apontam uma escalada dramática de mortalidade, especialmente entre idosos, em meio a ondas de calor cada vez mais intensas.
Sem ação rápida e integrada — adaptativa e mitigadora —, bilhões de vidas estarão vulneráveis. A ciência, aliada à vontade política e ao engajamento social, precisa transformar esse alerta em medidas concretas. O calor mortal não espera — e nós também não podemos esperar.
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Falar em saúde sem falar em alimentação é praticamente impossível. O que colocamos no prato influencia diretamente nosso bem-estar, nossa energia diária e até a prevenção de doenças a longo prazo. Mas afinal, por que a alimentação saudável é tão importante e como podemos aplicá-la na prática?
O corpo humano é como uma máquina complexa: precisa de combustível de qualidade para funcionar em seu melhor desempenho. Quando a dieta é equilibrada, o organismo recebe nutrientes essenciais para fortalecer a imunidade, manter os níveis de energia estáveis e reduzir o risco de problemas como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
Além disso, cada refeição é uma oportunidade de investir na saúde mental. Estudos mostram que padrões alimentares equilibrados podem ajudar a reduzir sintomas de ansiedade e depressão, demonstrando que a alimentação vai muito além da estética: é uma aliada para corpo e mente.
Alimentação saudável não significa seguir dietas rígidas ou restritivas. Ela se baseia no equilíbrio, na variedade e na qualidade dos alimentos consumidos. O objetivo é oferecer ao organismo todos os grupos nutricionais:
Uma alimentação saudável também está ligada à diversidade. Quanto mais colorido for o prato, maior a chance de incluir diferentes nutrientes. O famoso “prato arco-íris” é uma forma simples de garantir que o corpo receba uma ampla gama de benefícios.
Incorporar alimentos saudáveis não precisa ser complicado. Algumas escolhas práticas podem transformar a rotina:
Pequenas mudanças geram grandes resultados ao longo do tempo, mostrando que a alimentação saudável é acessível e adaptável a diferentes estilos de vida.
Adotar uma alimentação saudável não é uma moda, mas um compromisso com a qualidade de vida. Comer bem significa mais disposição, melhor prevenção contra doenças e equilíbrio físico e mental. No fim, cada refeição é uma escolha poderosa — e optar pelo caminho mais nutritivo é investir em um futuro mais saudável.
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A luta entre Wanderlei Silva e Acelino “Popó” Freitas, no evento Spaten Fight Night 2, não terminou apenas nos ringues. O confronto resultou em uma série de consequências físicas para o ex-lutador de MMA, que segue em recuperação após ferimentos e traumas sofridos tanto durante a luta quanto na confusão generalizada que aconteceu logo depois.
A seguir, um panorama completo sobre a situação de saúde de Wanderlei e os desdobramentos de sua recuperação.
Durante a briga que se formou após o fim da luta, Wanderlei chegou a ficar desacordado por alguns instantes. Ele sofreu um corte profundo próximo ao olho esquerdo, que precisou de sutura com sete pontos. Além disso, ficou com hematomas extensos no rosto e suspeita de fratura no nariz, resultado dos golpes recebidos no ringue e na confusão subsequente.
Logo após o ocorrido, Wanderlei foi encaminhado ao hospital, onde passou por tomografias da cabeça e da coluna cervical. Os exames não apontaram lesões graves nessas regiões, o que afastou a hipótese de traumatismo craniano mais severo. Mesmo assim, os médicos recomendaram repouso e observação, devido aos sintomas relatados nos dias seguintes.
Em seus relatos mais recentes, Wanderlei afirmou estar sofrendo com fortes dores de cabeça e episódios de perda de memória. Segundo o próprio atleta, ele tem lembrado aos poucos de momentos da luta e da confusão, o que indica um possível trauma leve, comum em situações de impacto intenso.
Outro problema apontado pelo ex-lutador é a dificuldade para abrir o olho esquerdo, o mesmo que recebeu o corte e apresentou inchaço severo. Ele pretende realizar novos exames oftalmológicos para descartar danos mais sérios na região ocular.
Apesar do susto, o estado geral de Wanderlei é considerado estável. Não há indicação de lesões cerebrais graves, e o tratamento inclui repouso, controle de dor e acompanhamento médico. No entanto, os sintomas de dor de cabeça e lapsos de memória exigem monitoramento constante, já que podem sinalizar efeitos secundários de concussão.
O lutador retornou a Curitiba, onde continua o processo de recuperação sob supervisão médica. A expectativa é que ele tenha uma recuperação completa nas próximas semanas, desde que respeite o tempo de descanso e siga as recomendações clínicas.
Aos 49 anos, Wanderlei Silva enfrenta agora uma das lutas mais desafiadoras de sua carreira — a pela própria saúde. O “Cachorro Louco”, como é conhecido pelos fãs, demonstra resiliência e determinação ao encarar a recuperação com a mesma garra que o consagrou no MMA. Sua trajetória serve de alerta para os riscos do excesso de exposição física e da violência fora do esporte, mas também como símbolo de força e superação.
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O CrossFit é um programa de treinamento físico que combina elementos de diferentes modalidades esportivas, como levantamento de peso, ginástica e exercícios cardiovasculares. Criado nos Estados Unidos por Greg Glassman no início dos anos 2000, com base forte no treinamento militar, o método ganhou fama por proporcionar resultados rápidos e eficazes, com foco em melhorar o condicionamento físico geral.
Mais do que um tipo de exercício, o CrossFit é considerado por muitos como um estilo de vida. A prática envolve uma comunidade engajada, alimentação balanceada e estímulo à superação constante dos próprios limites.
Os treinos de CrossFit são conhecidos como WODs (Workout of the Day, ou “Treino do Dia”). Eles são diferentes a cada dia, o que evita a monotonia e garante estímulo constante ao corpo.
Um treino típico de CrossFit costuma incluir:
O CrossFit oferece uma série de benefícios tanto físicos quanto mentais. Veja alguns dos principais:
Por trabalhar resistência, força, agilidade e coordenação, o CrossFit proporciona um condicionamento físico completo e funcional, ideal para o dia a dia.
A intensidade dos treinos favorece a queima calórica mesmo após o exercício, graças ao chamado efeito EPOC (consumo excessivo de oxigênio pós-exercício).
O ambiente coletivo, com estímulo mútuo entre os praticantes, é um dos maiores atrativos. A motivação coletiva costuma ser um diferencial em relação a outras modalidades.
Sim, desde que seja bem orientado. Todos os movimentos do CrossFit podem (e devem) ser adaptados para o nível de cada pessoa. É fundamental contar com a orientação de profissionais capacitados para garantir a execução correta dos exercícios e prevenir lesões.
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A prática regular de atividades físicas é essencial para manter o corpo e a mente saudáveis. Entre as diversas modalidades disponíveis, a natação se destaca por oferecer benefícios que vão além do condicionamento físico, sendo considerada por especialistas um dos esportes mais completos. Mas afinal, será que a natação é realmente uma boa opção para a saúde?
Um dos maiores diferenciais da natação é o fato de ser uma atividade de baixo impacto. Como o corpo fica sustentado pela água, as articulações sofrem menos pressão, o que reduz o risco de lesões. Isso faz com que a modalidade seja indicada não apenas para atletas, mas também para idosos, pessoas em reabilitação e indivíduos com sobrepeso.
Nadar exige coordenação entre respiração e movimentos, o que fortalece o sistema cardiorrespiratório. A prática regular pode ajudar a controlar a pressão arterial, melhorar a circulação e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, contribui para o aumento da resistência física e da eficiência pulmonar.
Diferentemente de outras modalidades, a natação trabalha praticamente todos os grupos musculares ao mesmo tempo. Braços, pernas, abdômen e costas são constantemente exigidos, promovendo equilíbrio corporal e fortalecimento global.
O ambiente aquático transmite sensação de leveza e relaxamento. Além disso, o exercício libera endorfina, o hormônio responsável pela sensação de bem-estar. Por isso, nadar pode ajudar a reduzir sintomas de estresse, ansiedade e até melhorar a qualidade do sono.
A necessidade de coordenar movimentos e respiração favorece a concentração e o foco. Essa prática pode ser um aliado importante para quem busca desenvolver disciplina mental e clareza cognitiva.
A natação é considerada uma atividade democrática, podendo ser praticada por crianças, adultos e idosos. Para iniciantes, recomenda-se acompanhamento profissional para aprender as técnicas corretas e garantir segurança. Pessoas com problemas respiratórios, como asma, também podem se beneficiar, já que a prática auxilia no fortalecimento da musculatura pulmonar.
A natação é, sem dúvida, uma excelente opção de esporte para a saúde. Ela fortalece o corpo, protege as articulações, melhora a capacidade cardiovascular e traz benefícios significativos para a saúde mental. Seja para quem busca emagrecimento, qualidade de vida ou apenas uma forma prazerosa de se exercitar, nadar é uma escolha segura e eficaz.
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A hipertensão arterial é uma das condições de saúde mais comuns e preocupantes em todo o mundo. No Brasil, milhões de pessoas convivem com a pressão alta, muitas vezes sem diagnóstico ou tratamento adequados. Diante desse cenário, práticas acessíveis como o alongamento estão ganhando destaque como aliados no cuidado cardiovascular.
O alongamento é um exercício voltado para melhorar a flexibilidade muscular e articular. Pode ser feito de forma estática — mantendo-se uma posição por alguns segundos — ou dinâmica, com movimentos controlados. Mais do que aumentar a mobilidade, essa prática também favorece a circulação e promove relaxamento.
Estudos recentes mostram que o alongamento pode contribuir para a redução da pressão arterial em repouso. Isso acontece porque ele ajuda na elasticidade vascular, melhora o fluxo sanguíneo e reduz a atividade do sistema nervoso simpático, responsável pelo aumento da pressão.
Outro benefício importante é o impacto psicológico. O alongamento promove bem-estar e reduz o estresse, que é um dos principais fatores que elevam a pressão arterial em pessoas hipertensas.
Embora o alongamento não substitua a caminhada, a corrida leve ou a musculação, ele surge como um complemento seguro e eficaz. Para pessoas com limitações físicas ou dificuldade de aderir a treinos mais intensos, o alongamento pode ser a porta de entrada para uma vida mais ativa.
Pesquisas realizadas em países como Canadá e Japão mostraram reduções significativas na pressão arterial em grupos que praticaram alongamento regularmente, com resultados próximos aos de exercícios aeróbicos leves.
O alongamento, antes visto apenas como aquecimento ou parte final do treino, ganha espaço como um recurso de prevenção e controle da hipertensão. Trata-se de uma prática simples, gratuita e acessível a todas as idades, que pode trazer impacto significativo para a saúde do coração. Para quem vive com pressão alta, alongar-se pode ser mais do que um hábito saudável: pode ser uma estratégia eficaz de cuidado diário.
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O envelhecimento populacional é uma realidade global, e com ele cresce a busca por alternativas que melhorem a qualidade de vida dos idosos. Entre as estratégias de promoção de saúde, o exercício físico combinado — que une atividades aeróbicas e de fortalecimento muscular — vem ganhando destaque em pesquisas e práticas clínicas. Estudos recentes apontam que essa modalidade pode ser ainda mais eficaz do que a prática isolada de apenas um tipo de exercício.
O conceito de exercício físico combinado envolve a associação entre exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta ou dança, e exercícios resistidos, como musculação, pilates ou uso de faixas elásticas. Essa junção proporciona benefícios amplos ao organismo, atuando tanto no sistema cardiovascular quanto na manutenção da força muscular e da mobilidade.
Atividades aeróbicas são essenciais para a saúde do coração, auxiliam no controle da pressão arterial e melhoram a capacidade pulmonar. Além disso, contribuem para a regulação da glicemia e ajudam a combater o sedentarismo, fator de risco para diversas doenças crônicas.
Por outro lado, os exercícios resistidos são fundamentais para combater a sarcopenia — perda natural de massa muscular com o envelhecimento — e reduzem o risco de quedas, uma das principais causas de internações em idosos. Também promovem maior independência nas atividades diárias, como subir escadas, carregar compras ou se levantar de uma cadeira.
Pesquisas recentes mostram que o exercício físico combinado pode melhorar significativamente a autonomia funcional, a cognição e até mesmo o humor em pessoas idosas. Um estudo publicado em revistas especializadas destacou que programas de 12 a 24 semanas já apresentam resultados expressivos na melhora do equilíbrio, da força e da saúde cardiovascular.
Além disso, especialistas ressaltam que a prática regular pode auxiliar na prevenção de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, ao estimular funções cognitivas por meio da integração entre corpo e mente.
Profissionais de saúde reforçam que a adesão a esse tipo de exercício deve respeitar as limitações individuais. Avaliações médicas prévias, acompanhamento profissional e adaptações na intensidade são medidas fundamentais para garantir a segurança e a eficácia da prática.
O exercício físico combinado surge como uma poderosa ferramenta para a promoção da saúde na terceira idade. Ao unir o melhor do aeróbico e do fortalecimento, oferece ganhos funcionais, cardiovasculares e psicológicos, impactando diretamente na autonomia e no bem-estar dos idosos. Mais do que uma tendência, trata-se de uma recomendação cada vez mais consolidada, capaz de transformar o envelhecer em um processo mais ativo, saudável e cheio de qualidade de vida.
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A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma das condições crônicas mais comuns em todo o mundo, afetando milhões de pessoas e representando um dos maiores fatores de risco para doenças cardiovasculares. Nesse cenário, o exercício físico surge como um dos pilares não apenas na prevenção, mas também no controle da pressão arterial. Entre as diversas modalidades, o exercício físico funcional tem se destacado como uma alternativa eficiente, segura e adaptável para indivíduos hipertensos.
O exercício funcional é uma metodologia de treinamento que se baseia em movimentos naturais do corpo humano, como agachar, empurrar, puxar, saltar e girar. Diferente das práticas convencionais que costumam isolar músculos em máquinas, o funcional busca trabalhar o corpo de forma integrada, simulando situações do dia a dia e promovendo uma melhora global das capacidades físicas.
Essa abordagem pode incluir o uso de acessórios como bolas, cordas, elásticos, kettlebells e até o peso corporal, permitindo grande variedade e dinamismo nas sessões. A principal vantagem é que os treinos são versáteis, podendo ser ajustados tanto para iniciantes quanto para pessoas com maior condicionamento físico.
Estudos recentes têm mostrado que o exercício funcional pode ser um poderoso aliado na redução e no controle da pressão arterial. Isso acontece porque a prática regular promove uma série de adaptações fisiológicas que beneficiam o sistema cardiovascular, como:
Esses benefícios combinados fazem do funcional uma modalidade capaz de atuar não só na pressão arterial, mas também na qualidade de vida de quem convive com a doença.
Embora caminhadas, ciclismo e musculação também sejam amplamente recomendados, o funcional apresenta alguns diferenciais interessantes para hipertensos:
Ao contrário das atividades repetitivas, o funcional é variado e divertido, tornando mais fácil a adesão a longo prazo.
Por trabalhar grandes grupos musculares de forma conjunta, o exercício funcional provoca maior gasto energético e maior estímulo cardiovascular em menos tempo.
Cada treino pode ser ajustado conforme o nível de aptidão, a idade e as limitações do praticante, o que é essencial para hipertensos que necessitam de cuidados específicos.
Além dos ganhos cardiovasculares, o funcional ajuda o indivíduo a executar tarefas cotidianas com mais autonomia e segurança, reduzindo riscos de quedas e lesões.
Antes de iniciar qualquer programa de exercício, é fundamental que a pessoa hipertensa passe por avaliação médica e receba liberação para a prática. Uma vez autorizado, alguns cuidados devem ser seguidos:
Vale destacar que, assim como outros exercícios aeróbicos ou resistidos, o funcional deve ser praticado de forma contínua, pelo menos três vezes por semana, para gerar benefícios consistentes no controle da pressão arterial.
O exercício físico funcional se apresenta como uma alternativa moderna, eficiente e versátil para hipertensos que buscam melhorar sua saúde cardiovascular e qualidade de vida. Ao aliar movimentos naturais, dinâmicos e adaptáveis, ele proporciona ganhos significativos no condicionamento físico, no controle da pressão arterial e na prevenção de complicações relacionadas à doença.
Em um mundo onde a hipertensão é considerada uma “epidemia silenciosa”, investir em estratégias acessíveis e motivadoras como o exercício funcional pode ser o diferencial para manter o coração saudável e a vida mais equilibrada. Assim, mais do que uma simples atividade física, o funcional se consolida como um aliado estratégico na luta contra a pressão alta.
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O processo de envelhecimento traz mudanças naturais no corpo humano: perda de massa muscular, redução da flexibilidade, diminuição da força e maior risco de quedas. Nesse contexto, o alongamento surge como uma prática simples, acessível e extremamente eficaz para ajudar os idosos a manterem sua independência e qualidade de vida. Muito além de ser apenas um exercício complementar, ele pode se transformar em uma estratégia de saúde pública para reduzir problemas associados à inatividade física.
O alongamento consiste em exercícios que promovem a elasticidade muscular e a amplitude de movimento das articulações. Ele pode ser realizado de forma estática — quando o idoso mantém determinada posição por alguns segundos — ou de forma dinâmica, com movimentos controlados que ativam diferentes grupos musculares.
Ao contrário do que muitos pensam, o alongamento não serve apenas para atletas ou pessoas que praticam exercícios intensos. Para os idosos, ele representa uma ferramenta preventiva e terapêutica, ajudando a reduzir dores, evitar lesões e melhorar a mobilidade.
Com o avanço da idade, músculos e tendões tornam-se mais rígidos. O alongamento atua diretamente na redução da tensão muscular, prevenindo dores crônicas, principalmente na região lombar e nas articulações mais exigidas, como ombros e quadris.
Uma das principais causas de acidentes domésticos em idosos são as quedas. O alongamento contribui para a manutenção da mobilidade articular e melhora o equilíbrio corporal, reduzindo esse risco e garantindo maior autonomia no dia a dia.
Estudos apontam que práticas de alongamento associadas à respiração controlada também promovem relaxamento e alívio do estresse, fatores que influenciam diretamente na saúde mental dos idosos. A prática regular pode até mesmo ajudar no combate à insônia.
Idosos que sofrem de artrite, artrose ou problemas cardiovasculares encontram no alongamento uma forma segura de manter o corpo ativo, sem sobrecarga excessiva. Além disso, pode complementar tratamentos de fisioterapia e programas de reabilitação.
Especialistas recomendam que os idosos pratiquem alongamentos pelo menos duas a três vezes por semana, em sessões que podem variar entre 10 e 30 minutos. O ideal é realizá-los de forma progressiva, respeitando os limites individuais.
Entre os alongamentos mais indicados para essa faixa etária estão:
Embora seja uma prática segura, a orientação de fisioterapeutas ou profissional de educação física é importante, especialmente para idosos com limitações físicas ou doenças crônicas. O acompanhamento garante a execução correta dos movimentos e evita sobrecargas.
Um aspecto muitas vezes esquecido é o poder social da atividade física. Quando realizado em grupo, o alongamento não apenas estimula o corpo, mas também promove interação social e combate à solidão, problemas comuns entre os idosos. Essa prática pode ser organizada em clubes, centros comunitários ou programas de saúde pública, ampliando os benefícios para além da esfera individual.
O alongamento em idosos vai muito além da simples flexibilidade. Ele é um instrumento de promoção de saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida. Ao incluir essa prática na rotina, o idoso ganha em mobilidade, autonomia e bem-estar mental.
Diante de uma população mundial cada vez mais envelhecida, incentivar o alongamento como hábito regular não é apenas uma questão de saúde individual, mas também de política pública. Afinal, envelhecer com independência e vitalidade é um direito que pode começar com gestos simples — e poucos são tão acessíveis quanto se alongar diariamente.
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High‑Intensity Interval Training (HIIT) — whether on a stationary bike, treadmill, running track or via functional body‑weight drills — is gaining traction as a potentially powerful tool for managing hypertension. But does pushing your heart through bursts of intensity really benefit people with high blood pressure? Recent research suggests the answer is promising, with caveats.
HIIT alternates brief spells of high‐effort exercise (typically at 80–95% max heart rate) with short recovery intervals of low intensity or rest. Sessions are concise — usually under 20–30 minutes — yet trigger strong physiological adaptations via anaerobic and cardiovascular demand .
For decades, public health guidelines have advocated moderate‑intensity continuous training (e.g. 30+ minutes per session of brisk walking or cycling) to control blood pressure . However, HIIT is now viewed as a time‑efficient alternative with comparable or superior benefits for cardiometabolic health .
A 2024 meta‑analysis focusing specifically on hypertensive populations found that HIIT produced a small but statistically significant reduction in systolic blood pressure (around –3 mmHg), though diastolic reductions were minimal and not clinically significant. While the decrease is modest, it may still contribute to overall cardiovascular risk reduction.
By comparison, broader reviews show that aerobic exercise generally lowers systolic by 2–5 mmHg and diastolic by 1–4 mmHg with sufficient training volume.
Evidence indicates HIIT improves cardiorespiratory fitness (VO₂ max), arterial stiffness, endothelial function, and insulin sensitivity more rapidly than moderate training, all of which play key roles in hypertension pathophysiology.
In stroke survivors, a 12‑week HIIT program (on treadmill or bike) doubled the gain in VO₂ peak compared to continuous training, with sustained benefits even after the program ended.
Stationary bike and treadmill HIIT have been widely studied and are considered safe for many hypertensive individuals—particularly those already active or cleared by a physician. Intervals may range from 1–4 minutes at high intensity, with recovery between efforts .
Outdoor HIIT, such as sprint‑rest cycles or hill repeats, can deliver similar benefits. A systematic review found that running‑based HIIT led to greater fat mass reduction compared to cycling, but cycling produced better body composition improvements overall .
Body‑weight circuits, stair sprints, kettlebells, jump rope or Tabata‑style routines can also constitute HIIT. These versatile formats allow easy adaptation for people with mobility limitations or joint issues.
Adults with stage‑1 hypertension or prehypertension who already engage in some moderate exercise may derive cardiovascular benefits and modest blood pressure reductions from HIIT. Improvements in VO₂ max and vascular function tend to be greater versus continuous routines .
Individuals citing lack of time as a barrier find HIIT especially appealing — even five to ten minutes per day of vigorous effort can help reduce blood pressure and cardiovascular risk .
HIIT can elicit rapid blood pressure surges during exercise and may increase injury risk, especially in older adults or sedentary individuals. Joint stress, overtraining, or inadequate recovery pose safety issues .
A specific 2024 study in hypertensive women suggested that moderate‑vigorous aerobic training sometimes led to greater reductions in systolic BP than HIIT, while HIIT was better at normalizing diastolic BP. This highlights the need for personalized programming.
Combining HIIT with moderate aerobic work and isometric/static exercises (like wall squats, planks), which recently have shown strong blood pressure lowering effects, may provide optimized benefits.
HIIT protocols — whether performed on a bike, treadmill, running track or through functional circuits — offer a time‑efficient approach to improving cardiovascular fitness, insulin sensitivity, and modestly lowering systolic blood pressure in people with hypertension. While its impact on diastolic pressure may be limited, HIIT’s broader benefits on vessel health and cardiorespiratory capacity are compelling.
Still, HIIT is not a one‑size‑fits‑all solution. Individuals with low baseline fitness, joint issues, or medical conditions should begin gently, consider complementary moderate exercise, and seek professional guidance. When tailored properly, high‑intensity interval protocols can become a valuable part of an overall strategy to manage hypertension and enhance heart health.
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O esporte pode ter muitas definições a depender do autor. Porém, resumidamente, pode ser definido como uma atividade física competitiva com regras claras e objetivos bem estabelecidos, normalmente organizadas por federações ou órgãos oficiais. Obviamente, há diferenças do esporte como instrumento social, educacional, competitivo, saúde/aumento de nível de atividade física e outros.
A institucionalização – cheio de normas, árbitros e regulamentos – e a competição – medições de desempenho, classificações e prêmios – são os pilares que caracterizam o esporte como tal.
Desde a antiguidade, civilizações como a chinesa, egípcia e grega já praticavam atividades físicas organizadas: corridas, lutas e ginásticas são atividades ancestrais que deram origem ao esporte moderno.
O esporte moderno, como o conhecemos, emergiu com o surgimento de competições formais no século XVIII e foi internacionalizado a partir da criação dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 1896 .
O esporte melhora a aptidão cardiovascular, fortalece músculos e ossos, regula o peso e ajuda na prevenção de doenças crônicas como diabetes e hipertensão . Além disso, contribui ao bem-estar mental ao liberar endorfina e melhorar autoestima e concentração. Obviamente aumenta o nível de atividade física de pessoas que não gostam de exercícios tradicionais como os realizados na academia.
Nas práticas coletivas, o esporte impulsiona cooperação, liderança, disciplina, empatia, respeito a limites e regras — habilidades essenciais para conviver em sociedade. Nos jovens, contribui ao desenvolvimento da responsabilidade, autorregulação emocional e respeito .
Valores como fair play, aceitação de regras e tolerância são aprendidos no esporte universitário, educacional e recreativo.
Nas escolas, o esporte educacional funciona como ferramenta pedagógica para desenvolver autonomia, pensamento crítico, trabalho em grupo e cidadania.
Em comunidades vulneráveis, o esporte pode afastar jovens do crime, promover saúde pública e inclusão. No Brasil, medidas governamentais visam levar esporte às escolas como forma de combate ao sedentarismo.
.
Enquanto a atividade física geral inclui caminhadas, dança ou recreação, o esporte implica competição estruturada, regulamentos, árbitros e recompensas. Atividades físicas visam saúde e bem-estar geral, mas o esporte agrega metas, disciplina, métricas comparativas e espírito competitivo. Porém, o esporte pode ser usado como forma de aumentar nosso nível de atividade física e assim, nossa saúde.
O esporte é muito mais do que exercício: é cultura, educação, saúde e coesão social. Estruturado por regras e competições, transcende gerações. Age como agente de desenvolvimento humano: potencializa corpos, mente e coletividades. Em escolas, facilita ensino de cidadania; em comunidades, promove inclusão; na vida adulta, protege a saúde; no envelhecimento, reforça autonomia.
Resumindo: o esporte, institucional e competitivo, molda indivíduos e sociedades – transformando desafios em superação, regras em ética e vitórias em inclusão. Por isso, ele é essencial para o desenvolvimento integral do ser humano e sua saúde.
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O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) consiste em séries curtas de exercícios anaeróbicos intensos, seguidos por momentos de recuperação ativa . Normalmente com duração total inferior a 30 minutos com um formato que cabe na rotina atribulada de muitos pacientes .
Para pacientes com rotinas apertadas, HIIT oferece uma alternativa eficiente — sessões típicas duram de 4 a 30 minutos, mas rendem benefícios equivalentes ao treino aeróbico convencional de 30-60 minutos .
Por ser intenso, recomenda-se iniciar com protocolos de baixo volume para minimizar riscos de lesão ou sobrecarga cardiovascular .Estudos também validam a segurança do HIIT em pacientes com diabetes tipo 2, desde que seja feita adaptação adequada e supervisão do profissional de Educação física e médico .
Sugerimos leitura dos artigos:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36686490
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29329778
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39358495
HIIT mostra-se um importante coadjuvante no manejo do diabetes tipo 2, entregando resultados robustos como:
Embora protocolos de maior volume tragam vantagens extras, mesmo versões compactas de HIIT já promovem ganhos significativos. O segredo parece residir no equilíbrio entre intensidade e segurança — iniciando com intensidades adaptadas e, se possível, com ajuda profissional.
Para profissionais de saúde e pacientes, o HIIT pode ser uma adição estratégica ao plano de atividade física, potencializando a eficácia do tratamento sem demandar longas horas de treino. A combinação de baixo tempo de execução e grande impacto torna o HIIT uma “estratégia-expressa” de sucesso.
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O diabetes tipo 1, uma condição crônica caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas e consequente deficiência de insulina, exige cuidados contínuos com alimentação, insulina e, claro, atividade física. Nos últimos anos, o Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) tem chamado atenção não apenas por sua eficiência em queimar calorias em curto tempo, mas também por seus impactos metabólicos profundos. Para pessoas com diabetes tipo 1 (DM1), o HIIT surge como uma estratégia promissora — com benefícios que vão além da estética.
O HIIT consiste em alternar períodos curtos de esforço intenso (como corrida, ciclismo ou exercícios funcionais) com intervalos de descanso ou esforço leve. Esse modelo, diferente dos treinos aeróbicos contínuos, promove adaptações fisiológicas rápidas e intensas.
Pesquisas recentes indicam que o HIIT pode melhorar a sensibilidade à insulina, a capacidade cardiorrespiratória e a regulação glicêmica — três pontos-chave para quem convive com o DM1. Além disso, por demandar menos tempo (em média 15 a 30 minutos por sessão), é mais acessível para pessoas com rotinas apertadas ou pouca tolerância a treinos longos.
Estudos clínicos têm mostrado que o HIIT pode ajudar a reduzir as oscilações da glicemia durante e após o exercício, diminuindo o risco de hipoglicemia — um dos principais medos dos diabéticos durante o treino. Diferente de exercícios aeróbicos prolongados, que podem induzir quedas bruscas de glicose, o HIIT, por envolver estímulos anaeróbicos, ativa hormônios contrarreguladores como o glucagon e a adrenalina, que ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue mais estáveis.
Além disso, o HIIT também promove aumento da captação de glicose pelos músculos, independentemente da insulina, contribuindo para um melhor controle pós-prandial (após as refeições).
Outro benefício relevante é a melhora na saúde cardiovascular. Pessoas com diabetes tipo 1 têm risco aumentado de doenças cardíacas, e o HIIT demonstrou melhorar a função endotelial (saúde das artérias), a pressão arterial e a frequência cardíaca de repouso. Há também indícios de que o HIIT pode reduzir marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa, fortalecendo ainda mais o sistema imunológico e a proteção vascular.
Muitos praticantes de HIIT relatam não apenas redução da gordura corporal, mas também maior disposição, melhora no humor e na autoestima — aspectos essenciais para quem lida com uma doença crônica. A liberação de endorfinas durante treinos de alta intensidade pode ser uma aliada poderosa contra o estresse e a ansiedade, que são comuns entre pessoas com DM1.
Apesar dos benefícios, é fundamental que pessoas com diabetes tipo 1 façam ajustes e monitoramentos específicos ao adotar o HIIT. Abaixo, algumas recomendações básicas para uma prática segura:
Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35714884/
Sugestão de leitura 2: https://www.nature.com/articles/s41574-022-00756-6
Sugestão de leitura das Diretrizes Brasileiras para pessoa com diabetes: https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-fisico-no-diabetes-mellitus-tipo-1/
O HIIT representa uma abordagem moderna, eficiente e adaptável para o cuidado com o diabetes tipo 1. Quando realizado com o devido acompanhamento, pode melhorar o controle glicêmico, reduzir riscos cardiovasculares e promover uma melhor qualidade de vida.
Para muitos, ele deixa de ser apenas um método de treino e se torna uma ferramenta estratégica no combate às complicações do DM1. Como toda mudança, exige atenção e personalização — mas seus resultados podem ser verdadeiramente transformadores.
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Sugerimos rever as demais postagens.
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O Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, mais conhecido como HIIT (High-Intensity Interval Training), tem ganhado cada vez mais espaço nos programas de preparação física – não apenas entre praticantes recreacionais, mas também no meio profissional. O método se caracteriza por breves explosões de esforço máximo, intercaladas com períodos curtos de recuperação.
Estudos recentes apontam que o HIIT pode gerar adaptações fisiológicas semelhantes (ou até superiores) ao treino contínuo de longa duração, em menos tempo. Mas a pergunta que surge é: atletas de alto rendimento se beneficiam do HIIT da mesma forma que o público geral?
Pesquisas conduzidas em laboratórios de fisiologia do exercício mostram que o HIIT pode melhorar:
Para atletas, essas adaptações são desejáveis, especialmente em modalidades que exigem explosão, agilidade e recuperação rápida – como futebol, tênis, basquete, atletismo e esportes de combate. Além disso, o HIIT é uma alternativa eficiente em fases de pré-temporada ou de manutenção física, quando o tempo é um recurso escasso.
Apesar dos benefícios, o uso indiscriminado do HIIT pode ser prejudicial para atletas, principalmente em fases de pico competitivo. Isso ocorre por vários motivos:
Treinos de alta intensidade geram maior resposta inflamatória e necessidade de recuperação muscular. Em atletas já expostos a volumes elevados de treino técnico e tático, o acréscimo de HIIT pode levar ao overtraining e à redução de performance.
Movimentos de explosão, sprints e mudanças bruscas de direção – comuns no HIIT – aumentam o risco de lesões musculares, especialmente em atletas que já estão sob carga de treino intensa.
O HIIT deve ser estrategicamente inserido dentro de uma periodização bem planejada. Em momentos de transição, base ou regeneração, seu uso deve ser moderado ou substituído por atividades aeróbicas leves, com foco em recuperação.
O HIIT é excelente para melhorar componentes aeróbicos e anaeróbicos de forma rápida, mas precisa ser adaptado à realidade do esporte e ao momento da temporada. Ele destaca que o método é útil em esportes intermitentes, desde que bem monitorado. O HIIT pode ser uma faca de dois gumes: melhora a performance em alguns contextos, mas pode derrubar o rendimento se mal dosado.
Equipes de elite do futebol europeu, como o Manchester City e o Bayern de Munique, têm usado o HIIT como complemento ao treino tático. Os resultados têm sido positivos em termos de resistência e recuperação pós-jogo.
No atletismo, velocistas e corredores de meio fundo utilizam o HIIT como forma de estímulo anaeróbico controlado, especialmente fora da temporada competitiva. Em esportes como o MMA, o HIIT se encaixa bem na preparação física geral.
O treinamento HIIT tem grande potencial para melhorar o desempenho esportivo quando usado com inteligência. Para atletas, ele pode ser um aliado poderoso, desde que aplicado com base em critérios fisiológicos, respeitando o volume total de carga e as necessidades específicas da modalidade.
Não se trata de substituir o treino tradicional, mas sim de integrar o HIIT como ferramenta complementar, respeitando a individualidade biológica do atleta e os princípios da periodização esportiva.
Em resumo: o HIIT é bom para atletas? Sim — quando bem planejado, monitorado e ajustado ao momento certo. Afinal, mais importante do que treinar intensamente, é treinar com propósito.
Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30100881/
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A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma das principais causas de morte no mundo. Milhares de pessoas sofrem com essa condição pelo mundo, responsável por aumentar o risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e insuficiência renal. Embora os medicamentos antihipertensivos sejam amplamente utilizados no tratamento, especialistas em saúde têm reforçado que o exercício aeróbico regular pode ser um poderoso aliado — e em muitos casos, até mais eficaz que os remédios.
Exercício aeróbico é qualquer atividade física que aumenta a frequência cardíaca e a respiração de forma sustentada, utilizando o oxigênio como principal fonte de energia. Caminhada rápida, corrida leve, pedalada, natação e dança são exemplos clássicos.
Diversos estudos clínicos demonstram que praticar exercício aeróbico regularmente — pelo menos 150 minutos por semana — pode reduzir de 5 a 8 mmHg a pressão arterial sistólica (o número mais alto na leitura da pressão). Essa queda, apesar de parecer modesta, reduz significativamente o risco de eventos cardiovasculares fatais.
A explicação está nos efeitos diretos do exercício sobre o sistema vascular. A prática aeróbica melhora a função endotelial (a capacidade dos vasos sanguíneos de se dilatarem), reduz a rigidez arterial e promove maior vasodilatação. Além disso, ela diminui a resistência periférica dos vasos e promove uma redistribuição do fluxo sanguíneo, facilitando o trabalho do coração.
Além do efeito hipotensor, o exercício aeróbico ajuda no controle de outras comorbidades associadas à hipertensão, como obesidade, diabetes tipo 2 e colesterol elevado. Também reduz os níveis de estresse e ansiedade — fatores que agravam o quadro hipertensivo —, promovendo uma melhora geral na saúde mental e emocional do indivíduo.
Um dos grandes trunfos do exercício aeróbico como terapia é sua acessibilidade. Praticamente qualquer pessoa, em qualquer idade, pode se beneficiar, mesmo os sedentários. O ideal é começar de forma progressiva, com orientação médica e de um profissional de educação física, especialmente se houver outras doenças associadas.
As diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) recomendam caminhadas diárias de 30 minutos, cinco vezes por semana, como uma intervenção inicial eficaz. Com o tempo, pode-se evoluir para outras modalidades, respeitando os limites individuais.
Em uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine, pesquisadores analisaram centenas de ensaios clínicos envolvendo milhares de pacientes. A conclusão foi clara: o exercício físico, especialmente o aeróbico, tem eficácia comparável ou superior a muitos medicamentos no controle da pressão arterial, sobretudo nos estágios iniciais da hipertensão.
Sugestão de leitura: https://bjsm.bmj.com/content/57/20/1317
Apesar das evidências, milhões de hipertensos ainda não adotam o exercício como parte do tratamento. Os motivos vão desde a falta de tempo até a desinformação sobre os benefícios e o medo de complicações. Há ainda uma falsa crença de que só o medicamento basta.
Campanhas públicas, prescrição médica formal de atividade física e incentivo por parte da equipe multiprofissional de saúde são caminhos fundamentais. Academias públicas, parques com sinalização de trajetos e programas comunitários de caminhada também têm mostrado resultados positivos em várias cidades brasileiras.
O exercício aeróbico deixou de ser apenas uma recomendação genérica para tornar-se uma das estratégias centrais no combate à hipertensão. Simples, acessível e com benefícios que ultrapassam a queda da pressão, a atividade física regular deve ser encarada como um verdadeiro “remédio natural”. Em um mundo cada vez mais sedentário, colocar o corpo em movimento pode ser a decisão mais importante para viver mais — e com mais saúde.
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Você já se sentiu sem tempo para treinar, mas com vontade de melhorar sua saúde, ganhar condicionamento ou queimar gordura? O HIIT (High-Intensity Interval Training), ou treino intervalado de alta intensidade, tem se destacado nos últimos anos como uma das estratégias mais eficazes para quem busca resultados expressivos em menos tempo — e o melhor: acessível para pessoas de diferentes perfis, idades e níveis de condicionamento.
O HIIT é um método de treinamento que alterna períodos curtos de exercício em alta intensidade de esforço físico com períodos de recuperação ativa ou descanso passivo (sem fazer esforço físico). Diferente dos treinos tradicionais de resistência (como caminhadas longas ou sessões contínuas de bicicleta), o HIIT exige que você dê “o máximo” de esforço durante os intervalos de alta intensidade — por exemplo, sprints de corrida, pedaladas vigorosas, saltos ou exercícios de peso corporal.
Um protocolo típico de HIIT pode durar entre 10 e 30 minutos, dependendo do nível do praticante e dos objetivos. A simplicidade do método é uma de suas maiores vantagens: ele pode ser aplicado em treinos de corrida, ciclismo, natação, musculação, exercícios funcionais ou até mesmo em casa, sem equipamentos.
Um dos grandes atrativos do HIIT é seu impacto sobre o metabolismo. Pesquisas mostram que, mesmo com sessões curtas, o HIIT gera um alto gasto energético — e mais: o corpo continua queimando calorias durante horas após o treino devido ao efeito EPOC (Excess Post-exercise Oxygen Consumption), conhecido como “afterburn”.
Isso faz do HIIT uma ferramenta poderosa para a redução da gordura corporal, especialmente da gordura visceral, que está associada a maior risco cardiovascular.
Em um mundo cada vez mais corrido, o HIIT oferece uma resposta à falta de tempo. Uma sessão de 15 a 20 minutos bem executada pode oferecer os mesmos ou até melhores benefícios metabólicos e cardiovasculares do que uma hora de exercício contínuo moderado.
Essa eficiência torna o HIIT ideal para quem tem agenda apertada, como profissionais, estudantes ou pais com pouco tempo livre.
Ao contrário de treinos aeróbicos prolongados, o HIIT tende a preservar ou até estimular a hipertrofia muscular, especialmente quando combinado com exercícios de resistência (como agachamentos, saltos ou kettlebell swings).
Isso é fundamental para a população geral, já que a manutenção de massa muscular é um dos principais fatores de proteção contra perda funcional com o envelhecimento.
Estudos apontam que o HIIT melhora a capacidade aeróbica de forma igual ou superior a treinos contínuos de longa duração. O coração se torna mais eficiente, a circulação melhora e a capacidade pulmonar aumenta.
Isso significa que mesmo pessoas com baixo condicionamento inicial conseguem, com treinos regulares, sentir melhora significativa em poucos meses — um impacto direto na qualidade de vida e no bem-estar.
Outro aspecto positivo do HIIT é seu impacto sobre a motivação e a adesão ao programa de exercícios. Por ser variado, dinâmico e de curta duração, o HIIT é percebido como mais “divertido” e menos monótono que treinos longos e repetitivos.
Além disso, estudos indicam que a prática regular de HIIT está associada a melhora do humor, redução de sintomas de ansiedade e depressão e aumento da sensação de autoeficácia.
Embora o HIIT seja adaptável a diferentes perfis, ele exige atenção individualizada. Pessoas sedentárias, com sobrepeso, idosos ou com condições médicas específicas devem ser avaliadas antes de iniciar o método, de preferência com acompanhamento profissional.
Começar com intensidades e volumes adequados, respeitar os limites do corpo e progredir gradualmente são estratégias fundamentais para evitar lesões ou sobrecarga excessiva.
O HIIT se consolida como um dos métodos mais versáteis e cientificamente respaldados da atualidade. Seus benefícios — que vão da melhora da saúde metabólica ao aumento da performance, passando pela otimização do tempo e impacto positivo no bem-estar mental — fazem dele uma excelente opção para a população em geral.
Em um mundo onde tempo e saúde são recursos valiosos, o HIIT surge como um convite acessível: com poucos minutos por semana, é possível transformar a saúde, o corpo e a qualidade de vida.
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Nos últimos anos, o debate entre praticantes de atividades físicas girava em torno de uma dúvida comum: afinal, o que é melhor — musculação ou aeróbico? Agora, uma nova abordagem ganha força entre profissionais de saúde e entusiastas do fitness: o treino combinado, que une o melhor dos dois mundos. A tendência não só está se popularizando nas academias, como também vem sendo respaldada por estudos científicos que comprovam sua eficácia para diversos objetivos — desde emagrecimento até ganho de massa muscular e melhora da saúde cardiovascular.
O treino combinado, também chamado de “combined ou concurrent training” na literatura científica, é a integração de exercícios aeróbicos e de força em uma mesma rotina de treinamento. Ele pode ser feito em dias alternados ou, com cuidado estratégico, até mesmo na mesma sessão.
Esse tipo de treino desafia o corpo de maneira ampla, promovendo adaptações musculares e cardiorrespiratórias simultaneamente. Isso significa que você pode perder gordura, manter/ganhar músculo e melhorar o condicionamento físico geral ao mesmo tempo — algo que, até pouco tempo atrás, muitos acreditavam ser impossível.
Para quem busca emagrecer sem perder massa magra, o treino combinado é um verdadeiro aliado. A musculação ajuda a preservar e aumentar a massa muscular, enquanto o aeróbico acelera o gasto calórico, otimizando a queima de gordura.
Estudos mostram que, em programas bem estruturados, a combinação de musculação e aeróbico tende a ser mais eficaz para redução do percentual de gordura corporal do que qualquer um dos métodos isoladamente.
Esse tipo de treino também favorece o controle da glicemia, melhora os níveis de colesterol e reduz a pressão arterial. Para pessoas com síndrome metabólica, pré-diabetes ou obesidade, o efeito conjunto das duas modalidades se mostra mais eficiente do que treinos isolados.
Enquanto a musculação melhora a força, a resistência muscular e a densidade óssea, o treino aeróbico atua diretamente sobre o sistema cardiovascular e a capacidade pulmonar. O treino combinado promove uma melhora mais abrangente da aptidão física, tornando o indivíduo mais resiliente, resistente e funcional no dia a dia.
Sugestão de leitura
Treinos combinados podem ser mais dinâmicos, variados e menos monótonos. Essa diversidade tende a aumentar a adesão ao programa de exercícios, especialmente para pessoas que têm dificuldade em manter a regularidade com apenas uma modalidade.
Se o objetivo principal for ganho de massa muscular, o ideal é começar pela musculação e deixar o cardio para o final. Já se a meta for melhora do condicionamento cardiovascular ou emagrecimento, começar com o aeróbico pode fazer mais sentido.
Porém, vale lembrar: fazer os dois na mesma sessão exige planejamento. O ideal é evitar treinos muito longos, que possam elevar o risco de fadiga e comprometer o desempenho.
Outra estratégia eficaz é realizar os treinos em horários diferentes no mesmo dia (por exemplo, musculação de manhã e aeróbico à tarde), ou até em dias alternados. Essa divisão reduz a interferência entre os estímulos e permite uma recuperação mais eficiente.
Cada pessoa responde de maneira diferente ao treino combinado, por isso a orientação de um profissional de educação física é essencial para ajustar volume, intensidade e frequência de acordo com o objetivo, o nível de condicionamento e possíveis limitações.
A velha rivalidade entre musculação e cardio está com os dias contados. O treino combinado surge como uma abordagem inteligente, eficiente e equilibrada, capaz de entregar o que muitos consideravam paradoxal: hipertrofia com queima de gordura, resistência com força, saúde com estética.
Seja você um atleta, iniciante ou praticante regular, combinar musculação e aeróbico pode ser a chave para superar platôs, turbinar os resultados e manter a saúde em dia. Em tempos de rotinas apertadas, a integração entre essas duas vertentes do exercício físico se mostra uma solução prática, versátil e poderosa para quem busca o melhor desempenho — dentro e fora da academia.
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O diabetes é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas no mundo e se caracteriza por níveis elevados de glicose no sangue. Embora o uso de medicamentos, incluindo a insulina em muitos casos, seja essencial para o controle da doença, a prática regular de exercícios físicos é amplamente reconhecida como parte fundamental do tratamento.
Incorporar atividades físicas à rotina ajuda a controlar os níveis de glicose, melhora a sensibilidade à insulina e reduz o risco de complicações cardiovasculares — uma das principais causas de mortalidade entre pessoas com diabetes. Além disso, o exercício físico contribui para a redução da pressão arterial, melhora a frequência cardíaca e fortalece o sistema cardiovascular.
Tanto os exercícios aeróbicos (como caminhada, bicicleta e corrida) quanto os exercícios de força (como musculação) são recomendados para pessoas com diabetes. Quando realizados com intensidade moderada por pelo menos 30 minutos, essas atividades oferecem benefícios semelhantes em termos de controle glicêmico e saúde geral.
Pesquisas têm comparado diferentes tipos de exercício quanto à sua eficácia na redução da glicemia. A conclusão é clara: se feitos com intensidade e duração semelhantes, os exercícios aeróbicos e de força têm efeitos importantes sobre os níveis de açúcar no sangue e os indicadores cardiovasculares.
Com o crescimento do interesse por práticas mais acessíveis, os exercícios funcionais com o peso do corpo (BWFE — Body-Weight Functional Exercises) estão ganhando destaque como estratégia complementar no tratamento do diabetes. Esses exercícios incluem agachamentos, flexões, pranchas e outros movimentos que utilizam o próprio peso corporal como resistência. São práticos, não requerem equipamentos e podem ser feitos em casa.
O conceito de exercício funcional vai além da estética: ele busca melhorar a capacidade de realizar tarefas do dia a dia com mais eficiência e segurança. Para pessoas com diabetes, isso se traduz em maior autonomia, melhora na circulação, controle da glicose e até apoio na perda de peso.
Um estudo notável avaliou os efeitos de um programa de 12 semanas que combinava calistenia, exercícios aeróbicos e de força em adolescentes com diabetes. Os resultados mostraram melhorias significativas na resistência cardiorrespiratória, força muscular, perfil lipídico e controle glicêmico. Em outro estudo, uma sessão de 30 minutos com videogames ativos — uma forma divertida de treino com o peso do corpo — melhorou a função endotelial, a glicemia e a pressão arterial.
Citações:
Um estudo recente comparou os efeitos de três modalidades de exercício — funcional com peso corporal (BWFE), exercício aeróbico intervalado e treino de força — em adultos com diabetes. Os participantes passaram por sessões semelhantes em intensidade e duração, e os pesquisadores mediram os efeitos imediatos no nível de glicose e na função cardiovascular.
O resultado? Os exercícios com peso corporal produziram efeitos comparáveis aos das modalidades tradicionais. Além disso, os praticantes relataram altos níveis de prazer durante a sessão — um fator-chave para a adesão ao exercício a longo prazo.
Citação
Para muitas pessoas, iniciar e manter uma rotina de exercícios pode ser desafiador. Falta de tempo, de motivação ou de acesso a academias são barreiras comuns. Os exercícios com o peso do corpo, no entanto, oferecem uma solução prática: podem ser realizados em casa, em qualquer horário e com zero custo.
Mais importante ainda, a sensação de prazer durante o exercício tem um papel decisivo na continuidade da prática. Se a atividade for agradável, é mais provável que ela se torne um hábito duradouro — e, nesse contexto, o efeito no controle do diabetes será ainda mais significativo.
Diante das evidências, uma mensagem se destaca: o controle do diabetes não depende apenas de medicamentos. Práticas simples, como exercícios com o próprio peso corporal, podem oferecer grandes benefícios — melhorando a glicemia, protegendo o coração e promovendo qualidade de vida.
A boa notícia? Para começar a cuidar melhor da saúde, tudo o que você precisa pode ser um espaço na sala e 30 minutos do seu dia. É possível controlar o diabetes com movimentos simples, consistência e prazer.
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O treinamento funcional é uma modalidade de exercício físico que simula movimentos naturais do cotidiano, como agachar, empurrar, puxar e levantar objetos. Diferente da musculação tradicional, que isola grupos musculares, o funcional trabalha o corpo de forma integrada, promovendo força, equilíbrio e coordenação.
O treinamento funcional aumenta a resistência cardiorrespiratória, permitindo que o praticante realize atividades diárias com mais disposição e menor fadiga.
Ao envolver múltiplos grupos musculares em cada exercício, o funcional promove um fortalecimento equilibrado, essencial para a estabilidade corporal.
Por ser uma atividade de alta intensidade, o treinamento funcional acelera o metabolismo, favorecendo a queima de gordura e a definição muscular.
Exercícios que fortalecem o core (músculos abdominais, lombares e pélvicos) ajudam a manter a coluna alinhada e melhoram o equilíbrio, reduzindo o risco de quedas.
Movimentos dinâmicos e variados aumentam a amplitude de movimento das articulações, melhorando a flexibilidade e facilitando tarefas cotidianas.
Ao fortalecer músculos e articulações, o treinamento funcional reduz o risco de lesões, especialmente aquelas causadas por movimentos repetitivos ou postura inadequada.
A prática regular libera endorfinas, hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar, ajudando a combater o estresse e a ansiedade.
Sugestão de leitura de artigo científico: https://www.researchgate.net/publication/390941809_Body-weight_functional_exercise_promotes_greater_and_safer_blood_glucose_reduction_compared_to_aerobic_and_strength_exercises_in_type_1_diabetics_a_randomised_crossover_study?_tp=eyJjb250ZXh0Ijp7InBhZ2UiOiJwcm9maWxlIiwicHJldmlvdXNQYWdlIjpudWxsLCJwb3NpdGlvbiI6InBhZ2VDb250ZW50In19
O treinamento funcional é adaptável a todas as idades e níveis de condicionamento físico. Desde atletas buscando melhorar o desempenho até idosos visando manter a mobilidade, todos podem se beneficiar dessa prática.
Antes de iniciar, é recomendável consultar um profissional de educação física para avaliar a aptidão física e saúde em geral e encaminhar para um médico ou outro profissional especializado para as necessidades individuais.
O treinamento funcional é uma abordagem eficaz e versátil para melhorar a saúde física e mental. Com exercícios que imitam movimentos do dia a dia, promove força, equilíbrio, flexibilidade e bem-estar geral. Seja para melhorar o desempenho esportivo ou simplesmente para viver com mais qualidade, o funcional é uma excelente escolha
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O alongamento, muitas vezes subestimado, é uma ferramenta poderosa no manejo do Diabetes Mellitus (DM). Mais do que apenas um preparo para atividades físicas, ele traz benefícios significativos para o controle glicêmico, a flexibilidade e a qualidade de vida de pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2.
O alongamento consiste em exercícios que têm como objetivo aumentar a flexibilidade muscular e a amplitude de movimento das articulações. Para as pessoas com diabetes, essa prática é especialmente benéfica, pois auxilia no combate a complicações musculoesqueléticas comuns, como rigidez articular e perda de mobilidade. Além disso, o alongamento melhora a circulação sanguínea, um fator crucial para prevenir problemas como neuropatia periférica e dificuldades na cicatrização de feridas.
Para aproveitar os benefícios do alongamento, recomenda-se:
Incorporar o alongamento à rotina semanal é uma estratégia simples e eficaz para melhorar o controle do diabetes e prevenir complicações. Além dos benefícios físicos, o alongamento contribui para o bem-estar geral, tornando-se um aliado valioso na gestão do Diabetes Mellitus.
Sugestão de leituras acadêmicas:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26265997
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21244749
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Vamos apresentar as postagens mais vistas desse mês, aqui no nosso JustBriefit, por categorias. Então, venha rever conosco!
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Em meio à correria do dia a dia, muitas vezes negligenciamos práticas simples que podem trazer grandes benefícios à nossa saúde. O alongamento é uma dessas práticas, frequentemente subestimada, mas que desempenha um papel crucial no bem-estar físico e mental.
O alongamento consiste em exercícios que visam aumentar a flexibilidade muscular/amplitude de movimento das articulações. Esses exercícios podem ser realizados de forma estática, mantendo uma posição por determinado tempo, ou dinâmica, com movimentos controlados que levam os músculos até seus limites de alongamento. Ou até mesmo combinando as duas ações.
A prática regular de alongamentos aumenta a flexibilidade muscular, permitindo movimentos mais amplos e eficientes. Isso é especialmente importante com o avanço da idade, quando a tendência é a perda de mobilidade. O que dificulta na realização das atividades diárias como se agachar, pegar um objeto no alto das gavetas, por e retirar uma camisa, calçar um sapato e entre outros.
Apesar de controvérsias científicas, a depender de como for realizado, alongar os músculos antes e depois de atividades físicas pode preparar o corpo para o esforço, reduzindo o risco de lesões.
Músculos encurtados e tensos podem levar a uma postura inadequada, resultando em dores e desconfortos. O alongamento regular ajuda a manter o equilíbrio muscular, promovendo uma postura mais correta e saudável.
O alongamento proporciona uma sensação imediata de relaxamento, aliviando a tensão muscular acumulada. Essa prática também contribui para a redução do estresse e da ansiedade, promovendo o bem-estar mental.
Ao alongar os músculos, há um aumento no fluxo sanguíneo, o que melhora a oxigenação dos tecidos e auxilia na eliminação de toxinas. Isso é benéfico para a saúde cardiovascular e para a recuperação muscular.
Para obter os benefícios do alongamento, é importante incorporá-lo à rotina diária. Algumas dicas incluem:
O alongamento é uma prática simples, acessível e eficaz para melhorar a saúde física e mental. Seja para aumentar a flexibilidade, prevenir lesões, melhorar a postura ou aliviar o estresse, os benefícios são inúmeros. Incorporar o alongamento à rotina diária é um investimento valioso no bem-estar e na qualidade de vida.
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O exercício aeróbico é amplamente reconhecido por seus benefícios à saúde cardiovascular. Para indivíduos com diabetes tipo 2 e tipo 1 e hipertensos, sua prática regular pode ser uma ferramenta eficaz no controle dessas condições crônicas.
A atividade física aeróbica aumenta a sensibilidade dos tecidos à insulina, facilitando a absorção da glicose pelas células e contribuindo para a redução dos níveis de glicemia no sangue em pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2
Estudos indicam que o exercício aeróbico regular pode levar à diminuição dos níveis de HbA1c, um marcador importante no controle do diabetes tipo 2. Em pessoas com diabetes tipo 1, apesar de controvérsias sobre a redução desta variável é importante realizar exercícios aeróbicos, pois, com certeza baixa os valores da glicemia após exercícios, como correr na esteira.
Sugestão de leitura: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39094945/
Sex-Related Glycemic and Cardiovascular Responses After Continuous and Interval Aerobic Sessions in Patients With Type 1 Diabetes: A Randomized Crossover Study
A prática regular de exercícios aeróbicos está associada à redução da pressão arterial sistólica e diastólica, sendo uma estratégia eficaz no controle da hipertensão.
Além de controlar a pressão arterial, o exercício aeróbico contribui para a saúde do coração, melhorando a função endotelial (capacidade de relaxar e contrair os vasos) e reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.
Por fim, o exercício aeróbico é uma intervenção não farmacológica eficaz no controle do diabetes tipo 2 e tipo 1 e da hipertensão. Sua prática regular, aliada a um estilo de vida saudável, pode melhorar significativamente a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações associadas a essas condições crônicas.
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Os exercícios aeróbicos têm ganhado destaque como uma das formas mais eficazes de promover a saúde e o bem-estar. Seja para melhorar a resistência física, auxiliar na perda de peso ou fortalecer o sistema cardiovascular, essas atividades oferecem uma gama de benefícios que impactam positivamente a qualidade de vida.
Exercícios aeróbicos são atividades físicas que envolvem grandes grupos musculares de forma rítmica e contínua, aumentando a frequência cardíaca e a respiração. Eles dependem do uso de oxigênio para gerar energia (predominantemente), o que melhora a eficiência do sistema cardiovascular e respiratório. Exemplos comuns incluem caminhada, corrida, natação, ciclismo e dança.
A prática regular de exercícios aeróbicos fortalece o coração, permitindo que ele bombeie sangue de maneira mais eficiente. Isso reduz a pressão arterial, melhora a função dos vasos sanguíneos e diminui o risco de doenças cardiovasculares.
Atividades aeróbicas são eficazes na queima de calorias, auxiliando na perda de peso e na manutenção de um índice de massa corporal saudável. Quando combinadas com uma alimentação equilibrada, sono e gerenciamento de estresse, potencializam os resultados relacionados ao emagrecimento.
A prática regular libera endorfinas, neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar. Isso ajuda a reduzir o estresse, a ansiedade e os sintomas de depressão, promovendo uma melhor qualidade de vida.
Ao exigir maior consumo de oxigênio, os exercícios aeróbicos melhoram a eficiência bioenergética, aumentando a capacidade respiratória e a resistência física.
Essas atividades ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, sendo benéficas para a prevenção e controle do diabetes tipo 2.
Indivíduos que praticam exercícios aeróbicos regularmente tendem a ter um sono mais reparador, o que contribui para a recuperação muscular e o bem-estar geral.
Optar por uma modalidade que seja prazerosa aumenta as chances de manter a regularidade na prática (exemplo: Corrida, bicicleta, natação e entre outros)
Inicie com sessões de menor duração e intensidade, aumentando progressivamente conforme seu condicionamento melhora.
O uso de calçados e roupas apropriados proporciona conforto e previne lesões durante a prática.
Para obter os benefícios, é importante praticar exercícios aeróbicos de forma consistente, preferencialmente em dias alternados ou conforme orientação do profissional de Educação Física.
Antes de iniciar qualquer programa de exercícios, procure seu profissional de Educação Física de confiança. Além disso, é possível passar por uma avaliação médica para assegurar que está apto para a prática.
Por fim, os exercícios aeróbicos são aliados poderosos na promoção da saúde física e mental. Com uma variedade de modalidades disponíveis, é possível encontrar uma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e preferências. Ao incorporá-los à rotina, você investe em uma vida mais longa, saudável e equilibrada.
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O diabetes é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracteriza-se por níveis elevados de glicose no sangue devido à produção insuficiente e/ou à má utilização de insulina pelo organismo. Embora a alimentação balanceada e a medicação sejam pilares no manejo da doença, estudos recentes destacam a musculação como uma ferramenta eficaz no controle glicêmico e na melhoria da qualidade de vida de pessoas com diabetes.
A prática regular de exercícios de resistência/força, como a musculação, aumenta a sensibilidade das células à insulina. Isso significa que o corpo passa a utilizar a glicose de forma mais eficiente, reduzindo os níveis de açúcar no sangue. Durante o treinamento, os músculos consomem glicose como fonte de energia, o que contribui para a diminuição da glicemia.
O excesso de peso é um fator de risco significativo para o desenvolvimento e agravamento do diabetes tipo 2. A musculação ajuda na construção de massa muscular magra, o que, por sua vez, eleva o metabolismo basal. Isso significa que o corpo passa a queimar mais calorias em repouso, facilitando a manutenção ou a perda de peso.
Estudos indicam que o treinamento em intensidade moderada pode diminuir o acúmulo de gordura no fígado e tornar o órgão mais sensível à insulina, mesmo antes que ocorra perda de peso corporal significativa.
Além de auxiliar na redução da gordura corporal, a musculação promove o aumento da massa muscular. Essa mudança na composição corporal não só melhora a estética, mas também contribui para a saúde metabólica, tornando o organismo mais eficiente no uso da glicose.
A prática regular de musculação está associada à melhoria da capacidade cardiorrespiratória e à redução dos riscos de doenças coronárias, comuns nessa população. O fortalecimento do coração e dos vasos sanguíneos contribui para uma circulação mais eficiente e para a diminuição da pressão arterial.
É fundamental que indivíduos com diabetes monitorem seus níveis de glicemia antes, durante e após os treinos. Caso a glicemia esteja acima de 250 mg/dl em jejum, é aconselhável evitar a prática de exercícios. Se estiver abaixo de 100 mg/dl, recomenda-se ingerir um alimento rico em carboidratos para prevenir a hipoglicemia.
A introdução ou intensificação da musculação pode exigir ajustes na medicação ou na dieta. É imprescindível consultar um médico e nutricionista para orientações personalizadas, garantindo que o regime de exercícios seja seguro e eficaz.
Embora a musculação seja benéfica, é importante selecionar exercícios que sejam apropriados para a condição física e o perfil de saúde do indivíduo. Um profissional de educação física com experiência em atender pessoas com diabetes pode elaborar um programa de treinamento personalizado, focado em segurança e eficácia. Muitos pacientes com diabetes tipo 1 tem medo de hipoglicemia durante ou após a musculação, mas os estudos atuais apontam que a musculação atenua a queda glicêmica em comparação com outros exercícios (Sugestão de leitura adicional para pessoas com diabetes tipo 1: Leia 1 e Leia 2).
Por fim, percebe-se que musculação emerge como uma estratégia eficaz no controle e prevenção do diabetes, oferecendo múltiplos benefícios que vão além da melhora do controle glicêmico. Ao aumentar a sensibilidade à insulina, auxiliar no controle do peso, reduzir a gordura visceral e promover a saúde cardiovascular, os treinos de resistência se consolidam como aliados indispensáveis para pessoas com diabetes que buscam qualidade de vida. Contudo, é essencial que a prática seja acompanhada por profissionais de saúde e que o indivíduo esteja atento aos sinais do seu corpo, garantindo uma abordagem segura e personalizada.
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A musculação, é uma modalidade de exercício físico que utiliza resistência para promover o fortalecimento e o desenvolvimento dos músculos esqueléticos. Praticada em geralmente em academias ou em casa, essa atividade envolve o uso de pesos livres, máquinas específicas, elásticos ou até mesmo o peso do próprio corpo para gerar tensão muscular. Além de aprimorar a força, a musculação oferece uma série de benefícios para a saúde e é indicada para diversos perfis de praticantes.
A musculação é um tipo de treinamento que desafia os músculos a se desenvolverem por meio de uma força contrária, como levantar pesos ou utilizar elásticos. Esse estímulo incentiva o corpo a recrutar mais fibras musculares para superar a resistência imposta pelos exercícios. Diferentemente de outras formas de exercício físico, a musculação foca no fortalecimento muscular e pode ser adaptada para trabalhar diferentes grupos musculares de forma isolada ou composta.

A prática regular da musculação proporciona diversos benefícios à saúde, entre os quais se destacam:
Ao submeter os músculos a cargas progressivas, a musculação promove adaptações que resultam no aumento da força e da resistência muscular, facilitando a realização de atividades cotidianas e esportivas.
O treinamento regular contribui para o aumento da massa muscular e a redução da gordura corporal, favorecendo um metabolismo mais acelerado e auxiliando no controle do peso corporal.
A musculação estimula a formação de tecido ósseo, aumentando a densidade mineral dos ossos e ajudando na prevenção de doenças como a osteoporose.
O fortalecimento dos músculos responsáveis pela sustentação da coluna vertebral e do core contribui para uma postura mais adequada e melhora o equilíbrio corporal.
A prática regular também está associada à redução dos sintomas de ansiedade e depressão, além de promover a sensação de bem-estar devido à liberação de endorfinas.
A musculação é versátil e pode ser adaptada para atender a diferentes objetivos e perfis:
Para iniciar na musculação de forma segura e eficaz, é importante considerar:
Por fim, a musculação é uma prática eficaz para o desenvolvimento neuromuscular e oferece inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Adaptável a diferentes perfis e objetivos, é uma atividade recomendada para diversas faixas etárias que buscam melhorar sua qualidade de vida. Com a orientação adequada e um programa bem estruturado, a musculação pode ser uma aliada poderosa na promoção da saúde e do bem-estar.
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19204579
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21694556

A prática regular de atividades físicas é essencial para manter a saúde e prevenir diversas doenças. Estudos comprovam que exercitar-se regularmente ajuda a regular a pressão arterial, controlar a ansiedade e a depressão, e evitar o ganho excessivo de peso. Com base nas pesquisas mais recentes, o American College of Sports Medicine (ACSM) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estabeleceram diretrizes claras para a prática de exercícios físicos, garantindo uma melhor qualidade de vida para todas as faixas etárias.
A atividade física regular traz uma série de vantagens para a saúde física e mental. Entre os principais benefícios, destacam-se:
O ACSM é uma das principais referências globais quando o assunto é recomendação de exercícios. Ssuas diretrizes são amplamente adotadas por profissionais de saúde e bem-estar. O manual Guidelines for Exercise Testing and Prescription reforça a importância da prática regular de atividade física e propõe metas adequadas para cada grupo populacional. As diretrizes são embasadas nas Physical Activity Guidelines for Americans, 2nd Edition, publicadas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. Essas orientações estabelecem metas claras para a população adulta e faixas etárias específicas.
As diretrizes do ACSM e CDC recomendam que todos os adultos saudáveis entre 18 e 65 anos realizem:
Exercício Aeróbico
Exercícios de Força
Essa combinação garante benefícios expressivos para o corpo, promovendo uma melhora significativa na saúde geral e prevenindo doenças crônicas.

A ciência é clara: praticar exercícios regularmente é uma das melhores formas de cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida. Seguir as recomendações do ACSM e do CDC pode ser um primeiro passo para garantir um futuro mais saudável e ativo. Independentemente da idade ou da condição física, inserir atividades no dia a dia é fundamental para colher os benefícios a longo prazo.
Portanto, mexa-se e aproveite os benefícios de um estilo de vida ativo!
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link
https://www.acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines
https://justbriefit.com/Impacto-do-exercicio-Funcional-na-pressao-arterial-de-jovens-e-idosos
https://justbriefit.com/exercicios-multicomponentes-em-idosas-e-importate-para-reabilitacao-fisica/
https://justbriefit.com/pilates-e-seguro-e-eficiente/
https://justbriefit.com/videogames-uma-alternativa-de-exercicio-fisico/

A prática regular de atividades físicas é um dos pilares do controle do diabetes, mas estudos recentes mostram que muitas pessoas com a doença não atingem os níveis recomendados de exercícios. A falta de movimentação pode agravar complicações relacionadas ao diabetes e impactar negativamente a qualidade de vida.
O diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Entre os principais desafios para seu controle está a adoção de hábitos saudáveis, especialmente a prática de atividades físicas regulares. Exercícios físicos ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina, controlar os níveis de glicose no sangue e reduzir o risco de complicações cardiovasculares. No entanto, estudos revelam que muitas pessoas com diabetes estão longe de atingir essas metas.
Pesquisas indicam que indivíduos com diabetes são menos ativos fisicamente do que a população geral. Entre os principais fatores que explicam essa tendência estão a falta de orientação, dificuldades de locomoção, medo de hipoglicemia durante o exercício físico e barreiras psicológicas, como a falta de motivação intrínseca.
Estudos realizados por instituições de saúde mostram que menos da metade das pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 praticam a quantidade mínima recomendada de atividade física. Entre as pessoas de diabetes tipo 1, o índice de práticas sedentárias também é elevado, especialmente entre os mais jovens.
Muitas pessoas com diabetes evitam atividades físicas por receio de episódios de hipoglicemia. Esse medo pode levar à inatividade, mesmo sabendo dos benefícios do exercício para o controle da doença. Estratégias como monitoramento glicêmico antes e depois do treino e ajustes na alimentação podem minimizar esses riscos.
A ausência de orientações claras por parte de profissionais de saúde também contribui para hábitos sedentários. Algumas pessoas simplesmente não sabem quais exercícios físicos são mais seguros e eficazes para sua condição. Contar com a orientação de profissionais de educação física pode fazer toda a diferença.
O cotidiano acelerado e a falta de tempo também são barreiras frequentes. Para muitas pessoas, encaixar uma rotina de exercícios físicos entre as atividades do dia a dia pode ser um desafio. No entanto, pequenas mudanças, como elevar o nível de atividade (ex.: como caminhar mais, usar escadas em vez de elevadores, se transportar ativamente ao trabalho/lazer e evitar muito tempo sentado) já contribui para um estilo de vida mais ativo.

Especialistas recomendam algumas estratégias para aumentar a adesão de pessoas com diabetes à atividade física:
A inatividade física entre pessoas com diabetes é um problema preocupante que pode impactar diretamente a saúde e a qualidade de vida. Superar barreiras e encontrar formas acessíveis e prazerosas de se movimentar é essencial para o controle da doença e a prevenção de complicações. Com apoio adequado e pequenas mudanças no dia a dia, é possível transformar a atividade física em um hábito e colher os benefícios de um estilo de vida mais saudável.
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://www.scielo.br/j/ramb/a/W4HRJ4xRLWgLw7gGsB7ZpZP/#:~:text=A%20pr%C3%A1tica%20de%20pelo%20menos,aos%20pacientes%20com%20DM3.
https://justbriefit.com/sociedade-brasileira-de-diabetes-alerta-para-rastreamento-da-doenca/
https://justbriefit.com/como-e-possivel-medir-o-nivel-de-atividade-fisica/
https://justbriefit.com/medir-nivel-de-atividade-fisica-com-aplicativos/
https://justbriefit.com/todos-podem-fazer-exercicios-fisicos-sem-a-necessidade-de-exames-previos/
https://justbriefit.com/diabetes-mellitus-ja-ouviu-falar/
https://justbriefit.com/qual-importancia-do-exercicio-fisico-para-pessoas-com-diabetes/

A prática de exercícios físicos tem se mostrado essencial tanto para o tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) quanto para a prevenção de complicações do Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2). Apesar de algumas controvérsias (necessita de mais estudos) sobre o impacto exclusivo e direto no controle glicêmico de pessoas com DM1, os benefícios adicionais dessa prática justificam sua inclusão como parte fundamental do tratamento da diabetes. Sendo coadjuvante não medicamentos importantes para essa população.
O exercício físcio promove o bem-estar e melhora o condicionamento físico geral (força, flexiblidade, resistência muscular, composição corporal, aptidão cardiorrespiratória). Para indivíduos com DM1 e DM2, ajuda no controle do peso, na redução dos níveis de colesterol LDL e triglicerídeos, melhora na Hemoglobina glicada (%) e na diminuição do risco cardiovascular futuro.
O DM1 e o DM2 estão associados a diversos fatores de risco, como hipertensão, dislipidemia, resistência à insulina e sedentarismo. O exercício físico regular auxilia na prevenção e no controle dessas condições, reduzindo as chances de complicações micro e macrovasculares, que podem levar a doenças graves, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Cada paciente com diabetes tem necessidades específicas, e a prescrição do exercício deve levar em conta a condição física, individualidade biológica, plano insulínico, risco cardiovascular e entre outros. Para indivíduos com DM1, é fundamental avaliar a intensidade do exercício, horário, sexo, tipo do exercício, duração, insulina ativa, local da aplicação da insulina, tempo de diagnótico, alimentação pré-exercício, glicemia pré, durante e pós exercício e entre outras condições que possam gerar riscos adicionais, como hipoglicemia.
Antes de iniciar um programa de exercício físico, é recomendável que pessoas com diabetes passem por uma avaliação médica detalhada, incluindo exames como eletrocardiograma e outros solicitados pelo médico. Essa análise é essencial para identificar possíveis riscos e prevenir eventos adversos.

Os exercícios físicos mais indicados para pessoas com diabetes incluem:
O exercício físico é um aliado poderoso na gestão do diabetes, contribuindo para um melhor controle metabólico e prevenção de complicações. No entanto, sua prática deve ser segura e adaptada às necessidades individuais de cada paciente. Com a devida avaliação médica, orientação do profissional de educação física e nutricionista. Os benefícios são amplos, promovendo mais qualidade de vida para quem convive com a doença.
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-fisico-no-diabetes-mellitus-tipo-1/
https://diretriz.diabetes.org.br/atividade-fisica-e-exercicio-no-pre-diabetes-e-dm2/

Um estudo recente realizado nos Estados Unidos, por meio do National Health and Nutrition Examination Survey, demonstrou a importância do rastreamento precoce do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). De acordo com a pesquisa, o número necessário de pessoas para rastreamento é significativamente maior em indivíduos com menos de 35 anos, tornando o rastreamento mais eficaz a partir dessa idade.*
Diabetes no Brasil: Uma Realidade Preocupante
Os dados do VIGITEL 2023, sistema de monitoramento do Ministério da Saúde, revelam um crescimento significativo da prevalência do DM2 com a idade. A incidência da doença é de apenas 0,5% entre 18 e 24 anos, mas sobe para 2,4% entre 25 e 34 anos, 5,5% entre 35 e 44 anos e atinge 30,3% em indivíduos com 65 anos ou mais. Esses números reforçam a necessidade de um rastreamento eficiente para prevenir complicações graves da doença.*
Além disso, estudos também apontam uma relação entre pré-diabetes e risco cardiovascular. Esse dado reforça a necessidade de identificação precoce para a intervenção preventiva.
O Custo-Benefício do Rastreamento
Outro ponto relevante levantado pelos pesquisadores é o impacto econômico do rastreamento e da intervenção precoce. Nos Estados Unidos, um estudo indicou que o custo do rastreamento seguido de tratamento com metformina e modificações no estilo de vida é menor do que os gastos associados ao não rastreamento e ao tratamento de complicações do diabetes em longo prazo. Isso sugere que estratégias preventivas podem reduzir significativamente os custos para os sistemas de saúde.
Ferramentas de Diagnóstico e Critérios de Rastreamento
Para auxiliar na identificação de indivíduos em risco, o Ministério da Saúde do Brasil recomenda o uso do questionário FINDRISC. Esse questionário atribui uma pontuação baseada em fatores como idade, índice de massa corporal (IMC), histórico familiar e hábitos de vida. Indivíduos com pontuações elevadas podem se beneficiar do rastreamento precoce e de medidas preventivas.
As diretrizes atuais indicam que o rastreamento universal para DM2 deve ser realizado em adultos a partir dos 35 anos. Para indivíduos com menos de 35 anos, o rastreamento é recomendado em casos de sobrepeso ou obesidade aliados a um fator de risco adicional, como histórico familiar, doença cardiovascular, hipertensão arterial, síndrome dos ovários policísticos, sedentarismo, entre outros.

O FINDRISC tem pontuação máxima de 26 e classifica os indivíduos em níveis de risco: baixo (< 7 pontos); levemente elevado (entre 7 e 11 pontos); moderado (12-14 pontos); alto (15-20 pontos) e muito alto (mais de 20 pontos). O escore FINDRISC está pormenorizado na Figura 1, e pode ser encontrado no site da SBD através do link https://diabetes.org.br/calculadoras/findrisc.
Vamos rastrear pessoas com diabetes!
O rastreamento precoce do Diabetes Mellitus tipo 2 é essencial para a detecção precoce e a prevenção de complicações graves. Os estudos mostram que iniciar a triagem a partir dos 35 anos é mais eficaz e econômico, além de permitir uma intervenção precoce em indivíduos com pré-diabetes e alto risco cardiovascular.
Com a utilização de ferramentas como o FINDRISC e a definição de critérios claros para o rastreamento, os sistemas de saúde podem otimizar recursos e oferecer melhores condições de tratamento para a população, reduzindo os impactos da doença em longo prazo. Você já procurou seu profissional de saúde?
*Chung S, Azar KM, Baek M, Lauderdale DS, Palaniappan LP. Reconsidering the age thresholds for type II diabetes screening in the U.S. Am J Prev Med. 2014 Oct;47(4):375-81. doi: 10.1016/j.amepre.2014.05.012.
*Brasil. Vigitel Brasil 2023: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2023. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. 131 p. Disponível: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2023.pdf.
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/diagnostico-de-diabetes-mellitus/
https://justbriefit.com/controle-da-glicemia-desafio-de-pacientes-e-profissionais

Manter a glicemia dentro da faixa recomendada é um dos principais desafios para quem convive com o diabetes. Novas diretrizes e estudos reforçam a importância de um controle individualizado para evitar complicações a longo prazo e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
As metas glicêmicas representam os valores recomendados de glicose no sangue que devem ser mantidos para minimizar os riscos de complicações associadas ao diabetes. Essas metas variam de acordo com o perfil do paciente, seu histórico clínico e outros fatores, como idade e presença de comorbidades. O objetivo é garantir que os níveis de glicose permaneçam dentro de um intervalo seguro, reduzindo o risco de hipoglicemia e complicações cardiovasculares.
Pesquisas recentes indicam que a personalização do tratamento pode trazer melhores resultados no controle do diabetes. Em vez de um valor fixo para todos os pacientes, especialistas agora recomendam metas ajustadas com base em fatores individuais.

Seguindo essas orientações diárias da glicemia existe a possibilidade de atingir a META. Resumidamente, temos:
O avanço das tecnologias de monitoramento contínuo da glicose tem sido um divisor de águas no tratamento do diabetes. Dispositivos que permitem acompanhar os níveis de glicose em tempo real ajudam os pacientes a tomarem decisões mais informadas sobre alimentação, atividade física e uso de medicamentos.
Além disso, os sistemas de inteligência artificial começam a ser incorporados ao tratamento, fornecendo alertas personalizados e previsões sobre tendências glicêmicas. Isso ajuda a prevenir oscilações perigosas nos níveis de glicose, tornando o manejo da doença mais eficiente.
A adoção dessas novas diretrizes tem um impacto direto na qualidade de vida dos pacientes. Ao permitir um controle mais flexível e adequado à realidade de cada indivíduo, os riscos de complicações graves são reduzidos sem comprometer a segurança do tratamento.
Os especialistas destacam que a chave para o sucesso está na educação e no acompanhamento médico contínuo. O uso de tecnologias inovadoras, aliado a um plano alimentar e à prática de atividades físicas, contribui significativamente para o alcance das metas glicêmicas estabelecidas.
O conceito de metas glicêmicas está evoluindo para se tornar mais individualizado e acessível. Com novas diretrizes, tecnologias avançadas e uma abordagem mais centrada no paciente, as expectativas para o controle do diabetes são cada vez mais promissoras. O fundamental é que pacientes e profissionais de saúde trabalhem juntos para encontrar o equilíbrio ideal, garantindo um tratamento eficaz e uma vida com mais qualidade.
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Quer saber mais sobre o tema? Leia mais aqui nesse link https://diretriz.diabetes.org.br/metas-no-tratamento-do-diabetes/

O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica, resultante de defeitos na secreção, na ação da insulina ou ambas. Essa condição pode levar a diversas complicações, afetando múltiplos órgãos e sistemas. Existem diferentes tipos de diabetes, incluindo o pré-diabetes, diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.
O pré-diabetes é uma condição intermediária entre a normoglicemia e o diabetes mellitus, caracterizada por glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL. Embora ainda não seja considerado diabetes, o pré-diabetes aumenta significativamente o risco de evoluir para a forma definitiva da doença, além de estar associado a doenças cardiovasculares.
O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune na qual o sistema imunológico ataca as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Isso leva à deficiência total do hormônio, necessitando de reposição exógena de insulina para a sobrevivência. Esse tipo de diabetes geralmente se manifesta na infância ou adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. Os sintomas incluem poliúria (excesso de urina), polidipsia (sede excessiva), polifagia (fome excessiva) e perda de peso inexplicada.
O diabetes tipo 2 é a forma mais comum da doença (~90% dos cados de diabetes) e está relacionado à resistência à insulina e à disfunção progressiva das células beta pancreáticas. Fatores genéticos e ambientais, como obesidade, práticas sedentárias e alimentação inadequada, desempenham um papel crucial no seu desenvolvimento. Inicialmente, o pâncreas compensa a resistência à insulina aumentando sua produção (hiperinsulinemia), mas com o tempo essa capacidade se esgota, resultando em hiperglicemia persistente.
O diabetes gestacional ocorre durante a gravidez, quando, por exemplo, a produção de hormônios placentários causa resistência à insulina. Mulheres com fatores de risco, como histórico familiar de diabetes, obesidade e idade avançada, têm maior propensão a desenvolver essa condição. Embora geralmente desapareça após o parto, mulheres que tiveram diabetes gestacional têm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro
A fisiopatologia do diabetes mellitus envolve alterações na produção e na ação da insulina. No diabetes tipo 1, ocorre destruição autoimune das células beta pancreáticas, levando à deficiência absoluta de insulina. No diabetes tipo 2, a resistência à insulina impede que o hormônio atue de forma eficaz, exigindo um aumento na sua secreção. Pode haver deficiência parcial da sua produção também, e assim, levar à hiperglicemia. Porém, a hiperglicemia crônica causa danos a vasos sanguíneos e nervos, resultando em complicações como neuropatia, nefropatia e retinopatia diabética.
Increased thirst (sede excessiva) Frequent urination (urinar com frequência) Fatigue (fadiga) Blurred vision (visão embaçada) Headache (dor de cabeça) Slow-healing wounds (feridas de cicatrização lenta) Unexplained weight loss (perda de peso inexplicável)
*Quais os novos critérios Laboratoriais para diagnóstico de DM no Brasil

A prevenção do diabetes, especialmente do tipo 2 e do diabetes gestacional envolve mudanças no estilo de vida. O Diabetes tipo 1 tem início muitas vezes por diversas causas não relacionadas as causas citadas a seguir. Porém, seu tratamento também envolve mudanças no estilo de vida, tais como:
– Alimentação balanceada: Redução do consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas, priorizando fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis (procure um nutricionista).
– Atividade física regular: A prática de exercícios melhora a sensibilidade à insulina e auxilia no controle do peso corporal (procure um profissional de educação física).
– Manutenção do peso corporal: O excesso de peso é um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2.
– Monitoramento regular: Exames periódicos de glicemia são essenciais para o diagnóstico precoce do pré-diabetes e do diabetes (procure um médico).
O tratamento do diabetes depende do tipo da doença e da condição clínica do paciente:
– Diabetes Tipo 1: Requer administração diária de insulina, seja por múltiplas aplicações de injeção ou bomba de insulina, além do monitoramento contínuo da glicemia.
– Diabetes Tipo 2: Pode ser controlado com mudanças no estilo de vida, medicamentos orais (como metformina) e, em alguns casos, insulina.
– Diabetes Gestacional: Pode ser controlado com dieta e exercício, mas alguns casos necessitam de insulina para manter a glicemia dentro dos limites recomendados.
Doença crônica que necessita de bom manejo
O Diabetes Mellitus é uma doença crônica que exige acompanhamento e manejo adequado para evitar complicações graves. A prevenção e o tratamento eficazes dependem da adesão a um estilo de vida saudável e do acompanhamento médico regular.
Aviso: Se você sentiu ou alguma pessoa próxima sentiu um ou mais sintomas, procure ou indique um médico de confiança para investigar.
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Classificação do diabetes
https://diretriz.diabetes.org.br/classificacao-do-diabetes/
Diagnóstico de diabetes mellitus
https://diretriz.diabetes.org.br/diagnostico-de-diabetes-mellitus/

Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre as ferramentas que o profissional de educação física e de saúde pode usar para auxiliar a população antes iniciar a prática de exercício físico. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe a real necessidade de exame prévio?
Atividade fisica é essencial!
A prática regular de atividade física é um dos pilares essenciais para a manutenção de uma boa saúde. No entanto, antes de iniciar qualquer exercício, é fundamental garantir que a pessoa esteja apta para a prática, minimizando riscos e prevenindo complicações. Para isso, organizações como o American College of Sports Medicine (ACSM) recomendam uma série de procedimentos de triagem, que visam avaliar o estado de saúde do indivíduo, identificar possíveis fatores de risco e determinar se é necessário encaminhar para um médico. Este processo pode ser dividido em três níveis de avaliação, e cada um deles desempenha um papel importante para garantir a segurança durante a prática de exercícios físicos.
O primeiro passo na triagem de saúde para atividades físicas é a autoavaliação, que pode ser realizada por meio de ferramentas básicas como o *Physical Activity Readiness Questionnaire* (PAR-Q) e/ou a triagem detalhada proposta pelo ACSM em parceria com a American Heart Association (AHA). O PAR-Q consiste em um questionário com sete perguntas simples que o indivíduo deve responder com “sim” ou “não”. Este questionário tem como objetivo identificar se há algum risco evidente associado à prática de atividade física, como histórico de doenças cardíacas, pressão arterial elevada, problemas articulares ou respiratórios.

Em português

Caso seja respondido apenas 1 sim, a orientação é que seja encaminhado para o acompanhamento de um médico específico. Cabe salientar que muitas academias tem utilizado esse tipo de auto avaliação para liberar a prática de exercícios físicos.
Ex.: EXAME PRÉ-PARTICIPAÇÃO ESPORTIVA E O PAR-Q, EM PRATICANTES DE ACADEMIAS
https://www.scielo.br/j/rbme/a/vWDzvVprXJ8fRgJf6dFGJWB/?format=pdf&lang=pt
Por outro lado, a triagem mais detalhada ACSM-AHA inclui uma série de perguntas sobre a saúde do indivíduo, que vão além de sintomas visíveis ou auto-relatados. Ela avalia diversos fatores relacionados ao histórico médico e comportamental do praticante, incluindo:
– **Histórico familiar:** identificação de doenças hereditárias ou predisposições a condições como doenças cardiovasculares.
– **Histórico de doenças:** informações sobre condições médicas passadas ou atuais, como diabetes, hipertensão ou doenças pulmonares.
– **Histórico cirúrgico:** se a pessoa já passou por algum procedimento cirúrgico relevante.
– **Comportamentos e hábitos de saúde:** questionamento sobre tabagismo, consumo de álcool e atividade física anterior.
– **Uso de medicamentos:** informações sobre o uso de medicações, que podem influenciar o desempenho ou a segurança durante o exercício.
– **Sinais e sintomas:** detecção de sintomas sugestivos de doenças cardiovasculares, como falta de ar, dor no peito ou tonturas.
Após a autoavaliação inicial, pode ser realizado a avaliação dos fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCV). O ACSM recomenda a avaliação de uma série de fatores, divididos em duas categorias principais: fatores de risco modificáveis e não modificáveis.
– **Fatores de risco não modificáveis:** idade, histórico familiar de doenças cardiovasculares e sexo.
– **Fatores de risco modificáveis:** tabagismo, sedentarismo, obesidade, hipertensão, dislipidemia (níveis anormais de colesterol), e pré-diabetes.
De acordo com a quantidade de fatores de risco identificados, o indivíduo pode ser classificado em três grupos:
– **Baixo risco:** Quando o indivíduo apresenta menos de dois fatores de risco. Nesse caso, a recomendação é iniciar a prática de atividades físicas sem a necessidade de ida prévia ao médico. Mas não descarta o encaminhamento pra o médico para acompanhamento da saúde.
– **Risco moderado:** Quando há dois ou mais fatores de risco. Neste caso, é recomendado o encaminhamento ao médico para uma avaliação mais aprofundada.
– **Alto risco:** Quando o indivíduo já possui doenças cardiovasculares conhecidas, doenças pulmonares, renais ou metabólicas. Nesses casos, o encaminhamento para um médico especialista é essencial, e é possível que o exercício seja contraindicado sem uma avaliação mais profunda.
A terceira etapa do processo de triagem é a avaliação médica, realizada por um médico qualificado. O exame físico é essencial para avaliar o estado geral de saúde do indivíduo, identificar possíveis limitações físicas e realizar testes laboratoriais que possam fornecer mais informações sobre o funcionamento do organismo. Além disso, o teste de esforço, que consiste em monitorar a resposta do corpo durante o exercício, pode ser solicitado para pessoas com alto risco de complicações cardiovasculares. Esses testes são fundamentais para garantir que o indivíduo esteja apto para realizar atividades físicas sem prejudicar sua saúde.
Após a triagem completa e a liberação para a prática de atividades físicas, os benefícios começam a ser visíveis em diversos aspectos da saúde, tanto mental quanto física. A atividade física regular traz inúmeras vantagens, como:
– Saúde mental: A prática de exercícios reduz os níveis de ansiedade, melhora a função cognitiva e proporciona uma sensação geral de bem-estar. Isso ocorre devido à liberação de endorfinas, que atuam como “hormônios da felicidade”.
– Saúde endócrina: A atividade física é crucial para o controle de peso, redução da gordura corporal e prevenção de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2. Além disso, pode melhorar os níveis de colesterol, aumentando o HDL (colesterol bom) e diminuindo o LDL (colesterol ruim).
– Saúde músculoesquelética: O exercício regular fortalece os músculos, melhora a flexibilidade e aumenta a densidade óssea, prevenindo condições como osteoporose e diminuindo o risco de quedas em idosos.
– Saúde cardiovascular: A atividade física tem um impacto positivo sobre a saúde do coração, reduzindo o risco de doenças coronárias, controle da pressão arterial e melhoria da função cardíaca, além de diminuir a mortalidade precoce.
– Saúde oncológica: Estudos demonstram que a prática regular de exercícios pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer, como o câncer de cólon e mama.
Portanto, é evidente que a atividade física não só melhora a qualidade de vida, mas também tem um papel fundamental na prevenção de diversas doenças e na promoção da saúde geral.
Referências
ACSM – ACSM’S GUIDELINES FOR EXERCISE TESTING AND PRESCRIPTION, NINTH EDITION Copyright © 2014, 2010, 2006, 2001 American College of Sports Medicine All rights reserved. 2001 Market Street Philadelphia, PA 19103 USA LWW.com Published by arrangement with Lippincott Williams & Wilkins, Inc., USA. Lippincott Williams & Wilkins/Wolters Kluwer Health did not participate in the translation of this title. ■ Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2014 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.
Link PARQ & YOU: http://chp.gov.hk/archive/epp/files/PAR-Q_eng.pdf
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Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre a possibilidade de iniciar a prática de exercício físico sem a necessidade de exames prévios. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe a real necessidade de exame prévio?
A prática de exercícios físicos é fundamental para manter a saúde e o bem-estar, mas a questão de realizar exames antes de iniciar atividades físicas é um tema que gera bastante debate. A necessidade de exames médicos antes de começar a praticar atividades físicas sistematizada depende de vários fatores, como a idade, o histórico de saúde, o tipo de exercício que se pretende realizar e o nível de condicionamento físico da pessoa. Em termos gerais, embora nem todas as pessoas precisem de exames obrigatórios, existem situações em que se deve consultar um médico, outro profissional de saúde ou fazer exames é essencial para garantir a segurança e evitar complicações.
O Colégio Americano de Medicina Esportiva recomenda realizar uma anamnese que pode conter 3 passos.
Níveis da anamnese/ triagem de saúde
De forma geral, além do auto avaliação, é possível realizar uma triagem e avaliação de fatores de risco.
Se uma pessoa tem condições de saúde preexistentes, como doenças cardíacas, hipertensão, diabetes ou problemas respiratórios, é altamente recomendado realizar exames médicos antes de iniciar qualquer programa de exercícios (passo 3). Essas condições podem interferir na resposta do corpo ao exercício e, em alguns casos, colocar a pessoa em risco durante a atividade física.
Por exemplo, pessoas com histórico de doenças cardíacas podem precisar de exames como o eletrocardiograma (ECG) para avaliar a função do coração. Caso o médico identifique anomalias, ele pode recomendar exames mais detalhados, como testes de esforço ou ecocardiogramas, para avaliar como o coração reage ao exercício. O exame de pressão arterial também é essencial para pessoas com hipertensão, já que o exercício pode aumentar temporariamente a pressão arterial, o que pode ser arriscado se não for controlado.
Além disso, pessoas com diabetes precisam monitorar seus níveis de glicose antes, durante e após o exercício, para evitar quedas bruscas de açúcar no sangue (hipoglicemia) ou elevações excessivas (hiperglicemia). O médico pode orientar sobre a melhor forma de integrar a atividade física ao controle da doença, além de sugerir exames que monitorem a função renal e outros aspectos da saúde.
O fator idade também é importante para determinar a necessidade de exames antes de começar a prática de exercícios. À medida que envelhecemos, o corpo passa por mudanças naturais que podem afetar a capacidade de realizar atividades físicas. Para pessoas acima de 40 anos, ou que estão começando a praticar exercícios após um longo período de sedentarismo, é aconselhável passar por uma avaliação médica.
Mesmo em indivíduos mais jovens, se houver histórico familiar de doenças cardiovasculares ou outras condições graves, é prudente realizar exames preventivos. Por exemplo, um exame de sangue pode identificar níveis elevados de colesterol, o que pode indicar um risco aumentado de doenças cardíacas. A avaliação médica inicial pode ajudar a identificar qualquer risco potencial que possa ser agravado pela prática de exercícios.
A natureza da atividade física que será praticada também deve influenciar a decisão de realizar exames. Exercícios mais intensos, como levantamento de peso pesado, treinamento de alta intensidade (HIIT) ou atividades que envolvem risco de impacto, como corrida em terrenos irregulares, podem exigir uma avaliação médica mais cuidadosa, especialmente em pessoas com histórico de lesões ou condições preexistentes.
Exercícios aeróbicos moderados, como caminhadas, natação e ciclismo em baixa intensidade, são geralmente mais seguros e podem ser praticados por uma maior variedade de pessoas sem a necessidade de exames médicos prévios. No entanto, é importante ressaltar que cada pessoa é única, e mesmo exercícios leves podem apresentar riscos em situações específicas.
Para aqueles que desejam realizar exercícios de alta performance ou que buscam resultados significativos, é importante passar por uma avaliação de condicionamento físico. Esse exame pode incluir testes de capacidade cardiorrespiratória, flexibilidade, força muscular e resistência. Embora não seja necessário para todos, esses exames podem ajudar a personalizar um plano de treino que maximize os benefícios e minimize o risco de lesões.
O teste de esforço, por exemplo, é um exame que monitora a resposta do coração e vasos sanguíneos ao exercício e pode ser recomendado para indivíduos que planejam realizar atividades de alta intensidade. Durante o teste, o paciente pode ser submetido a um esforço físico progressivo enquanto é monitorado por eletrocardiograma para detectar possíveis anomalias.
A recomendação de exames não deve ser vista como uma barreira para a prática de exercício físico, mas sim como uma maneira de garantir que a pessoa possa se exercitar de forma segura e eficaz. O médico ou outro profissional de saúde pode orientar sobre a necessidade de exames específicos com base nas condições individuais de saúde.
Em alguns casos, o acompanhamento médico contínuo pode ser necessário, especialmente se a pessoa estiver realizando exercícios de alta intensidade ou se tiver uma condição de saúde que exija monitoramento constante. Além disso, o profissional de educação física pode fornecer orientações sobre como adaptar o programa de exercícios a qualquer limitação física, o que pode ser crucial para evitar lesões.
Realizar exames antes de iniciar a prática de exercícios também está relacionado à prevenção de problemas de saúde futuros. A atividade física regular (exercício físico) pode melhorar significativamente a saúde, mas também impõe desafios ao corpo, como estresse nas articulações e no sistema cardiovascular. Monitorar a saúde e a condição física antes de iniciar a prática pode ajudar a identificar possíveis problemas precocemente e evitar complicações ao longo do tempo. Além disso, é fundamental lembrar que a avaliação médica inicial não é uma medida única. O monitoramento contínuo da saúde deve ser incentivado durante toda a vida, especialmente à medida que a pessoa envelhece ou altera sua rotina de exercícios.
Embora nem todas as pessoas precisem de exames antes de iniciar a prática de exercícios, a avaliação de saúde é altamente recomendada, especialmente para aqueles com condições preexistentes, pessoas mais velhas ou indivíduos que planejam realizar atividades intensas. A realização de exames médicos pode ser vista como uma medida preventiva, ajudando a garantir que o exercício seja realizado de forma segura, eficaz e benéfica para a saúde a longo prazo. A consulta com um médico ou especialista em saúde é uma excelente maneira de personalizar a abordagem do exercício, maximizando os benefícios enquanto minimiza os riscos associados.
Citação principal
2. ACSM – ACSM’S GUIDELINES FOR EXERCISE TESTING AND PRESCRIPTION, NINTH EDITION Copyright © 2014, 2010, 2006, 2001 American College of Sports Medicine All rights reserved. 2001 Market Street Philadelphia, PA 19103 USA LWW.com Published by arrangement with Lippincott Williams & Wilkins, Inc., USA. Lippincott Williams & Wilkins/Wolters Kluwer Health did not participate in the translation of this title. ■ Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright © 2014 by EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.
LINK DISPONÍVEL NA INTERNET: https://azdoc.tips/documents/as-diretrizes-do-acsm-5c16e80dad9cd
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Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Hoje nós vamos conversar um pouco sobre as formas mais tecnológicas para realizar a medida de atividade física de uma pessoa. Muito se fala sobre esse tema, mas você sabe as formas disponíveis para essa medida?
Com o avanço da tecnologia móvel, medir a quantidade de passos dados ao longo do dia tornou-se uma tarefa simples e acessível para qualquer pessoa. Os smartphones modernos, independentemente da marca, como iPhone, Motorola, Samsung e outras, contam com sensores de movimento capazes de monitorar a atividade física do usuário por meio de aplicativos específicos. Essas ferramentas auxiliam na manutenção de um estilo de vida mais ativo e saudável, permitindo que as pessoas acompanhem seu progresso e estabeleçam metas diárias.
Os aplicativos de contagem de passos utilizam sensores embutidos nos próprios smartphones, como acelerômetros e giroscópios, para detectar movimentos e convertê-los em passos. A precisão desses sensores pode variar de acordo com a marca e o modelo do dispositivo, mas, em geral, fornecem uma estimativa confiável na medida da atividade física diária.
Entre os aplicativos mais populares para essa função estão:
Monitorar a quantidade de passos diários pode trazer diversas vantagens para a saúde, incluindo:
Embora os aplicativos sejam bastante eficazes, alguns fatores podem comprometer a precisão dos dados. Para obter medições mais exatas, recomenda-se:
A recomendação popular de 10.000 passos por dia ganhou força ao longo dos anos, mas estudos recentes sugerem que quantidades menores já proporcionam benefícios significativos. Pesquisas atuais indicam que ao realizar 4.400 passos por dia há uma chance de reduzir em mais de 40% o risco de morte prematura comparado com pessoas que realizam apenas 2.700 passos por dia. Vale salientar que a redução de risco é acentuada comparando pessoas com 7.500 passos por dia.
Assim, monitorar passos diários por meio de aplicativos móveis é uma estratégia simples e eficaz para incentivar hábitos saudáveis. Com o auxílio da tecnologia, é possível acompanhar o progresso e fazer ajustes na rotina para garantir um estilo de vida mais ativo e equilibrado. E você, já deu quantos passos por dia hoje? Vamos subir a meta atual? Boa atividade física a todos!
Citação principal
The Physical Activity Guidelines for Americans provides evidence-based guidance to help Americans maintain or improve their health through physical activity.
https://odphp.health.gov/sites/default/files/2019-09/Physical_Activity_Guidelines_2nd_edition.pdf
How many steps for better health?
https://www.nih.gov/news-events/nih-research-matters/how-many-steps-better-health
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