🏅Marta brilha com a Seleção: golaços que marcaram seu legado nacional



A trajetória de uma rainha em finais decisivas

Marta Vieira da Silva, a rainha do futebol feminino, construiu uma carreira repleta de momentos decisivos em finais com a Seleção Brasileira. Apesar de nunca ter conquistado a Copa do Mundo ou o ouro olímpico, ela brilhou em partidas de grande pressão, com gols sensacionais em decisões que ilustram sua genialidade e liderança em campo.

No ciclo recente, o ápice veio na final da Copa América Feminina 2025, realizada em Quito, Equador, onde Marta foi protagonista com dois gols espetaculares e decisivos contra a Colômbia.

O drama da final: Brasil 4×4 Colômbia, com Marta virando o jogo

A decisão foi marcada por alternâncias no placar: a Colômbia abriu o placar três vezes, mas o Brasil reagiu sempre, com gols de Angelina (pênalti), Amanda Gutierres e um autogol brasileiro. Aos 44 do segundo tempo, quando a eliminação parecia certa, Marta entrou e acertou um chute colocado de fora da área, empatando a partida e levando ao tempo extra.

Na prorrogação, aos 105 minutos, a camisa 10 decretou sua genialidade mais uma vez: recebeu um lindo cruzamento de Angelina e tocou com tranquilidade, colocando o Brasil à frente no placar. Embora Leicy Santos tenha empatado para as colombianas com uma cobrança de falta brilhante, Marta foi o grande destaque, com belos lances na prorrogação.

A consagração nos pênaltis e legado eterno

Com o empate por 4×4, a decisão foi para os pênaltis, onde Marta teve a chance de fechar o placar, mas foi defendida pela goleira adversária. Ainda assim, a experiência brasileira prevaleceu: a goleira Lorena fez defesas decisivas e Jorelyn Carabalí perdeu na morte súbita, garantindo o nono título continental das brasileiras.

Para além do placar, a imprensa internacional destacou o golaço final da rainha, reverenciado por veículos especializados como obra-prima de técnica e frieza em decisão.

Outras finais marcantes de Marta com a camisa da Seleção

Olimpíadas de Paris‑2024 – prata com despedida emocionada

Nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, Marta disputou sua sexta e última Olimpíada pela seleção. Embora o Brasil tenha goleado a Espanha por 4 a 2 nas semifinais com Marta em campo, ela não conseguiu evitar a derrota para os Estados Unidos por 1 a 0 na final, conquistando a medalha de prata em sua despedida olímpica.

Entrou como substituta na etapa final, sem conseguir alterar o resultado. Mesmo assim, encerrou os Jogos com orgulho e emoção, reafirmando seu valor dentro e fora de campo.

Copa do Mundo – gols em finais de torneios

Embora Marta jamais tenha vencido uma Copa do Mundo, ela é a maior artilheira da história do Mundial, com 17 gols — mais que qualquer outro jogador, feminino ou masculino. Em 2007, seu gol levou o Brasil à semifinal, mas a Seleção acabou vice-campeã, consolidando sua relevância em decisões de alto nível.

Copa América – liderança e consistência nos títulos

Desde 2025, Marta voltou à seleção para a conquista de seu primeiro título continental após a era olímpica, liderando a equipe no torneio com exibições decisivas e participação ativa em gols desde as semifinais. Na vitória por 5 a 1 sobre o Uruguai, ela converteu um pênalti na semifinal antes de brilhar na final.

O legado da rainha em finais

Os gols decisivos de Marta em finais são a síntese de sua carreira: talento, garra e liderança em momentos cruciais. Seus lances garantiram títulos, viradas memoráveis e marcaram gerações. Mesmo em jogos onde o Brasil não venceu, sua presença sempre elevou o nível coletivo.


PROTAGONISTA!

Marta nunca foi apenas artilheira: foi protagonista. Seja em finais de Copa América, Jogos Olímpicos ou Mundiais, seus gols emblemáticos — especialmente os da final de 2025, com dois gols espetaculares contra a Colômbia — reafirmam sua estatura como uma ícone do futebol brasileiro e feminino mundial. Seu legado transcende números: é história viva em decisões, inspiração e espírito inabalável. Mesmo após aposentadorias e despedidas, sua estrela continua a guiar novas gerações e a lembrar que, em finais, uma rainha sempre faz a diferença.


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